Frederico Mendonça de Oliveira
Estamos começando a festejar a nova etapa evolutiva do idioma, como você pode ver nos termos deste tão lindo título. No passado pré-cristão era o Latim, depois veio ocorrendo a falação de zumbis submetidos por Roma através das colônias por séculos, e disso decorreram o Francês, o Espanhol e o Português, essa tão admirada “flor do Lácio” de que falou o maluquete Bilac: “Última flor do Lácio, inculta e bela,/ És, a um tempo, esplendor e sepultura”. Do esplendor ficou titica nenhuma; já quanto a sepultura, o esplendor dela permanece, e é o futum da tetrametilenodiamina – carniça, para os íntimos. Só o fato de o verbo vir ter virado vim, revelando o espírito de escatologia das cabeças axavantadas (em sentido pejorativo: os xavantes são muito mais gente do que essa legião porca de brancos azedos que explora como vermes ávidos a carcaça dessa amaldiçoada Pindorama), esse oceano de penicos, já nos revela o que nos espera em termos de “idioma do futuro”. Estamos a caminho do idioma “grunhês”, inspirado no latim “grunn/o, o som do porco”. A julgar pelo que emitem “verbalmente” coisas como aquele Mirosmar, que virou Zezé Di Camargo, por sinal ícone/paradigma liderando uma incomensurável procissão de bugres palradores e lamurientos deste Brasil prostituído, desgraça inaudita neste planeta, os grunhidos sucederão as frases. Se os palestinos, exemplo de infortúnio nacional, enfrentam aquele horror desde 1948, pelo menos eles não decaíram em seus costumes, mantendo a dignidade de uma fala e de uma escrita originais mesmo sob o fogo atroz do invasor. Enter.
Você sabe, está vendo direto e reto: a podridão cresce e cresce e cresce, e não há saída. Uma vez, um juiz falou que “daqui dez dias vamos nos encontrar”. “Daqui dez dias”, meritíssimo?? Vossa Excelência não enfrentou uma provinha de conhecimento do Português para envergar a toga?? A preposição deve ter ido pro seu bolso como certos “adicionais” distribuídos no TJSP que o Ivan Sartori grita serem “devidos”; na verdade, são substrativos: subtrai-se a preposição da fala tanto quanto subtrai-se o “adicional” do erário, hohoho. A que pocilga descemos! Mas sempre há um consolo: nossos filhos sofrerão bem mais do que nós... diriam os que já se assumiram pública e claramente como sendo coprófilos. Nossos filhos e netos mijarão em nossos túmulos, você sabe: ficaremos para eles como plastas de merda que se adaptaram a uma pústula social sem dizer um “a”. Se não for pior, no caso de termos participado dessa pústula como os vermes que a geraram e nela chafurdam diante de um povo azumbizado e miserável EM TUDO! Você sabe: as bestas deambulantes nessa superfície malignizada que é o solo do Brasil nem sonham com ação e reação, jamais saberão o que é carma, vivem como irracionais transfigurados na busca de seus desejos enlouquecidos. Querem é carro – se possível, carrão –, matéria, eletrodomésticos, roupas de marca, show de miséria vocal dos chapeludos, fiveludos e botinudos, baladas e, claro: furebs no sofá e guampas na TV. Enter.
Ultimamente você também deve andar fugindo de “crianças” na rua, nas lojas, onde for. Os miserozinhos agora estão vivendo um interminável “outing”: manifestam publicamente a liberdade criminosa a eles conferida pelos cães que manejam os cordéis desse inferno em que estamos mergulhados. O que há de mais caro para as crianças lhes foi suprimido porcamente: o pátrio poder. Os pentelhos de que fala o Faustão hoje disputam corridas em lojas e supermercados, se enfiam entre você e o que você está fazendo, falam bem alto com seus “pais” – esses estafermos abestalhados e abostalhados –, fingem ser gagos pra alegrar os que os geraram e/ou pariram, falando bobo pra mostrar seu charme infantil idiotizado... e isso mostra o que serão amanhã: umas bestas ao sabor do caos. “Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.; Tome o partido dele contra vizinhos, professores, amigos. Afinal, todos têm má vontade para com seu filhinho” – eis aí um texto da polícia de NY intitulado “Como fazer um delinqüente”. Você sabe: a turma de papás e mamãs hoje está criando bugres perigosos, que irão certamente protagonizar uma era de horror e barbárie só vivida nos primórdios da chegada do homem NA Terra, quando nossos ancestrais se ocupavam com aprender a fazer um nó ou um laço com o cipó que a Natureza lhes ofertava. Daí terá vindo a forca... Enter final.
Pequepê, você pode ver, estamos fritos! O homem chegou à Terra ou NA Terra? Segundo o “juiz daqui dez dias”, deve ser NA. Ele deve conversar com seus congêneres nessa toada: “Você não vai VIM tomar umazinha cunóis? É só três copo!”.E assim marchamos a passos largos para o idioma Grunhês, porque, a julgar pela monstruosidade que se apodera das falas dos bugres deambulantes hoje, em curto prazo eles estarão falando por grunhidos. Mas ainda não é isso o ideal: a etapa do Grunhês é preparatória para a conclusão desse processo, quando falaremos o idioma dos gorilas, chimpanzés e orangotangos – nada de palavras. Se você não se grilar, chegará lá também... e é claro: ficará bem mais fácil. Todo mundo nu, os pelos crescendo pelo corpo para proteger da intempérie e, sublime conquista: não precisarão mais “IR NA ESCOLA”, não sofrerão mais a tortura de aprender a ler e escrever, não terão de distinguir pronomes de conjunções, tudo terá desaparecido. É possível até que reapareça acima do furebs um apêndice que vai aumentar de geração em geração, e aí a turma vai poder realizar seu sonho de tantos séculos: voltar às árvores, de onde, segundo os cientistas, eles vieram. Não é lindo? Pois é: a isso chamam de “evolução da Humanidade”... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Você está invertido, sabia?
Frederico Mendonça de Oliveira
Não, não é o que você poderá ter pensado: falo do que vai pelo seu cérebro, que não deve andar nada bem. Quer ver só? Você acha que tem opinião, mas não tem titica nenhuma. Você não sabe se o bom é Michel Teló ou Zé Luís Mazziotti. Qual dos dois canta melhor? Ou, melhorando a pergunta pra você já cair do cavalo de bunda no chão: qual dos dois CANTA? Você não tem saída: xeque-mate. Nesta vida você não conhecerá ZéLuiz Mazziotti, você não teria acesso, a menos que agora vá ao Google. Mas você não vai entender por que ele é melhor que o Teló: você não tem instrumento de aferição... Você pensa que você é quem escolhe o que lhe agrada, mas não sabe que quem escolhe é quem lhe enfia isso goela abaixo. Uma das maiores podridões impostas ao Brasil antes da petralhada puxada pelo cachaceiro roufenho foi alçarem à condição de “rei” um traste reles como o Robertão (Carlos – você conhece isso?). Esse tipo é o paradigma da estupidez, do mau gosto, da mediocridade, um exemplo de incapacidade elevada à condição de excelência. Todo diabólico ano – não vou dizer “todo santo” –, a Rede Globo alveja o povo brasileiro com o especial de fim de ano protagonizado por esse tipo infeliz. Deve ser para emporcalhar os míseros resquícios de espírito cristão que ainda restam nas legiões de cooptáveis desse país prostituído e entronizar Baphomet nas vidas e nas casas da Pindorama. Pois o trêfego Michel Teló é decorrência natural desse descaminho maligno que foi a unção de Robertão como “rei”. Rei da merda musical, da titica verbal, do timbre peganhento e nasalóide, da imagem da decadência estética em direção ao horrendo, isso foi esse infeliz “rei”. Hoje ele definha pelos 70 enrustido no bojo do opróbrio que lhe cabe depois de prostituir a canção brasileira por no mínimo três décadas. E você, se sabe que ele existiu, talvez se curve irracionalmente à coroa e ao cetro dessa besta musical. Enter.
É assim. Vão entulhando porcaria sobre porcaria ano após ano, e a macacada vai engolindo e virando objeto vestido. É aquilo: não pensar e aceitar o que impõem é bem mais fácil. Por exemplo: não há nenhuma força que se levante contra o Ministério da Educação no que se estabelecem as regras da nova ortografia. Extinguem o trema, e os asininos nem estão aí, porque na verdade nem um entre mil nesse lupanar sabe o que é trema, pra que serve e, pior, quando usar. É como a crase: por que não abolem essa merda, se NINGUÉM sabe pra que serve e como usar? É como o verbo “vir”: por que não introduzem a variação “vim” para o infinitivo? Se a boiada fala “vô vim”, “vai vim”, “pode vim” e não há o que altere essa deformação porca e reles, por que não oficializam a destruição já instituída pelos asininos zumbis ambulantes? Por que não introduzem logo o “cunóis” em lugar de “conosco”? Por que não extinguem logo os pronomes oblíquos? Nas montanhas do Sul de Minas, onde deambulam cavalgaduras broncas pelas calçadas apinhadas de estupidez glorificada, o uso do pronome oblíquo sugere a impressão de estarmos falando grego. E você: fala “pode vim” ou “pode vir”? Na verdade, você nem percebe mais esse tipo de coisa... não é? Tenho um aluno que sempre me pergunta: “Tudo tranquilo?”, ao que respondo: “Claro, e sei por qüê”. E ficamos brincando com a desgraça do idioma e dos que hoje o manipulam pelo orifício oposto ao que ele antes era emitido: “Qüero aqüele qüeijo, por gentileza”. Se não tem mais o trema, como é que as bestas palradeiras vão saber distinguir? Ou distingüir? Você está vendo a que ponto chegou a merda? É assim, e você jamais saberá por que as coisas tendem a degenerar de tal maneira..., apenas sofrerá com cara de paisagem em preto e branco os efeitos da ação dos demônios. Enter final.
E, nestes tempos de falares pelo furebs, detectamos as causas desses sintomas horrendos de decadência e degenerescência. Um, as bestas que ocupam TODOS OS PODERES com mão de ferro disfarçada em blandícias. Veja esse trechinho: “Ou por um Legislativo contaminado por parasitas, a maioria dos quais não seria capaz de entender as primeiras linhas deste texto. E pelo outro poder no qual ainda depositamos nossas esperanças, o Judiciário, que por sua inoperância tem se mostrado um cúmplice dos políticos”. E eu ainda vou ser bonzinho com você: acesse www.tribunadainternet.blogspot.com e procure, com sua admirável capacidade de buscar significados, a matéria “Malandragem boçal”, de Jorge Brennand. É de 10/05 passado. No calendário acima do site à direita você pode clicar no dia dez e obter a matéria pelo título. Olhe só um detalhe: “O jornalista Carlos Marchi editou histórica e contundente matéria, na edição dominical de O Estado de São Paulo, em 31 de agosto de 2008, intitulada ‘Linha direta entre Lula e FHC evitou o impeachment’, detalhando: ‘Conversas secretas, intermediadas por Palocci e Bastos, ajudaram a evitar o caos do mensalão.’”. Vê como você está tão por fora como asa de penico? Mas tem coisa horrorosa pra comparar: na quarta-feira, 09 de maio de 2012, veio a matéria do Carlos Newton “Adeus às ilusões: novo presidente do Supremo só pensa em aumento de salário”. Bonito: justo no momento em que a credibilidade do Judiciário despenca mais feio que jaca podre e que a assunção de Aires de Britto trazia um alento para nós, vemos o lindão aparecendo em capa de Veja dizendo que o julgamento do mensalão será técnico. “Senão seria linchamento”. Pergunta: e os julgamentos em geral, não serão técnicos? A Justiça tem julgamentos especiais, que não seriam “técnicos”? Ora, linchados eles já estão por si mesmos, por serem bandidos imundos, canalhas, traidores da pátria, porcos, moleques safados falando Português de puteiro e por terem sido já pilhados como os cães miseráveis que são... A única real coisa que falta é mandar esses monstros abomináveis pro cárcere, para trabalhos forçados, e imediatamente! Mas isso parece coisa de leigo... larga mão. Vai vim coisa aí. E viva Santo Expedito! Oremos. Té a próxima, babes!
Não, não é o que você poderá ter pensado: falo do que vai pelo seu cérebro, que não deve andar nada bem. Quer ver só? Você acha que tem opinião, mas não tem titica nenhuma. Você não sabe se o bom é Michel Teló ou Zé Luís Mazziotti. Qual dos dois canta melhor? Ou, melhorando a pergunta pra você já cair do cavalo de bunda no chão: qual dos dois CANTA? Você não tem saída: xeque-mate. Nesta vida você não conhecerá ZéLuiz Mazziotti, você não teria acesso, a menos que agora vá ao Google. Mas você não vai entender por que ele é melhor que o Teló: você não tem instrumento de aferição... Você pensa que você é quem escolhe o que lhe agrada, mas não sabe que quem escolhe é quem lhe enfia isso goela abaixo. Uma das maiores podridões impostas ao Brasil antes da petralhada puxada pelo cachaceiro roufenho foi alçarem à condição de “rei” um traste reles como o Robertão (Carlos – você conhece isso?). Esse tipo é o paradigma da estupidez, do mau gosto, da mediocridade, um exemplo de incapacidade elevada à condição de excelência. Todo diabólico ano – não vou dizer “todo santo” –, a Rede Globo alveja o povo brasileiro com o especial de fim de ano protagonizado por esse tipo infeliz. Deve ser para emporcalhar os míseros resquícios de espírito cristão que ainda restam nas legiões de cooptáveis desse país prostituído e entronizar Baphomet nas vidas e nas casas da Pindorama. Pois o trêfego Michel Teló é decorrência natural desse descaminho maligno que foi a unção de Robertão como “rei”. Rei da merda musical, da titica verbal, do timbre peganhento e nasalóide, da imagem da decadência estética em direção ao horrendo, isso foi esse infeliz “rei”. Hoje ele definha pelos 70 enrustido no bojo do opróbrio que lhe cabe depois de prostituir a canção brasileira por no mínimo três décadas. E você, se sabe que ele existiu, talvez se curve irracionalmente à coroa e ao cetro dessa besta musical. Enter.
É assim. Vão entulhando porcaria sobre porcaria ano após ano, e a macacada vai engolindo e virando objeto vestido. É aquilo: não pensar e aceitar o que impõem é bem mais fácil. Por exemplo: não há nenhuma força que se levante contra o Ministério da Educação no que se estabelecem as regras da nova ortografia. Extinguem o trema, e os asininos nem estão aí, porque na verdade nem um entre mil nesse lupanar sabe o que é trema, pra que serve e, pior, quando usar. É como a crase: por que não abolem essa merda, se NINGUÉM sabe pra que serve e como usar? É como o verbo “vir”: por que não introduzem a variação “vim” para o infinitivo? Se a boiada fala “vô vim”, “vai vim”, “pode vim” e não há o que altere essa deformação porca e reles, por que não oficializam a destruição já instituída pelos asininos zumbis ambulantes? Por que não introduzem logo o “cunóis” em lugar de “conosco”? Por que não extinguem logo os pronomes oblíquos? Nas montanhas do Sul de Minas, onde deambulam cavalgaduras broncas pelas calçadas apinhadas de estupidez glorificada, o uso do pronome oblíquo sugere a impressão de estarmos falando grego. E você: fala “pode vim” ou “pode vir”? Na verdade, você nem percebe mais esse tipo de coisa... não é? Tenho um aluno que sempre me pergunta: “Tudo tranquilo?”, ao que respondo: “Claro, e sei por qüê”. E ficamos brincando com a desgraça do idioma e dos que hoje o manipulam pelo orifício oposto ao que ele antes era emitido: “Qüero aqüele qüeijo, por gentileza”. Se não tem mais o trema, como é que as bestas palradeiras vão saber distinguir? Ou distingüir? Você está vendo a que ponto chegou a merda? É assim, e você jamais saberá por que as coisas tendem a degenerar de tal maneira..., apenas sofrerá com cara de paisagem em preto e branco os efeitos da ação dos demônios. Enter final.
E, nestes tempos de falares pelo furebs, detectamos as causas desses sintomas horrendos de decadência e degenerescência. Um, as bestas que ocupam TODOS OS PODERES com mão de ferro disfarçada em blandícias. Veja esse trechinho: “Ou por um Legislativo contaminado por parasitas, a maioria dos quais não seria capaz de entender as primeiras linhas deste texto. E pelo outro poder no qual ainda depositamos nossas esperanças, o Judiciário, que por sua inoperância tem se mostrado um cúmplice dos políticos”. E eu ainda vou ser bonzinho com você: acesse www.tribunadainternet.blogspot.com e procure, com sua admirável capacidade de buscar significados, a matéria “Malandragem boçal”, de Jorge Brennand. É de 10/05 passado. No calendário acima do site à direita você pode clicar no dia dez e obter a matéria pelo título. Olhe só um detalhe: “O jornalista Carlos Marchi editou histórica e contundente matéria, na edição dominical de O Estado de São Paulo, em 31 de agosto de 2008, intitulada ‘Linha direta entre Lula e FHC evitou o impeachment’, detalhando: ‘Conversas secretas, intermediadas por Palocci e Bastos, ajudaram a evitar o caos do mensalão.’”. Vê como você está tão por fora como asa de penico? Mas tem coisa horrorosa pra comparar: na quarta-feira, 09 de maio de 2012, veio a matéria do Carlos Newton “Adeus às ilusões: novo presidente do Supremo só pensa em aumento de salário”. Bonito: justo no momento em que a credibilidade do Judiciário despenca mais feio que jaca podre e que a assunção de Aires de Britto trazia um alento para nós, vemos o lindão aparecendo em capa de Veja dizendo que o julgamento do mensalão será técnico. “Senão seria linchamento”. Pergunta: e os julgamentos em geral, não serão técnicos? A Justiça tem julgamentos especiais, que não seriam “técnicos”? Ora, linchados eles já estão por si mesmos, por serem bandidos imundos, canalhas, traidores da pátria, porcos, moleques safados falando Português de puteiro e por terem sido já pilhados como os cães miseráveis que são... A única real coisa que falta é mandar esses monstros abomináveis pro cárcere, para trabalhos forçados, e imediatamente! Mas isso parece coisa de leigo... larga mão. Vai vim coisa aí. E viva Santo Expedito! Oremos. Té a próxima, babes!
sábado, 5 de maio de 2012
A insaciável avidez de suas excelências
"Era só o que faltava: juízes do Amapá tentam elevar ganhos de férias
Felipe Recondo (Agência Estado)
Juízes do Amapá estão prestes a ganhar mais benefícios salariais. Projeto em tramitação na Assembleia Legislativa eleva o adicional de férias dos magistrados de um terço para dois terços do salário, com retroatividade a janeiro. Como têm férias anuais de dois meses, os juízes receberiam, ao fim do ano, um salário e mais um terço como adicional. O projeto foi encaminhado à Assembleia pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Mário Gurtyev de Queiroz. Se aprovado e sancionado, pode abrir precedente para que os demais tribunais do País sigam o mesmo caminho.
Conforme o tribunal, a Constituição não estabeleceu limite para o valor do adicional e define apenas que seria garantido o “gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal”.
Antes mesmo de aprovado o projeto de lei, o Conselho Nacional de Justiça pediu informações ao governador do Estado, Camilo Capiberibe (PSB). E o órgão deve sugerir ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que conteste a constitucionalidade da lei no Supremo Tribunal Federal, se aprovada.
O Paraná foi o primeiro Estado a ampliar o valor do adicional de férias de juízes. Mas a medida estabeleceu que, em vez de um terço, o adicional equivaleria à metade do salário. Ao fim do ano e em razão dos dois meses de férias, o juiz receberia um salário a mais por ano, como adicional. Além do benefício de dois meses de férias, os magistrados podem vender parte dos 60 dias a que têm direito. Nesses casos, os juízes do Amapá que não tirarem as férias poderão vender os dias trabalhados nas férias e receber também, em vez de um terço, dois terços do salário integral."
Isso aí saiu na Tribuna da Internet de 5/5/12. Já pensaram se todos os trabalhadores resolverem gritar pelo princípio da isonomia e essa maracutaia entre togados ser apropriada pelos que realmente levam esse país nas costas??? Afinal, juízes só julgam, não mudam nada, não melhoram nada, não produzem nada. Isso no caso de considerarmos os juízes decentes e honestos. Mas esse conceito está muito abalado hoje: Eliana Calmon desferiu sobre essa classe de apaniguados do poder o golpe da vulnerabilidade, tirando deles a armadura que os fazia vergonhosamente beneficiários de intocabilidade. Ainda falta muito para botar suas excelências em seus lugares. Primeiro, sofrerem, em caso de práticas ilícitas - vendas de sentenças, ganhos irregulares, participação em articulações do poder etc - punições rigorosas e irreversíveis, porque a eles cabe o conhecimento da lei, o que os faz criminosos premeditados ao transgredi-la. Essa cachorrada de aposentar suas excelências com todos os ganhos e mais penduricalhos só estimula criminosamente as práticas escusas e a impunidade.
A primeira tomada de posição em benefício da moralização do Judiciário é fazer que suas excelências sejam avaliados não como deuses, mas como seres humanos. E a eles caiba punição exemplar e implacável em caso de qualquer ação ilícita. Ora, só faltava essa: eles querem mais dinheiro até nas férias! Viraram uns predadores do erário! E quem paga a conta? O suor dos justos trabalhadores...
Frederico Mendonça de Oliveira, censurado por ter denunciado uma obra ilícita no município em que reside
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Julgamento do Mensalão, CPI do Cachoeira... será tudo farsa?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você deve lembrar da “ida do homem à Lua”, uma farsa que nos coloca na condição de otários mugentes e balantes, dignos da legião dos zumbis que deambulam pelas ruas indo atrás não sabem de quê. A estupidez está generalizada e já faz parte do corpo social mundial. Tirando os povos apegados a tradições milenares e que seguem suas filosofias religiosas à risca – árabes e orientais radicais, em sua maioria; judeus ortodoxos também se mantêm fiéis a seus credos, mas são minoria irrisória –, o mundo é mais que 90% uma boiada não pensante, condicionada, cooptada e escravizada. A encenação do homem na Lua mostra o quanto estamos indefesos e atrasados em relação aos projetos dos que dominam o mundo, e nada podemos fazer por nós: essa “humanidade” não acordará jamais. Talvez seja a turma de que o Cristo falava, que será ceifada e lançada ao forno. Então você fica todo dia vendo o movimento de CPI do Cachoeira, o sempre adiado começo do julgamento dos bandidos do mensalão, e tudo vai mas não vai, parece que começa a andar e, quando se vê, parou de novo, sempre por motivos além de nossa compreensão de cabeças de penico cheio da merda que eles querem que sejamos. Tanto é que Cristiane Torloni é vista por milhõõõõõõõõões de “brasileiros” toda noite, contracenando com a nova “musa” das oito, Lilian Cabral (é isso?), e lá vem José Mayer pro enredo, e a macacada brasilis de furebs na poltrona e guampas na telinha, e o Brasil, ó! Enter.
“A corrupção evolui como uma doença degenerativa na administração pública. O Estado se tornou uma possessão de quadrilhas organizadas, o que torna o poder público uma propriedade de poucos. Chegou o momento em que a sociedade precisa lutar pela desprivatização do Estado. As máfias brasileiras, que se servem do que é publico, deixam as máfias italianas no chinelo. É agora ou nunca: estanca-se a corrupção ou ela vai acabar com o país”, declarou Roberto Barbosa na Tribuna da Internet, blog onde você encontra uma visão real do horror que nos assola. Pois a turma grita em blogs, mas a grande imprensa cria um “tudo bem”, quando na verdade isso significa “tudo sob controle” ou “tá tudo dominado”. Impedindo uma imprensa de oposição através de um monopólio associando jornalões.a grandes empresas e mesmo ao “governo”, só sabemos de verdades sobre o que vai por aí através de blogs. E quem lê blogs? O meu, por exemplo, NINGUÉM LÊ. E para mim é até uma diversão escrever para ninguém; e, sendo guitarrista pensador e, não, futeboleiro – não toco guitarra como craques do futebol tocam a bola, com os pés – toco também para ninguém; e, sendo artista plástico abstracionista, crio as obras mas não as exponho mais, evitando assim o vexame de as “pessoas” verem as obras e dizerem que “não entendem”. Não entendem é nada, porra nenhuma, só entendem é de obedecer ao Sistema bem direitinho, pra ganhar o pirulito azul no fim da história. É mole? É, e não sobe... – refiro-me “ao do povo”, que brochou de há muito!... Enter.
“O procurador se saiu bem e escapou por um triz. Mas suas explicações foram primárias. Dizer que ‘optou por sobrestar o caso, para evitar que fossem reveladas outras investigações’ é uma desculpa inacreditável. O mais incrível, porém, é que a CPI parece ter desistido de convocá-lo. Se agiu assim, começou muito mal”. Eis aí o Carlos Newton, da mesma TI, mostrando como se vão acochambrando as coisas para livrar os bandidos da ação da Justiça. A Justiça, por sua vez, está na berlinda, desde que Eliana Calmon denunciou a existência de bandidos de toga e a necessidade de o Conselho Nacional de Justiça partir pra cima de suas excelências investigando seus ganhos e sua blindagem, que os torna gente acima da lei. Mas tem mais: o colunista Pedro do Coutto, na mesma TI, informa que “Reportagem de Maria Lima, publicada com grande destaque no Globo de primeiro de maio, revela que o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, começou a desenvolver articulações na tentativa de blindar o governador Sérgio Cabral e assim evitar tenha ele que depor a respeito dos contratos entre a Delta e o governo do RJ, na CPI do Congresso criada para investigar a atuação da dupla Demóstenes Torres e Carlos Ramos Cachoeira e sua ramificação com a empresa de Fernando Cavendish”. Como você vê, o notório Renan Calheiros, pivô do escândalo de vendas duvidosas de fazendas e gado, tudo denunciado pela secretária Mônica Veloso, que depois saiu nua na Playboy, continua na ativa dando ordens no puteiro brasilis, quando deveria era estar a ferros!. “Onan, ops, Renan Calheiros, além de criar e ter casos, é senador que também se dedica à pecuária de corte. Seu amor pelos animais de chifre faz com que o seu rebanho de primeira qualidade seja um dos mais caros do Brasil. A arroba do boi do senador alcança um preço recorde, mesmo porque em Aladroas, quer dizer, Alagoas, se arroba muito. Se arroba direto. Renan é mais hábil que David Copperfield, David Blaine, David Neeleman juntos; desenvolveu o truque de fazer gado doente valer mais do que gado saudável, aprimorou a mágica de fazer aparecer e desaparecer extratos bancários e consegue comer mulheres gostosas. Segundo boato nos corredores do Congresso, há uma medida provisória pedindo que ele aja com a mesma ética de Mister M e ensine os seus truques ao povo”. Precisamos provar que governante tem que ser bandido ou tá de bom tamanho? Enter final.
Então o Renan comedor e corrupto ficha-suja defende Cachoeira e cia? Mesmo agora, que integra, tendo telhado de vidro, a comissão de ética do Senado?? É totalmente absurdo que um acusado pela Comissão de Ética de repente faça parte dela... Simplesmente estão TODOS ENGATADOS COMO CÃES depois da cópula. Não há mais como intervir nesse horror degenerativo. Só Deus! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
A Terceira Guerra está aí. Você sabia?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você não é burro... ou é? É burro e não sabe ou é burro assumido, tentando passar por alguém de mente aberta e produtiva? Bem, pelo que vemos neste mundinho de triste cenário, a turma não abre mão de botar o furebs (sabe o que significa? Não está no dicionário, mas revelo p’r’ocê: trata-se da esconsa florzinha que podemos chamar tecnicamente de orifício anal, saída para dejetos alimentares e gases sulfídricos – estes produto de fermentação nos intestinos – e que atende por alvado, anilha, berba, boga, botão, bozó, brioco, buta, cu, diferencial, feofó, finfa, fiofó, fiota, fiote, fioto, foba, fueiro, furico, loto, oritimbó, panela, pêssego, pevide, rosca, roscofe, sim-senhor, tutu, viegas, zé de quinca e outros nomes sempre divertidos) na poltrona e as fuças na telinha. E tome porcaria direto, mesmo sob a qualidade técnica exigida pela organização que quer ver você embasbacado e de cérebro não só em ponto morto, mas em total desativação e deterioração. Isso é a maior das burrices: entregar sua vida a esse retrocesso, a essa destruição, criando para você mesmo um estado de submissão ao que há de mais reles e miserável. Ou você ’tá na da Hebe? Ou da Anamariabrega? Ou do Luciano Hulk? Ou dos outros quengos de frango de granja que pululam na telinha para fazer de você uma besta mais abaixo ainda do nível deles? Você curte um lourojosé, ô meu? Cuidado, bro! Enter.
Bem, você não é burro, admitamos. Então você sabe que já está lutando na Terceira Guerra. Se é burro, não tem idéia disso, não está lutando: já morreu e não sabe... Mas os que nasceram pra seguir o Cristo enxergam claramente a Terceira Guerra, que vai se definindo sem a coisa das outras guerras: esta é uma guerra de fomento de conflitos até o instante fatal em que o mundo entrará em colapso e será apertado o botão vermelho. Aí os donos do mundo assumem abertamente o poder com apenas uma apertada numa coisa do tamanho de um bico de seio. É o golpe de Estado internacional, titica já prevista em manuais reveladores da ação dos Conquistadores do Mundo. Você duvida? Se duvida ainda ganha um pirulito azul – dos pequenos; não ganharia nada caso negasse isso como sendo invencionice dos “teóricos da conspiração”. Para os cabeças duras, a verdade é o que a TV exibe, o resto é esquentação de cabeça de quem não tem o que fazer. Mas a coisa vai ficando feia, e a carantonha do demônio, tanto quanto a imagem deletéria de Baphomet, inclusive associada a artistas como Beyoncé, vai se manifestando em tudo. E a turma não saca. É a turma, agora com aspas – a “turma” –, que executa o programa de insubmissão à Verdade. A “turma” vê TV, desligando o comando de seu órgão cerebral e se prostrando aos pés do Grande Irmão. Você já deve ter sacado isso... mas insistimos. Enter.
A “turma” é aquela que acorda todo dia pela manhã – ou à hora que for – e não acorda: apenas se põe em movimento a serviço do poder que tudo controla. Liga a TV ou, se trabalha, enverga a cangalha e vai como burro de carga cumprir o que lhe mandam fazer. A cangalha pode ser o carro, o metrô, o emprego. Legião imensa de burros de carga, a “turma” vai a estádio, a bares, a baladas, faz tudo que seus amos mandam e ainda se investe como guerreiro defensor dessa estrutura. O resultado direto da ação desses objetos é a inversão de valores que resulta dessa química. Corrupção, corrupção e mais corrupção. Quanto mais se apura ou procura, mais aparece! Será a corrupção o ideal do ser humano? Estará ela proposta nas escrituras sagradas? Claro que não: está nos tratados da dominação e da danação da Humanidade. E os integrantes da “turma” adoram os demônios dos Iluminati, como você pode constatar em http://www.judiciaryreport.com/stars_and_satan.htm e em http://coutinhorapha.blogspot.com.br/2010/05/beyonce-e-baphomet.html, em que artistas abraçam a dominação das trevas e são adorados como mensageiros de uma força superior e irresistível. Mas falamos de Terceira Guerra, que está em curso, e vamos a isso. Enter.
A primeira e a segunda grandes guerras (1914/1918 e 1939/1945) são muuuuuuuuito diferentes do que foi divulgado sobre elas. A máxima “A História é contada pelos vencedores” é implacável: você tem que engolir. Então só é oferecida ao mundo uma das faces da moeda. A II Guerra ter começado quando Hitler invadiu a Polônia é mais que uma verdade falseada: é uma mentira. A verdade é que a invasão foi um revide ao ataque polonês ao posto avançado de Gleivitz. E os vencedores da II Guerra acusam os alemães de terem forjado o ataque à estação de Gleivitz, para desencadear o conflito. Quem diz a verdade? “Quid est veritas?” É quase impossível dizer sem empreender uma pesquisa rigorosa e contra a correnteza da História. Mas é fato que a terceira guerra já está em curso, uma guerra implicitada, subjacente à aparente realidade. Você, se estiver disposto a despertar mesmo, não só acordar do sono diário, noturno ou não, esteja certo: estamos em plena guerra. O maçom maior, Albert Pike, determinou que a III Guerra será entre o judaísmo e o islamismo. Pois bem: a simples criação do Estado de Israel em 1948 terá sido a declaração mundial de guerra judaica ao mundo árabe e ao mundo todo – porque, segundo o mesmo Pike, a guerra se alastrará pelo mundo. Quem a declarou? O mundo judaico? Então o mundo judaico terá declarado guerra ao mundo, indiretamente. Enter final.
Não sou em quem diz que o mundo judaico, é Albert Pike. Acorda aí, ô você! Tem jeito não: a Humanidade vai assistir ao conflito inicialmente pela TV, naquela de furebs no sofá e fuças na telinha. Até que o conflito atinja tudo. Não esqueça: a II Guerra foi declarada em 1933. Quando estourou a canhoneira em 1939, ela já era fato há seis anos... Você sabia? Então fique certo: olho aberto, meu! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Você é burro? Eu sou burro? Vamos a isso...
Frederico Mendonça de Oliveira
Você é burro? O que é “ser burro”? Segundo o Houaiss (você sabe o que é isso? Ele não é “famoso”...), “que ou aquele que é falto de inteligência; estúpido, tolo”. Então vamos a um questionamento sobre isso, e virão conclusões inesperadas. Sempre me pergunto se sou burro, por vários motivos. Vejo os semelhantes andando e correndo atrás de seus interesses, às vezes me bate que eles são burros. Às vezes dá-se o oposto: vendo “o outro”, acho-me burro eu mesmo. Tudo são ilações, claro, mas sempre há algo de concreto como saldo. Se Hamlet (aquela personagem de Shakespeare, você conhece um e outro? Pois nem um nem outro diziam “vou vim”) mandou aquela de “Ser ou não ser, eis a questão”, posso acrescentar algo a esse dilema: “Ser burro ou não ser burro, eis a questão”. Considerando os dias em que navegamos nessa grossa titica nada olorosa, temos de admitir: o contraste entre os seres começa no conjunto. De um lado, os corruptos; do outro, você e eu, e mais a esmagadora maioria dos seres que deambulam neste lugar que já foi país mas continua com o nome um tanto maluco de Brasil (você sabe o que significa isso?), que vivem do trabalho ou da árdua busca de um. E a pergunta é: quem é inteligente e quem é burro quando dividimos a população entre corruptos (755.799 deve ser o número de corruptos instalados na coisa pública e no comando do crime) e os quase 190 milhões restantes, que são os que carregam o “lugar” nas costas e vertendo o suor do trabalho. Enter.
Por exemplo: pegaram os juízes do Tribunal de Justiça de São Paulo recebendo grana grossa – que o suspeitíssimo, antipaticíssimo, arrogantíssimo e narcisistíssimo Ivan Sartori diz ser pagamento devido. Hmmmm... –, e agora, descoberta a farra, cai a turma de corregedorias e o escambau em cima. Quem é inteligente nisso, e quem é burro? Segundo uma advogada professora de uma universidade particular sulmineira, inteligente é quem rouba, burro é quem é roubado. Essa criatura é um exemplo de conduta desviante, chegando ao cúmulo de se evadir pulando a janela do escritório da defensoria onde trabalhava quando lá chegou, para tomar satisfações, um cliente que ela traíra (sem trocadilho) informando aos que o lesaram que ele estava indo tomar medidas através de polícia e o cacete. Para esses estropícios, inteligente é quem se dá bem, não importando como: os fins justificariam os meios. E burro é quem se dá mal, mostrando ser um incauto. Um certo outro advogado, que traiu seus clientes numa hora crucial de uma disputa política, dizia sempre que “o Brasil é um país de malandros e otários”. Burro seriam os otários e inteligentes, os malandros. Bem, isso está pra lá de filosófico. Vamos a fatos concretos, envolvendo excelências e pilantraços. Enter.
Saiu no Estadão: “TJ-SP bloqueia novos pagamentos a desembargadores”, voltando às primeiras páginas o escândalo dos togados deitando e rolando em gordas somas. “O documento atribui aos magistrados desvios de conduta, desmandos, favorecimento à (sic!) apaniguados – inclusive assessoras, motoristas e outros servidores –, pagamentos de verbas vultosas em próprio benefício e graves violações aos princípios da moralidade e da impessoalidade, aos quais a Constituição exige obediência irrestrita”. Serão esses magistrados e seus atrelados inteligentes? Será inteligente isso de meter a mão na cumbuca e ser pilhado nisso como cães depois da cópula, que ficam indefesos porque engatados vergonhosamente aos olhos de todos? Meu pai me contava sobre como se pegavam orangotangos em tempos idos: punham um coco (acentuação no primeiro “o”, fechado) seco e oco preso por uma corda e com arroz dentro dele. Tinha um buraco por onde poderia entrar a mão do macaco. O bicho sentia o cheiro do arroz, ia lá e “metia a mão na cumbuca”. No que fechava a mão com o punhado de arroz, ela não mais saía do coco. E o pongídeo não se toca de que teria de abrir a mão para se livrar. Pois chega lá o homem, inteligente, e enjaula o orangósio, burro. Isso me lembra gente como Maluf, Pita, Severino, os anões do orçamento, os mensaleiros, os cachoeiróides desde Demóstenes até não se sabe quem isso vai atingir. Quem é burro nessa história? Parece que tanto você como eu estamos fora disso... e não seremos burros por submeter nossas vidas a esse desvio do qual, perante o universo, não há retorno. Sob a lei do karma, ou a lei da ação e reação, você rouba nessa e é roubado de alguma forma no outra vida ou nessa mesmo. Afinal, ficar marcado como larápio é muito prejudicial perante Deus... e será um burro quem desrespeitar o oitavo mandamento. Viu só? É melhor usar a cabeça do que bancar um louro josé... Enter.
Burro é quem destrói a própria vida se metendo em falcatruas, mamatas, golpes contra o alheio, trapaças, corrupção de todo tipo. O que equivale a ver que TODO O PODER CONSTITUÍDO, salvas raras exceções, de praxe, é uma bela de uma récua – você sabe: récua é coletivo de burros. É burro quem se envolve nesse mundo corrompido, é burro quem delinqüe, é burro quem quer ter mais do que pode e deve. É inteligente quem não tem desejos, quem não senta à roda dos escarnecedores, quem não se mistura com gente depravada ou corrompida, quem não dedica sua vida à posse de matéria. É inteligente quem sabe ser e não busca o ter. É inteligente quem sabe viver bem com pouco – o “vivere parvo” que Diógenes praticava: viver do mínimo – e não sonha com porcarias passageiras que pedem outras porcarias, pois assim se vai a vida do coitado... do burro. Enter final.
Ser burro não é só falar como um bugre coisas como “vai vim”, seje, esteje, “quer que eu faço”, “de vez em quanto”: é viver essa dimensão de cagar o seu idioma como paradigma de estupidez grosseira. Isso é uma clara manifestação de burrice. Ser burro in totum é pior: é não enxergar Deus e achar que você se basta com sua cuquinha e seus desejos. Mas a turma opta por ligar a TV todo dia na Globo e se deixar emporcalhar com a Anamariabrega e seu porquíssimo lourojosé e manter a sintonia diariamente no plimplim. É cocô na certa! Se você quer ser fimícola... boa sorte. E sonhe com Carlinhos Cachoeira lhe enviando uma bolada... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes...
Você é burro? O que é “ser burro”? Segundo o Houaiss (você sabe o que é isso? Ele não é “famoso”...), “que ou aquele que é falto de inteligência; estúpido, tolo”. Então vamos a um questionamento sobre isso, e virão conclusões inesperadas. Sempre me pergunto se sou burro, por vários motivos. Vejo os semelhantes andando e correndo atrás de seus interesses, às vezes me bate que eles são burros. Às vezes dá-se o oposto: vendo “o outro”, acho-me burro eu mesmo. Tudo são ilações, claro, mas sempre há algo de concreto como saldo. Se Hamlet (aquela personagem de Shakespeare, você conhece um e outro? Pois nem um nem outro diziam “vou vim”) mandou aquela de “Ser ou não ser, eis a questão”, posso acrescentar algo a esse dilema: “Ser burro ou não ser burro, eis a questão”. Considerando os dias em que navegamos nessa grossa titica nada olorosa, temos de admitir: o contraste entre os seres começa no conjunto. De um lado, os corruptos; do outro, você e eu, e mais a esmagadora maioria dos seres que deambulam neste lugar que já foi país mas continua com o nome um tanto maluco de Brasil (você sabe o que significa isso?), que vivem do trabalho ou da árdua busca de um. E a pergunta é: quem é inteligente e quem é burro quando dividimos a população entre corruptos (755.799 deve ser o número de corruptos instalados na coisa pública e no comando do crime) e os quase 190 milhões restantes, que são os que carregam o “lugar” nas costas e vertendo o suor do trabalho. Enter.
Por exemplo: pegaram os juízes do Tribunal de Justiça de São Paulo recebendo grana grossa – que o suspeitíssimo, antipaticíssimo, arrogantíssimo e narcisistíssimo Ivan Sartori diz ser pagamento devido. Hmmmm... –, e agora, descoberta a farra, cai a turma de corregedorias e o escambau em cima. Quem é inteligente nisso, e quem é burro? Segundo uma advogada professora de uma universidade particular sulmineira, inteligente é quem rouba, burro é quem é roubado. Essa criatura é um exemplo de conduta desviante, chegando ao cúmulo de se evadir pulando a janela do escritório da defensoria onde trabalhava quando lá chegou, para tomar satisfações, um cliente que ela traíra (sem trocadilho) informando aos que o lesaram que ele estava indo tomar medidas através de polícia e o cacete. Para esses estropícios, inteligente é quem se dá bem, não importando como: os fins justificariam os meios. E burro é quem se dá mal, mostrando ser um incauto. Um certo outro advogado, que traiu seus clientes numa hora crucial de uma disputa política, dizia sempre que “o Brasil é um país de malandros e otários”. Burro seriam os otários e inteligentes, os malandros. Bem, isso está pra lá de filosófico. Vamos a fatos concretos, envolvendo excelências e pilantraços. Enter.
Saiu no Estadão: “TJ-SP bloqueia novos pagamentos a desembargadores”, voltando às primeiras páginas o escândalo dos togados deitando e rolando em gordas somas. “O documento atribui aos magistrados desvios de conduta, desmandos, favorecimento à (sic!) apaniguados – inclusive assessoras, motoristas e outros servidores –, pagamentos de verbas vultosas em próprio benefício e graves violações aos princípios da moralidade e da impessoalidade, aos quais a Constituição exige obediência irrestrita”. Serão esses magistrados e seus atrelados inteligentes? Será inteligente isso de meter a mão na cumbuca e ser pilhado nisso como cães depois da cópula, que ficam indefesos porque engatados vergonhosamente aos olhos de todos? Meu pai me contava sobre como se pegavam orangotangos em tempos idos: punham um coco (acentuação no primeiro “o”, fechado) seco e oco preso por uma corda e com arroz dentro dele. Tinha um buraco por onde poderia entrar a mão do macaco. O bicho sentia o cheiro do arroz, ia lá e “metia a mão na cumbuca”. No que fechava a mão com o punhado de arroz, ela não mais saía do coco. E o pongídeo não se toca de que teria de abrir a mão para se livrar. Pois chega lá o homem, inteligente, e enjaula o orangósio, burro. Isso me lembra gente como Maluf, Pita, Severino, os anões do orçamento, os mensaleiros, os cachoeiróides desde Demóstenes até não se sabe quem isso vai atingir. Quem é burro nessa história? Parece que tanto você como eu estamos fora disso... e não seremos burros por submeter nossas vidas a esse desvio do qual, perante o universo, não há retorno. Sob a lei do karma, ou a lei da ação e reação, você rouba nessa e é roubado de alguma forma no outra vida ou nessa mesmo. Afinal, ficar marcado como larápio é muito prejudicial perante Deus... e será um burro quem desrespeitar o oitavo mandamento. Viu só? É melhor usar a cabeça do que bancar um louro josé... Enter.
Burro é quem destrói a própria vida se metendo em falcatruas, mamatas, golpes contra o alheio, trapaças, corrupção de todo tipo. O que equivale a ver que TODO O PODER CONSTITUÍDO, salvas raras exceções, de praxe, é uma bela de uma récua – você sabe: récua é coletivo de burros. É burro quem se envolve nesse mundo corrompido, é burro quem delinqüe, é burro quem quer ter mais do que pode e deve. É inteligente quem não tem desejos, quem não senta à roda dos escarnecedores, quem não se mistura com gente depravada ou corrompida, quem não dedica sua vida à posse de matéria. É inteligente quem sabe ser e não busca o ter. É inteligente quem sabe viver bem com pouco – o “vivere parvo” que Diógenes praticava: viver do mínimo – e não sonha com porcarias passageiras que pedem outras porcarias, pois assim se vai a vida do coitado... do burro. Enter final.
Ser burro não é só falar como um bugre coisas como “vai vim”, seje, esteje, “quer que eu faço”, “de vez em quanto”: é viver essa dimensão de cagar o seu idioma como paradigma de estupidez grosseira. Isso é uma clara manifestação de burrice. Ser burro in totum é pior: é não enxergar Deus e achar que você se basta com sua cuquinha e seus desejos. Mas a turma opta por ligar a TV todo dia na Globo e se deixar emporcalhar com a Anamariabrega e seu porquíssimo lourojosé e manter a sintonia diariamente no plimplim. É cocô na certa! Se você quer ser fimícola... boa sorte. E sonhe com Carlinhos Cachoeira lhe enviando uma bolada... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes...
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Brasil em plena decomposição. Que nos espera?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você deverá ter ficado besta com saber que o Carlinhos Cachoeira, bandido preso em presídio de segurança máxima (cheio de mordomias, certamente...) será defendido pelo ex-“ministro da Justiça” Márcio Thomaz Bastos. A titica grossa nisso está em que um homem que conhece a “lei” por dentro dos meandros os mais escusos deste lupanar político chamado Brasil vai ganhar milhões para defender um bandido de alta penetração nos meios “políticos”. Marcião Thomaz conhece tudo e todos, sabe os macetes e caminhos para desarticular qualquer investida contra a bandidagem de colarinho branco. Faz o gênero Mário de Andrade – óculos redondos, calvo, esplancnocrânio, nariz abatatadaço, muito ajanotado no vestir e no posar para as câmeras da nossa tão prostituída “grande imprensa” –, seguramente por fazer da lei o que o poeta modernista fazia da gramática: desfiguração. Se você não sabe, um livro prefaciado pelo vate da Paulicéia Desvairada sobre o compositor soviético Shostakovich contém uma nota do editor, ao final do extenso prefácio: “Foi respeitada neste prefácio a ORTOgrafia do autor”. Que de orto não tem nada. Assim é seu clone na “justiça” de hoje no Brasil: de integridade jurídica ele não tem nada... e não sei se você viu essa “distinta” figureta, quando daquela pantomima odiosa dos cães inimigos do Brasil para o “desarmamento”, dando marteladas num revólver à guisa de se mostrar “contra a violência” e, claro, pondo-se a favor da intervenção criminosa contra a soberania nacional. Afora a maneira como ele batia, que lembrou aquela pergunta da marchinha “Cabeleira do Zezé” (“será que ele é?”), a atitude é de um ser abjeto, de um asqueroso traidor da pátria que o pariu. E você vai ver por quê. Enter.
O “estatuto do desarmamento”, golpe torpe em nossa claudicante senão já estraçalhada soberania, mostra o quanto estamos à mercê de pilantraços e de traidores pustulentos, que agem escancaradamente como se vendessem a própria mãe, pondo-a pra rodar bolsinha pelas ruas cheias de cafajestes e capadócios useiros e vezeiros de patifarias e portando navalhas para dirimir dúvidas e contendas. Figuras patéticas circulam nesse cenário de degeneração, montando um painel felliniano escancarado numa capital de aspecto daliniano. Ex-ministro da “justiça”, MTB agora é o contratado para atacar de garantidor da liberdade a que aspira um arquibandido acusado de crimes e mais crimes contra o erário e envolvido com meio mundo na esfera política desta desgraçada Pindorama. O que se espera de um homem que não se vexa de servir, sob grossa remuneração, a um notório meliante, aliás já devidamente trancafiado em Mossoró, RN, embora certamente deitando e rolando em mordomias, como já considerado. A pergunta é: estando a essa altura montado em patrimônio que o faz completamente senhor de seu nariz – eta nariz!... – o ajanotado ex-ministro não poderia muito bem se esquivar de se envolver com defesas dessa natureza, passando a bola para colegas menos “montados”? Não seria uma questão de higiene espiritual não misturar essa auras – que a macacada brasilis, a bem do emporcalhamento do idioma e da autodestruição moral chama de “áurea” – evitando rombos no perispírito? Não seria, por outro lado, atitude de gente decente não faturar se emporcalhando nesse mar de lama pra ganhar uns milhõezinhos? Ou é aquilo que disseram ou o Paulo Betti ou o outro lá, naquele encontro com Lula na casa do Gil no Rio: “Fazer política é meter a mão na merda” ou coisa por aí? Ou seria o que disse o maestro petista Wagner Tiso, a coisa de “não estar nem aí pra ética do PT ou qualquer tipo de ética: importa é o jogo do poder”, frase lapidar como paradigma para o emporcalhado pragmatismo que esmaga nossas vidas nesse tempo de honoráveis arquibandidos? Bem, “dom” Márcio, sua imagem e atuação sempre causou engulhos a gente digna e que guarda o Cristo no coração. Boa sorte em sua nova tacada, ou, melhor: que sua defesa falhe geral, que o meliante continue em cana, para honrar os homens honestos vergados em aflição nesse bordel tupiniquim em que o senhor está sempre desfilando mariodeandrademente no andar de cima. Enter.
Deu na Tribuna da Internet: “Como se sabe, o ex-ministro é o responsável pela defesa de nomes indefensáveis como Carlinhos Cachoeira, a empresária Tânia Bulhões, envolvida em sonegação e contrabando, o médico Roger Abdelmassih, que dopava e estuprava as pacientes e está foragido, além de empresários picaretas e bandidos da pior espécie”. E a TI fecha a gestalt: “Se abordar esses casos na autobiografia, o livro de Thomaz Bastos será um espetáculo. Especula-se, por exemplo, que ele estaria cobrando R$ 15 milhões para soltar Cachoeira, o mesmo preço que cobra a grandes trambiqueiros, digo, empreiteiros. O ex-ministro é igual ao sabonete Lifeboy, vale quanto pesa”. E Carlos Newton, na mesma publicação, completa: “Ao mesmo tempo, o advogado (de Cachoeira) Antonio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação das escutas entre o parlamentar e o empresário (aspas nisso, CN!) Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Alega que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal deveriam ter pedido autorização ao STF para fazer as gravações telefônicas, porque Demóstenes é senador e tem foro privilegiado”. Você deve estar todo borrado, né? Enter final.
Estamos todos borrados, mas a grande, esmagadora maioria dos pobres diabos brazuqueiros está de toba colado na poltrona e os cornos pregados na TV assistindo desde aos currupacos escrotos daquele mísero e asqueroso louro josé até às porcarias tão bem filmadas das novelas do plimplim. Plimplim que na verdade lembra as caganitas tipo de cabra caindo na água do vaso quando a ingestão demasiada de açúcar prendia meus intestinos na primeira infância. O horror é a normalidade hoje nesse lugar irremediavelmente emporcalhado. Esse lugar chama-se ainda Brasil. Logo logo vai virar outra coisa. A menos que Deus tenha outro projeto. Só Deus... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Você deverá ter ficado besta com saber que o Carlinhos Cachoeira, bandido preso em presídio de segurança máxima (cheio de mordomias, certamente...) será defendido pelo ex-“ministro da Justiça” Márcio Thomaz Bastos. A titica grossa nisso está em que um homem que conhece a “lei” por dentro dos meandros os mais escusos deste lupanar político chamado Brasil vai ganhar milhões para defender um bandido de alta penetração nos meios “políticos”. Marcião Thomaz conhece tudo e todos, sabe os macetes e caminhos para desarticular qualquer investida contra a bandidagem de colarinho branco. Faz o gênero Mário de Andrade – óculos redondos, calvo, esplancnocrânio, nariz abatatadaço, muito ajanotado no vestir e no posar para as câmeras da nossa tão prostituída “grande imprensa” –, seguramente por fazer da lei o que o poeta modernista fazia da gramática: desfiguração. Se você não sabe, um livro prefaciado pelo vate da Paulicéia Desvairada sobre o compositor soviético Shostakovich contém uma nota do editor, ao final do extenso prefácio: “Foi respeitada neste prefácio a ORTOgrafia do autor”. Que de orto não tem nada. Assim é seu clone na “justiça” de hoje no Brasil: de integridade jurídica ele não tem nada... e não sei se você viu essa “distinta” figureta, quando daquela pantomima odiosa dos cães inimigos do Brasil para o “desarmamento”, dando marteladas num revólver à guisa de se mostrar “contra a violência” e, claro, pondo-se a favor da intervenção criminosa contra a soberania nacional. Afora a maneira como ele batia, que lembrou aquela pergunta da marchinha “Cabeleira do Zezé” (“será que ele é?”), a atitude é de um ser abjeto, de um asqueroso traidor da pátria que o pariu. E você vai ver por quê. Enter.
O “estatuto do desarmamento”, golpe torpe em nossa claudicante senão já estraçalhada soberania, mostra o quanto estamos à mercê de pilantraços e de traidores pustulentos, que agem escancaradamente como se vendessem a própria mãe, pondo-a pra rodar bolsinha pelas ruas cheias de cafajestes e capadócios useiros e vezeiros de patifarias e portando navalhas para dirimir dúvidas e contendas. Figuras patéticas circulam nesse cenário de degeneração, montando um painel felliniano escancarado numa capital de aspecto daliniano. Ex-ministro da “justiça”, MTB agora é o contratado para atacar de garantidor da liberdade a que aspira um arquibandido acusado de crimes e mais crimes contra o erário e envolvido com meio mundo na esfera política desta desgraçada Pindorama. O que se espera de um homem que não se vexa de servir, sob grossa remuneração, a um notório meliante, aliás já devidamente trancafiado em Mossoró, RN, embora certamente deitando e rolando em mordomias, como já considerado. A pergunta é: estando a essa altura montado em patrimônio que o faz completamente senhor de seu nariz – eta nariz!... – o ajanotado ex-ministro não poderia muito bem se esquivar de se envolver com defesas dessa natureza, passando a bola para colegas menos “montados”? Não seria uma questão de higiene espiritual não misturar essa auras – que a macacada brasilis, a bem do emporcalhamento do idioma e da autodestruição moral chama de “áurea” – evitando rombos no perispírito? Não seria, por outro lado, atitude de gente decente não faturar se emporcalhando nesse mar de lama pra ganhar uns milhõezinhos? Ou é aquilo que disseram ou o Paulo Betti ou o outro lá, naquele encontro com Lula na casa do Gil no Rio: “Fazer política é meter a mão na merda” ou coisa por aí? Ou seria o que disse o maestro petista Wagner Tiso, a coisa de “não estar nem aí pra ética do PT ou qualquer tipo de ética: importa é o jogo do poder”, frase lapidar como paradigma para o emporcalhado pragmatismo que esmaga nossas vidas nesse tempo de honoráveis arquibandidos? Bem, “dom” Márcio, sua imagem e atuação sempre causou engulhos a gente digna e que guarda o Cristo no coração. Boa sorte em sua nova tacada, ou, melhor: que sua defesa falhe geral, que o meliante continue em cana, para honrar os homens honestos vergados em aflição nesse bordel tupiniquim em que o senhor está sempre desfilando mariodeandrademente no andar de cima. Enter.
Deu na Tribuna da Internet: “Como se sabe, o ex-ministro é o responsável pela defesa de nomes indefensáveis como Carlinhos Cachoeira, a empresária Tânia Bulhões, envolvida em sonegação e contrabando, o médico Roger Abdelmassih, que dopava e estuprava as pacientes e está foragido, além de empresários picaretas e bandidos da pior espécie”. E a TI fecha a gestalt: “Se abordar esses casos na autobiografia, o livro de Thomaz Bastos será um espetáculo. Especula-se, por exemplo, que ele estaria cobrando R$ 15 milhões para soltar Cachoeira, o mesmo preço que cobra a grandes trambiqueiros, digo, empreiteiros. O ex-ministro é igual ao sabonete Lifeboy, vale quanto pesa”. E Carlos Newton, na mesma publicação, completa: “Ao mesmo tempo, o advogado (de Cachoeira) Antonio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação das escutas entre o parlamentar e o empresário (aspas nisso, CN!) Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Alega que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal deveriam ter pedido autorização ao STF para fazer as gravações telefônicas, porque Demóstenes é senador e tem foro privilegiado”. Você deve estar todo borrado, né? Enter final.
Estamos todos borrados, mas a grande, esmagadora maioria dos pobres diabos brazuqueiros está de toba colado na poltrona e os cornos pregados na TV assistindo desde aos currupacos escrotos daquele mísero e asqueroso louro josé até às porcarias tão bem filmadas das novelas do plimplim. Plimplim que na verdade lembra as caganitas tipo de cabra caindo na água do vaso quando a ingestão demasiada de açúcar prendia meus intestinos na primeira infância. O horror é a normalidade hoje nesse lugar irremediavelmente emporcalhado. Esse lugar chama-se ainda Brasil. Logo logo vai virar outra coisa. A menos que Deus tenha outro projeto. Só Deus... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
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