sexta-feira, 4 de maio de 2012
Julgamento do Mensalão, CPI do Cachoeira... será tudo farsa?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você deve lembrar da “ida do homem à Lua”, uma farsa que nos coloca na condição de otários mugentes e balantes, dignos da legião dos zumbis que deambulam pelas ruas indo atrás não sabem de quê. A estupidez está generalizada e já faz parte do corpo social mundial. Tirando os povos apegados a tradições milenares e que seguem suas filosofias religiosas à risca – árabes e orientais radicais, em sua maioria; judeus ortodoxos também se mantêm fiéis a seus credos, mas são minoria irrisória –, o mundo é mais que 90% uma boiada não pensante, condicionada, cooptada e escravizada. A encenação do homem na Lua mostra o quanto estamos indefesos e atrasados em relação aos projetos dos que dominam o mundo, e nada podemos fazer por nós: essa “humanidade” não acordará jamais. Talvez seja a turma de que o Cristo falava, que será ceifada e lançada ao forno. Então você fica todo dia vendo o movimento de CPI do Cachoeira, o sempre adiado começo do julgamento dos bandidos do mensalão, e tudo vai mas não vai, parece que começa a andar e, quando se vê, parou de novo, sempre por motivos além de nossa compreensão de cabeças de penico cheio da merda que eles querem que sejamos. Tanto é que Cristiane Torloni é vista por milhõõõõõõõõões de “brasileiros” toda noite, contracenando com a nova “musa” das oito, Lilian Cabral (é isso?), e lá vem José Mayer pro enredo, e a macacada brasilis de furebs na poltrona e guampas na telinha, e o Brasil, ó! Enter.
“A corrupção evolui como uma doença degenerativa na administração pública. O Estado se tornou uma possessão de quadrilhas organizadas, o que torna o poder público uma propriedade de poucos. Chegou o momento em que a sociedade precisa lutar pela desprivatização do Estado. As máfias brasileiras, que se servem do que é publico, deixam as máfias italianas no chinelo. É agora ou nunca: estanca-se a corrupção ou ela vai acabar com o país”, declarou Roberto Barbosa na Tribuna da Internet, blog onde você encontra uma visão real do horror que nos assola. Pois a turma grita em blogs, mas a grande imprensa cria um “tudo bem”, quando na verdade isso significa “tudo sob controle” ou “tá tudo dominado”. Impedindo uma imprensa de oposição através de um monopólio associando jornalões.a grandes empresas e mesmo ao “governo”, só sabemos de verdades sobre o que vai por aí através de blogs. E quem lê blogs? O meu, por exemplo, NINGUÉM LÊ. E para mim é até uma diversão escrever para ninguém; e, sendo guitarrista pensador e, não, futeboleiro – não toco guitarra como craques do futebol tocam a bola, com os pés – toco também para ninguém; e, sendo artista plástico abstracionista, crio as obras mas não as exponho mais, evitando assim o vexame de as “pessoas” verem as obras e dizerem que “não entendem”. Não entendem é nada, porra nenhuma, só entendem é de obedecer ao Sistema bem direitinho, pra ganhar o pirulito azul no fim da história. É mole? É, e não sobe... – refiro-me “ao do povo”, que brochou de há muito!... Enter.
“O procurador se saiu bem e escapou por um triz. Mas suas explicações foram primárias. Dizer que ‘optou por sobrestar o caso, para evitar que fossem reveladas outras investigações’ é uma desculpa inacreditável. O mais incrível, porém, é que a CPI parece ter desistido de convocá-lo. Se agiu assim, começou muito mal”. Eis aí o Carlos Newton, da mesma TI, mostrando como se vão acochambrando as coisas para livrar os bandidos da ação da Justiça. A Justiça, por sua vez, está na berlinda, desde que Eliana Calmon denunciou a existência de bandidos de toga e a necessidade de o Conselho Nacional de Justiça partir pra cima de suas excelências investigando seus ganhos e sua blindagem, que os torna gente acima da lei. Mas tem mais: o colunista Pedro do Coutto, na mesma TI, informa que “Reportagem de Maria Lima, publicada com grande destaque no Globo de primeiro de maio, revela que o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, começou a desenvolver articulações na tentativa de blindar o governador Sérgio Cabral e assim evitar tenha ele que depor a respeito dos contratos entre a Delta e o governo do RJ, na CPI do Congresso criada para investigar a atuação da dupla Demóstenes Torres e Carlos Ramos Cachoeira e sua ramificação com a empresa de Fernando Cavendish”. Como você vê, o notório Renan Calheiros, pivô do escândalo de vendas duvidosas de fazendas e gado, tudo denunciado pela secretária Mônica Veloso, que depois saiu nua na Playboy, continua na ativa dando ordens no puteiro brasilis, quando deveria era estar a ferros!. “Onan, ops, Renan Calheiros, além de criar e ter casos, é senador que também se dedica à pecuária de corte. Seu amor pelos animais de chifre faz com que o seu rebanho de primeira qualidade seja um dos mais caros do Brasil. A arroba do boi do senador alcança um preço recorde, mesmo porque em Aladroas, quer dizer, Alagoas, se arroba muito. Se arroba direto. Renan é mais hábil que David Copperfield, David Blaine, David Neeleman juntos; desenvolveu o truque de fazer gado doente valer mais do que gado saudável, aprimorou a mágica de fazer aparecer e desaparecer extratos bancários e consegue comer mulheres gostosas. Segundo boato nos corredores do Congresso, há uma medida provisória pedindo que ele aja com a mesma ética de Mister M e ensine os seus truques ao povo”. Precisamos provar que governante tem que ser bandido ou tá de bom tamanho? Enter final.
Então o Renan comedor e corrupto ficha-suja defende Cachoeira e cia? Mesmo agora, que integra, tendo telhado de vidro, a comissão de ética do Senado?? É totalmente absurdo que um acusado pela Comissão de Ética de repente faça parte dela... Simplesmente estão TODOS ENGATADOS COMO CÃES depois da cópula. Não há mais como intervir nesse horror degenerativo. Só Deus! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
A Terceira Guerra está aí. Você sabia?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você não é burro... ou é? É burro e não sabe ou é burro assumido, tentando passar por alguém de mente aberta e produtiva? Bem, pelo que vemos neste mundinho de triste cenário, a turma não abre mão de botar o furebs (sabe o que significa? Não está no dicionário, mas revelo p’r’ocê: trata-se da esconsa florzinha que podemos chamar tecnicamente de orifício anal, saída para dejetos alimentares e gases sulfídricos – estes produto de fermentação nos intestinos – e que atende por alvado, anilha, berba, boga, botão, bozó, brioco, buta, cu, diferencial, feofó, finfa, fiofó, fiota, fiote, fioto, foba, fueiro, furico, loto, oritimbó, panela, pêssego, pevide, rosca, roscofe, sim-senhor, tutu, viegas, zé de quinca e outros nomes sempre divertidos) na poltrona e as fuças na telinha. E tome porcaria direto, mesmo sob a qualidade técnica exigida pela organização que quer ver você embasbacado e de cérebro não só em ponto morto, mas em total desativação e deterioração. Isso é a maior das burrices: entregar sua vida a esse retrocesso, a essa destruição, criando para você mesmo um estado de submissão ao que há de mais reles e miserável. Ou você ’tá na da Hebe? Ou da Anamariabrega? Ou do Luciano Hulk? Ou dos outros quengos de frango de granja que pululam na telinha para fazer de você uma besta mais abaixo ainda do nível deles? Você curte um lourojosé, ô meu? Cuidado, bro! Enter.
Bem, você não é burro, admitamos. Então você sabe que já está lutando na Terceira Guerra. Se é burro, não tem idéia disso, não está lutando: já morreu e não sabe... Mas os que nasceram pra seguir o Cristo enxergam claramente a Terceira Guerra, que vai se definindo sem a coisa das outras guerras: esta é uma guerra de fomento de conflitos até o instante fatal em que o mundo entrará em colapso e será apertado o botão vermelho. Aí os donos do mundo assumem abertamente o poder com apenas uma apertada numa coisa do tamanho de um bico de seio. É o golpe de Estado internacional, titica já prevista em manuais reveladores da ação dos Conquistadores do Mundo. Você duvida? Se duvida ainda ganha um pirulito azul – dos pequenos; não ganharia nada caso negasse isso como sendo invencionice dos “teóricos da conspiração”. Para os cabeças duras, a verdade é o que a TV exibe, o resto é esquentação de cabeça de quem não tem o que fazer. Mas a coisa vai ficando feia, e a carantonha do demônio, tanto quanto a imagem deletéria de Baphomet, inclusive associada a artistas como Beyoncé, vai se manifestando em tudo. E a turma não saca. É a turma, agora com aspas – a “turma” –, que executa o programa de insubmissão à Verdade. A “turma” vê TV, desligando o comando de seu órgão cerebral e se prostrando aos pés do Grande Irmão. Você já deve ter sacado isso... mas insistimos. Enter.
A “turma” é aquela que acorda todo dia pela manhã – ou à hora que for – e não acorda: apenas se põe em movimento a serviço do poder que tudo controla. Liga a TV ou, se trabalha, enverga a cangalha e vai como burro de carga cumprir o que lhe mandam fazer. A cangalha pode ser o carro, o metrô, o emprego. Legião imensa de burros de carga, a “turma” vai a estádio, a bares, a baladas, faz tudo que seus amos mandam e ainda se investe como guerreiro defensor dessa estrutura. O resultado direto da ação desses objetos é a inversão de valores que resulta dessa química. Corrupção, corrupção e mais corrupção. Quanto mais se apura ou procura, mais aparece! Será a corrupção o ideal do ser humano? Estará ela proposta nas escrituras sagradas? Claro que não: está nos tratados da dominação e da danação da Humanidade. E os integrantes da “turma” adoram os demônios dos Iluminati, como você pode constatar em http://www.judiciaryreport.com/stars_and_satan.htm e em http://coutinhorapha.blogspot.com.br/2010/05/beyonce-e-baphomet.html, em que artistas abraçam a dominação das trevas e são adorados como mensageiros de uma força superior e irresistível. Mas falamos de Terceira Guerra, que está em curso, e vamos a isso. Enter.
A primeira e a segunda grandes guerras (1914/1918 e 1939/1945) são muuuuuuuuito diferentes do que foi divulgado sobre elas. A máxima “A História é contada pelos vencedores” é implacável: você tem que engolir. Então só é oferecida ao mundo uma das faces da moeda. A II Guerra ter começado quando Hitler invadiu a Polônia é mais que uma verdade falseada: é uma mentira. A verdade é que a invasão foi um revide ao ataque polonês ao posto avançado de Gleivitz. E os vencedores da II Guerra acusam os alemães de terem forjado o ataque à estação de Gleivitz, para desencadear o conflito. Quem diz a verdade? “Quid est veritas?” É quase impossível dizer sem empreender uma pesquisa rigorosa e contra a correnteza da História. Mas é fato que a terceira guerra já está em curso, uma guerra implicitada, subjacente à aparente realidade. Você, se estiver disposto a despertar mesmo, não só acordar do sono diário, noturno ou não, esteja certo: estamos em plena guerra. O maçom maior, Albert Pike, determinou que a III Guerra será entre o judaísmo e o islamismo. Pois bem: a simples criação do Estado de Israel em 1948 terá sido a declaração mundial de guerra judaica ao mundo árabe e ao mundo todo – porque, segundo o mesmo Pike, a guerra se alastrará pelo mundo. Quem a declarou? O mundo judaico? Então o mundo judaico terá declarado guerra ao mundo, indiretamente. Enter final.
Não sou em quem diz que o mundo judaico, é Albert Pike. Acorda aí, ô você! Tem jeito não: a Humanidade vai assistir ao conflito inicialmente pela TV, naquela de furebs no sofá e fuças na telinha. Até que o conflito atinja tudo. Não esqueça: a II Guerra foi declarada em 1933. Quando estourou a canhoneira em 1939, ela já era fato há seis anos... Você sabia? Então fique certo: olho aberto, meu! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Você é burro? Eu sou burro? Vamos a isso...
Frederico Mendonça de Oliveira
Você é burro? O que é “ser burro”? Segundo o Houaiss (você sabe o que é isso? Ele não é “famoso”...), “que ou aquele que é falto de inteligência; estúpido, tolo”. Então vamos a um questionamento sobre isso, e virão conclusões inesperadas. Sempre me pergunto se sou burro, por vários motivos. Vejo os semelhantes andando e correndo atrás de seus interesses, às vezes me bate que eles são burros. Às vezes dá-se o oposto: vendo “o outro”, acho-me burro eu mesmo. Tudo são ilações, claro, mas sempre há algo de concreto como saldo. Se Hamlet (aquela personagem de Shakespeare, você conhece um e outro? Pois nem um nem outro diziam “vou vim”) mandou aquela de “Ser ou não ser, eis a questão”, posso acrescentar algo a esse dilema: “Ser burro ou não ser burro, eis a questão”. Considerando os dias em que navegamos nessa grossa titica nada olorosa, temos de admitir: o contraste entre os seres começa no conjunto. De um lado, os corruptos; do outro, você e eu, e mais a esmagadora maioria dos seres que deambulam neste lugar que já foi país mas continua com o nome um tanto maluco de Brasil (você sabe o que significa isso?), que vivem do trabalho ou da árdua busca de um. E a pergunta é: quem é inteligente e quem é burro quando dividimos a população entre corruptos (755.799 deve ser o número de corruptos instalados na coisa pública e no comando do crime) e os quase 190 milhões restantes, que são os que carregam o “lugar” nas costas e vertendo o suor do trabalho. Enter.
Por exemplo: pegaram os juízes do Tribunal de Justiça de São Paulo recebendo grana grossa – que o suspeitíssimo, antipaticíssimo, arrogantíssimo e narcisistíssimo Ivan Sartori diz ser pagamento devido. Hmmmm... –, e agora, descoberta a farra, cai a turma de corregedorias e o escambau em cima. Quem é inteligente nisso, e quem é burro? Segundo uma advogada professora de uma universidade particular sulmineira, inteligente é quem rouba, burro é quem é roubado. Essa criatura é um exemplo de conduta desviante, chegando ao cúmulo de se evadir pulando a janela do escritório da defensoria onde trabalhava quando lá chegou, para tomar satisfações, um cliente que ela traíra (sem trocadilho) informando aos que o lesaram que ele estava indo tomar medidas através de polícia e o cacete. Para esses estropícios, inteligente é quem se dá bem, não importando como: os fins justificariam os meios. E burro é quem se dá mal, mostrando ser um incauto. Um certo outro advogado, que traiu seus clientes numa hora crucial de uma disputa política, dizia sempre que “o Brasil é um país de malandros e otários”. Burro seriam os otários e inteligentes, os malandros. Bem, isso está pra lá de filosófico. Vamos a fatos concretos, envolvendo excelências e pilantraços. Enter.
Saiu no Estadão: “TJ-SP bloqueia novos pagamentos a desembargadores”, voltando às primeiras páginas o escândalo dos togados deitando e rolando em gordas somas. “O documento atribui aos magistrados desvios de conduta, desmandos, favorecimento à (sic!) apaniguados – inclusive assessoras, motoristas e outros servidores –, pagamentos de verbas vultosas em próprio benefício e graves violações aos princípios da moralidade e da impessoalidade, aos quais a Constituição exige obediência irrestrita”. Serão esses magistrados e seus atrelados inteligentes? Será inteligente isso de meter a mão na cumbuca e ser pilhado nisso como cães depois da cópula, que ficam indefesos porque engatados vergonhosamente aos olhos de todos? Meu pai me contava sobre como se pegavam orangotangos em tempos idos: punham um coco (acentuação no primeiro “o”, fechado) seco e oco preso por uma corda e com arroz dentro dele. Tinha um buraco por onde poderia entrar a mão do macaco. O bicho sentia o cheiro do arroz, ia lá e “metia a mão na cumbuca”. No que fechava a mão com o punhado de arroz, ela não mais saía do coco. E o pongídeo não se toca de que teria de abrir a mão para se livrar. Pois chega lá o homem, inteligente, e enjaula o orangósio, burro. Isso me lembra gente como Maluf, Pita, Severino, os anões do orçamento, os mensaleiros, os cachoeiróides desde Demóstenes até não se sabe quem isso vai atingir. Quem é burro nessa história? Parece que tanto você como eu estamos fora disso... e não seremos burros por submeter nossas vidas a esse desvio do qual, perante o universo, não há retorno. Sob a lei do karma, ou a lei da ação e reação, você rouba nessa e é roubado de alguma forma no outra vida ou nessa mesmo. Afinal, ficar marcado como larápio é muito prejudicial perante Deus... e será um burro quem desrespeitar o oitavo mandamento. Viu só? É melhor usar a cabeça do que bancar um louro josé... Enter.
Burro é quem destrói a própria vida se metendo em falcatruas, mamatas, golpes contra o alheio, trapaças, corrupção de todo tipo. O que equivale a ver que TODO O PODER CONSTITUÍDO, salvas raras exceções, de praxe, é uma bela de uma récua – você sabe: récua é coletivo de burros. É burro quem se envolve nesse mundo corrompido, é burro quem delinqüe, é burro quem quer ter mais do que pode e deve. É inteligente quem não tem desejos, quem não senta à roda dos escarnecedores, quem não se mistura com gente depravada ou corrompida, quem não dedica sua vida à posse de matéria. É inteligente quem sabe ser e não busca o ter. É inteligente quem sabe viver bem com pouco – o “vivere parvo” que Diógenes praticava: viver do mínimo – e não sonha com porcarias passageiras que pedem outras porcarias, pois assim se vai a vida do coitado... do burro. Enter final.
Ser burro não é só falar como um bugre coisas como “vai vim”, seje, esteje, “quer que eu faço”, “de vez em quanto”: é viver essa dimensão de cagar o seu idioma como paradigma de estupidez grosseira. Isso é uma clara manifestação de burrice. Ser burro in totum é pior: é não enxergar Deus e achar que você se basta com sua cuquinha e seus desejos. Mas a turma opta por ligar a TV todo dia na Globo e se deixar emporcalhar com a Anamariabrega e seu porquíssimo lourojosé e manter a sintonia diariamente no plimplim. É cocô na certa! Se você quer ser fimícola... boa sorte. E sonhe com Carlinhos Cachoeira lhe enviando uma bolada... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes...
Você é burro? O que é “ser burro”? Segundo o Houaiss (você sabe o que é isso? Ele não é “famoso”...), “que ou aquele que é falto de inteligência; estúpido, tolo”. Então vamos a um questionamento sobre isso, e virão conclusões inesperadas. Sempre me pergunto se sou burro, por vários motivos. Vejo os semelhantes andando e correndo atrás de seus interesses, às vezes me bate que eles são burros. Às vezes dá-se o oposto: vendo “o outro”, acho-me burro eu mesmo. Tudo são ilações, claro, mas sempre há algo de concreto como saldo. Se Hamlet (aquela personagem de Shakespeare, você conhece um e outro? Pois nem um nem outro diziam “vou vim”) mandou aquela de “Ser ou não ser, eis a questão”, posso acrescentar algo a esse dilema: “Ser burro ou não ser burro, eis a questão”. Considerando os dias em que navegamos nessa grossa titica nada olorosa, temos de admitir: o contraste entre os seres começa no conjunto. De um lado, os corruptos; do outro, você e eu, e mais a esmagadora maioria dos seres que deambulam neste lugar que já foi país mas continua com o nome um tanto maluco de Brasil (você sabe o que significa isso?), que vivem do trabalho ou da árdua busca de um. E a pergunta é: quem é inteligente e quem é burro quando dividimos a população entre corruptos (755.799 deve ser o número de corruptos instalados na coisa pública e no comando do crime) e os quase 190 milhões restantes, que são os que carregam o “lugar” nas costas e vertendo o suor do trabalho. Enter.
Por exemplo: pegaram os juízes do Tribunal de Justiça de São Paulo recebendo grana grossa – que o suspeitíssimo, antipaticíssimo, arrogantíssimo e narcisistíssimo Ivan Sartori diz ser pagamento devido. Hmmmm... –, e agora, descoberta a farra, cai a turma de corregedorias e o escambau em cima. Quem é inteligente nisso, e quem é burro? Segundo uma advogada professora de uma universidade particular sulmineira, inteligente é quem rouba, burro é quem é roubado. Essa criatura é um exemplo de conduta desviante, chegando ao cúmulo de se evadir pulando a janela do escritório da defensoria onde trabalhava quando lá chegou, para tomar satisfações, um cliente que ela traíra (sem trocadilho) informando aos que o lesaram que ele estava indo tomar medidas através de polícia e o cacete. Para esses estropícios, inteligente é quem se dá bem, não importando como: os fins justificariam os meios. E burro é quem se dá mal, mostrando ser um incauto. Um certo outro advogado, que traiu seus clientes numa hora crucial de uma disputa política, dizia sempre que “o Brasil é um país de malandros e otários”. Burro seriam os otários e inteligentes, os malandros. Bem, isso está pra lá de filosófico. Vamos a fatos concretos, envolvendo excelências e pilantraços. Enter.
Saiu no Estadão: “TJ-SP bloqueia novos pagamentos a desembargadores”, voltando às primeiras páginas o escândalo dos togados deitando e rolando em gordas somas. “O documento atribui aos magistrados desvios de conduta, desmandos, favorecimento à (sic!) apaniguados – inclusive assessoras, motoristas e outros servidores –, pagamentos de verbas vultosas em próprio benefício e graves violações aos princípios da moralidade e da impessoalidade, aos quais a Constituição exige obediência irrestrita”. Serão esses magistrados e seus atrelados inteligentes? Será inteligente isso de meter a mão na cumbuca e ser pilhado nisso como cães depois da cópula, que ficam indefesos porque engatados vergonhosamente aos olhos de todos? Meu pai me contava sobre como se pegavam orangotangos em tempos idos: punham um coco (acentuação no primeiro “o”, fechado) seco e oco preso por uma corda e com arroz dentro dele. Tinha um buraco por onde poderia entrar a mão do macaco. O bicho sentia o cheiro do arroz, ia lá e “metia a mão na cumbuca”. No que fechava a mão com o punhado de arroz, ela não mais saía do coco. E o pongídeo não se toca de que teria de abrir a mão para se livrar. Pois chega lá o homem, inteligente, e enjaula o orangósio, burro. Isso me lembra gente como Maluf, Pita, Severino, os anões do orçamento, os mensaleiros, os cachoeiróides desde Demóstenes até não se sabe quem isso vai atingir. Quem é burro nessa história? Parece que tanto você como eu estamos fora disso... e não seremos burros por submeter nossas vidas a esse desvio do qual, perante o universo, não há retorno. Sob a lei do karma, ou a lei da ação e reação, você rouba nessa e é roubado de alguma forma no outra vida ou nessa mesmo. Afinal, ficar marcado como larápio é muito prejudicial perante Deus... e será um burro quem desrespeitar o oitavo mandamento. Viu só? É melhor usar a cabeça do que bancar um louro josé... Enter.
Burro é quem destrói a própria vida se metendo em falcatruas, mamatas, golpes contra o alheio, trapaças, corrupção de todo tipo. O que equivale a ver que TODO O PODER CONSTITUÍDO, salvas raras exceções, de praxe, é uma bela de uma récua – você sabe: récua é coletivo de burros. É burro quem se envolve nesse mundo corrompido, é burro quem delinqüe, é burro quem quer ter mais do que pode e deve. É inteligente quem não tem desejos, quem não senta à roda dos escarnecedores, quem não se mistura com gente depravada ou corrompida, quem não dedica sua vida à posse de matéria. É inteligente quem sabe ser e não busca o ter. É inteligente quem sabe viver bem com pouco – o “vivere parvo” que Diógenes praticava: viver do mínimo – e não sonha com porcarias passageiras que pedem outras porcarias, pois assim se vai a vida do coitado... do burro. Enter final.
Ser burro não é só falar como um bugre coisas como “vai vim”, seje, esteje, “quer que eu faço”, “de vez em quanto”: é viver essa dimensão de cagar o seu idioma como paradigma de estupidez grosseira. Isso é uma clara manifestação de burrice. Ser burro in totum é pior: é não enxergar Deus e achar que você se basta com sua cuquinha e seus desejos. Mas a turma opta por ligar a TV todo dia na Globo e se deixar emporcalhar com a Anamariabrega e seu porquíssimo lourojosé e manter a sintonia diariamente no plimplim. É cocô na certa! Se você quer ser fimícola... boa sorte. E sonhe com Carlinhos Cachoeira lhe enviando uma bolada... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes...
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Brasil em plena decomposição. Que nos espera?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você deverá ter ficado besta com saber que o Carlinhos Cachoeira, bandido preso em presídio de segurança máxima (cheio de mordomias, certamente...) será defendido pelo ex-“ministro da Justiça” Márcio Thomaz Bastos. A titica grossa nisso está em que um homem que conhece a “lei” por dentro dos meandros os mais escusos deste lupanar político chamado Brasil vai ganhar milhões para defender um bandido de alta penetração nos meios “políticos”. Marcião Thomaz conhece tudo e todos, sabe os macetes e caminhos para desarticular qualquer investida contra a bandidagem de colarinho branco. Faz o gênero Mário de Andrade – óculos redondos, calvo, esplancnocrânio, nariz abatatadaço, muito ajanotado no vestir e no posar para as câmeras da nossa tão prostituída “grande imprensa” –, seguramente por fazer da lei o que o poeta modernista fazia da gramática: desfiguração. Se você não sabe, um livro prefaciado pelo vate da Paulicéia Desvairada sobre o compositor soviético Shostakovich contém uma nota do editor, ao final do extenso prefácio: “Foi respeitada neste prefácio a ORTOgrafia do autor”. Que de orto não tem nada. Assim é seu clone na “justiça” de hoje no Brasil: de integridade jurídica ele não tem nada... e não sei se você viu essa “distinta” figureta, quando daquela pantomima odiosa dos cães inimigos do Brasil para o “desarmamento”, dando marteladas num revólver à guisa de se mostrar “contra a violência” e, claro, pondo-se a favor da intervenção criminosa contra a soberania nacional. Afora a maneira como ele batia, que lembrou aquela pergunta da marchinha “Cabeleira do Zezé” (“será que ele é?”), a atitude é de um ser abjeto, de um asqueroso traidor da pátria que o pariu. E você vai ver por quê. Enter.
O “estatuto do desarmamento”, golpe torpe em nossa claudicante senão já estraçalhada soberania, mostra o quanto estamos à mercê de pilantraços e de traidores pustulentos, que agem escancaradamente como se vendessem a própria mãe, pondo-a pra rodar bolsinha pelas ruas cheias de cafajestes e capadócios useiros e vezeiros de patifarias e portando navalhas para dirimir dúvidas e contendas. Figuras patéticas circulam nesse cenário de degeneração, montando um painel felliniano escancarado numa capital de aspecto daliniano. Ex-ministro da “justiça”, MTB agora é o contratado para atacar de garantidor da liberdade a que aspira um arquibandido acusado de crimes e mais crimes contra o erário e envolvido com meio mundo na esfera política desta desgraçada Pindorama. O que se espera de um homem que não se vexa de servir, sob grossa remuneração, a um notório meliante, aliás já devidamente trancafiado em Mossoró, RN, embora certamente deitando e rolando em mordomias, como já considerado. A pergunta é: estando a essa altura montado em patrimônio que o faz completamente senhor de seu nariz – eta nariz!... – o ajanotado ex-ministro não poderia muito bem se esquivar de se envolver com defesas dessa natureza, passando a bola para colegas menos “montados”? Não seria uma questão de higiene espiritual não misturar essa auras – que a macacada brasilis, a bem do emporcalhamento do idioma e da autodestruição moral chama de “áurea” – evitando rombos no perispírito? Não seria, por outro lado, atitude de gente decente não faturar se emporcalhando nesse mar de lama pra ganhar uns milhõezinhos? Ou é aquilo que disseram ou o Paulo Betti ou o outro lá, naquele encontro com Lula na casa do Gil no Rio: “Fazer política é meter a mão na merda” ou coisa por aí? Ou seria o que disse o maestro petista Wagner Tiso, a coisa de “não estar nem aí pra ética do PT ou qualquer tipo de ética: importa é o jogo do poder”, frase lapidar como paradigma para o emporcalhado pragmatismo que esmaga nossas vidas nesse tempo de honoráveis arquibandidos? Bem, “dom” Márcio, sua imagem e atuação sempre causou engulhos a gente digna e que guarda o Cristo no coração. Boa sorte em sua nova tacada, ou, melhor: que sua defesa falhe geral, que o meliante continue em cana, para honrar os homens honestos vergados em aflição nesse bordel tupiniquim em que o senhor está sempre desfilando mariodeandrademente no andar de cima. Enter.
Deu na Tribuna da Internet: “Como se sabe, o ex-ministro é o responsável pela defesa de nomes indefensáveis como Carlinhos Cachoeira, a empresária Tânia Bulhões, envolvida em sonegação e contrabando, o médico Roger Abdelmassih, que dopava e estuprava as pacientes e está foragido, além de empresários picaretas e bandidos da pior espécie”. E a TI fecha a gestalt: “Se abordar esses casos na autobiografia, o livro de Thomaz Bastos será um espetáculo. Especula-se, por exemplo, que ele estaria cobrando R$ 15 milhões para soltar Cachoeira, o mesmo preço que cobra a grandes trambiqueiros, digo, empreiteiros. O ex-ministro é igual ao sabonete Lifeboy, vale quanto pesa”. E Carlos Newton, na mesma publicação, completa: “Ao mesmo tempo, o advogado (de Cachoeira) Antonio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação das escutas entre o parlamentar e o empresário (aspas nisso, CN!) Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Alega que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal deveriam ter pedido autorização ao STF para fazer as gravações telefônicas, porque Demóstenes é senador e tem foro privilegiado”. Você deve estar todo borrado, né? Enter final.
Estamos todos borrados, mas a grande, esmagadora maioria dos pobres diabos brazuqueiros está de toba colado na poltrona e os cornos pregados na TV assistindo desde aos currupacos escrotos daquele mísero e asqueroso louro josé até às porcarias tão bem filmadas das novelas do plimplim. Plimplim que na verdade lembra as caganitas tipo de cabra caindo na água do vaso quando a ingestão demasiada de açúcar prendia meus intestinos na primeira infância. O horror é a normalidade hoje nesse lugar irremediavelmente emporcalhado. Esse lugar chama-se ainda Brasil. Logo logo vai virar outra coisa. A menos que Deus tenha outro projeto. Só Deus... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Você deverá ter ficado besta com saber que o Carlinhos Cachoeira, bandido preso em presídio de segurança máxima (cheio de mordomias, certamente...) será defendido pelo ex-“ministro da Justiça” Márcio Thomaz Bastos. A titica grossa nisso está em que um homem que conhece a “lei” por dentro dos meandros os mais escusos deste lupanar político chamado Brasil vai ganhar milhões para defender um bandido de alta penetração nos meios “políticos”. Marcião Thomaz conhece tudo e todos, sabe os macetes e caminhos para desarticular qualquer investida contra a bandidagem de colarinho branco. Faz o gênero Mário de Andrade – óculos redondos, calvo, esplancnocrânio, nariz abatatadaço, muito ajanotado no vestir e no posar para as câmeras da nossa tão prostituída “grande imprensa” –, seguramente por fazer da lei o que o poeta modernista fazia da gramática: desfiguração. Se você não sabe, um livro prefaciado pelo vate da Paulicéia Desvairada sobre o compositor soviético Shostakovich contém uma nota do editor, ao final do extenso prefácio: “Foi respeitada neste prefácio a ORTOgrafia do autor”. Que de orto não tem nada. Assim é seu clone na “justiça” de hoje no Brasil: de integridade jurídica ele não tem nada... e não sei se você viu essa “distinta” figureta, quando daquela pantomima odiosa dos cães inimigos do Brasil para o “desarmamento”, dando marteladas num revólver à guisa de se mostrar “contra a violência” e, claro, pondo-se a favor da intervenção criminosa contra a soberania nacional. Afora a maneira como ele batia, que lembrou aquela pergunta da marchinha “Cabeleira do Zezé” (“será que ele é?”), a atitude é de um ser abjeto, de um asqueroso traidor da pátria que o pariu. E você vai ver por quê. Enter.
O “estatuto do desarmamento”, golpe torpe em nossa claudicante senão já estraçalhada soberania, mostra o quanto estamos à mercê de pilantraços e de traidores pustulentos, que agem escancaradamente como se vendessem a própria mãe, pondo-a pra rodar bolsinha pelas ruas cheias de cafajestes e capadócios useiros e vezeiros de patifarias e portando navalhas para dirimir dúvidas e contendas. Figuras patéticas circulam nesse cenário de degeneração, montando um painel felliniano escancarado numa capital de aspecto daliniano. Ex-ministro da “justiça”, MTB agora é o contratado para atacar de garantidor da liberdade a que aspira um arquibandido acusado de crimes e mais crimes contra o erário e envolvido com meio mundo na esfera política desta desgraçada Pindorama. O que se espera de um homem que não se vexa de servir, sob grossa remuneração, a um notório meliante, aliás já devidamente trancafiado em Mossoró, RN, embora certamente deitando e rolando em mordomias, como já considerado. A pergunta é: estando a essa altura montado em patrimônio que o faz completamente senhor de seu nariz – eta nariz!... – o ajanotado ex-ministro não poderia muito bem se esquivar de se envolver com defesas dessa natureza, passando a bola para colegas menos “montados”? Não seria uma questão de higiene espiritual não misturar essa auras – que a macacada brasilis, a bem do emporcalhamento do idioma e da autodestruição moral chama de “áurea” – evitando rombos no perispírito? Não seria, por outro lado, atitude de gente decente não faturar se emporcalhando nesse mar de lama pra ganhar uns milhõezinhos? Ou é aquilo que disseram ou o Paulo Betti ou o outro lá, naquele encontro com Lula na casa do Gil no Rio: “Fazer política é meter a mão na merda” ou coisa por aí? Ou seria o que disse o maestro petista Wagner Tiso, a coisa de “não estar nem aí pra ética do PT ou qualquer tipo de ética: importa é o jogo do poder”, frase lapidar como paradigma para o emporcalhado pragmatismo que esmaga nossas vidas nesse tempo de honoráveis arquibandidos? Bem, “dom” Márcio, sua imagem e atuação sempre causou engulhos a gente digna e que guarda o Cristo no coração. Boa sorte em sua nova tacada, ou, melhor: que sua defesa falhe geral, que o meliante continue em cana, para honrar os homens honestos vergados em aflição nesse bordel tupiniquim em que o senhor está sempre desfilando mariodeandrademente no andar de cima. Enter.
Deu na Tribuna da Internet: “Como se sabe, o ex-ministro é o responsável pela defesa de nomes indefensáveis como Carlinhos Cachoeira, a empresária Tânia Bulhões, envolvida em sonegação e contrabando, o médico Roger Abdelmassih, que dopava e estuprava as pacientes e está foragido, além de empresários picaretas e bandidos da pior espécie”. E a TI fecha a gestalt: “Se abordar esses casos na autobiografia, o livro de Thomaz Bastos será um espetáculo. Especula-se, por exemplo, que ele estaria cobrando R$ 15 milhões para soltar Cachoeira, o mesmo preço que cobra a grandes trambiqueiros, digo, empreiteiros. O ex-ministro é igual ao sabonete Lifeboy, vale quanto pesa”. E Carlos Newton, na mesma publicação, completa: “Ao mesmo tempo, o advogado (de Cachoeira) Antonio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação das escutas entre o parlamentar e o empresário (aspas nisso, CN!) Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Alega que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal deveriam ter pedido autorização ao STF para fazer as gravações telefônicas, porque Demóstenes é senador e tem foro privilegiado”. Você deve estar todo borrado, né? Enter final.
Estamos todos borrados, mas a grande, esmagadora maioria dos pobres diabos brazuqueiros está de toba colado na poltrona e os cornos pregados na TV assistindo desde aos currupacos escrotos daquele mísero e asqueroso louro josé até às porcarias tão bem filmadas das novelas do plimplim. Plimplim que na verdade lembra as caganitas tipo de cabra caindo na água do vaso quando a ingestão demasiada de açúcar prendia meus intestinos na primeira infância. O horror é a normalidade hoje nesse lugar irremediavelmente emporcalhado. Esse lugar chama-se ainda Brasil. Logo logo vai virar outra coisa. A menos que Deus tenha outro projeto. Só Deus... E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Chegamos ao fundo do poço! Terá volta isso??
Frederico Mendonça de Oliveira
Já assistimos, você e eu, desde a asquerosa, lamacenta, pútrida presença do Zé Sarney no Planalto, criminosamente providenciada pela súcia que maneja os cordéis de nossa vida social e política tão desgraçada, a incontáveis casos de ação de banditismo nos “governos” que se sucederam desde 1985. Ali se instalava a corruptocracia. Só o fato de Sarney assumir a presidência sem que Tancredo tivesse sido diplomado já mostra em que bordel estamos metidos e que escolha nos resta: nenhuma. Somos uns merdas de carteirinha, uns cordeiros cobertos de bosta. Você sabe: ele não poderia assumir. O correto seria assumir o presidente do Congresso e serem convocadas novas eleições. Que força impediu isso? Os militares já estariam defenestrados, mas ainda poderiam estar controlando a situação a ponto de impor colocarem lá aquele degradado sabujo com sua grotesca vassoura subnasal e que todas as noites emporcalhava o noticiário como líder do “governo” na “Câmara”. Ele sempre eructava aquele cínico e rastejante “nada a declarar” quando indagado sobre questões políticas emergentes. E íamos dormir toda noite multados com ver aquela fisionomia sardônica e indesejável cuspindo em nossas caras. Mas então ainda sonhávamos virar aquele jogo imundo, canalha, e a vitória de Tancredo no “colégio eleitoral” – embora suspeita por ter o tal totalmente indesejável Zé como vice – pareceu aliviar o País depois da era do arbítrio. Seria um “meno male” igualzinho ao “foram-se os anéis, ficaram os dedos”... e assim começou a derrocada que hoje ameaça a segurança mínima de um país que tem tudo para ser potência mundial, mas que prossegue sendo subserviente a forças ocultas genocidas que nos fazem vergar como animais mortalmente feridos. Enter.
Desde aquele fatídico 1985 só assistimos a miséria crescente, a degenerescência, a putaria desenfreada e, pior, em progressão geométrica. E, pior ainda: o processo de destruição é galopante. Parece que o poder constituído no bordel nacional aspira ardentemente ao despedaçamento geral. Parece que o objetivo dessa “classe dominante” é despencar irremediavelmente no abismo da História, e não seria de causar espécie a chegada dos porta-aviões yankees tomando tudo e alegando que estão salvando o Brasil do mesmo destino que Deus impôs a Sodoma e a Gomorra. Quanto a sodomia, o Brasil vai muito bem, obrigado. Péssimo sinal dos tempos... mas tem algo realmente alarmante nessa história: a corruptocracia se instalou de tal maneira, se reproduziu em tal metástase que não há mais como salvar esse corpo doente. Em outras palavras, SUJOU GERAL. Sarney está aí, paradigma cabal da desgraça física e moral do País. O escândalo Demóstenes Torres &
Carlinhos Cachoeira é emblemático: o câncer tomou tudo. E já vão sendo detectados novos incontáveis focos de deformidade, a neoplasia se instalou no corpus social brasileiro. Um dos agentes dessa degenerescência é a Globo. A mídia em geral é devastadora. As “comunicações” existem para impedir a comunicação entre os seres. A coisa é tão brutal, porca e escancarada que alcança o horrendo: onde quer que se vá tem TV para abestalhar o incauto. É proibido pensar. O entretenimento é um linimento maligno, porque nos impede de viver a realidade de nossa dor, anestesiando e morfinizando para que a plenitude do ser não se opere. Apoiada nisso, a corruptocracia embaralha notícias de política e de horrores como assassinatos e tragédias com bundas e seios, quando não com trepadas ou estupros ao vivo, como nesse porco BBB que QUASE TODOS OS TELEVISORES SINTONIZAM, e as bestas telespectadoras ainda participam dessa putaria imunda telefonando pra realizar os “paredões”. Somos uns loucos ou estamos sem sorte na História? Enter.
Paredões mereciam os políticos corruptos. Fogo neles! O primeiro ministro chinês deu a idéia para Dona Dilma: “PUNIÇÃO SEVERA PARA POLÍTICOS CORRUPTOS:
Fundamento: é estarrecedor saber que o Brasil tem o segundo maior índice de corrupção do mundo, perdendo apenas para a Nigéria; porém, comparando os dois países, o Brasil está em uma situação bem pior, já que não pune nenhum político corrupto como deveria. O Brasil é o único país do mundo que não tem absolutamente nenhum político preso por corrupção. Portanto, está clara a razão dessa praga (a corrupção) estar cada vez pior no país, já que nenhuma providência é tomada. Na China, corrupção comprovada é punida com pena de morte ou prisão perpétua, além, é óbvio, da imediata devolução aos cofres públicos dos valores roubados. O ministro chinês fez uma pequena citação: apenas nos últimos cinco anos, o Brasil já computou um desvio de verbas públicas de quase 100 bilhões de reais, o que permitiria investimentos de reflexo nacional. Ou seja, algo está errado e precisa ser mudado imediatamente”. SEGURAMENTE você concorda com isso, mas deve se perguntar: “Quem, ‘nefte paíf’, como dizia o suídeo cachaceiro ocupante da cadeira presidencial por oito anos, atiraria a primeira pedra? Por onde começar o pega e o abate? Será que Eliana Calmon e a Polícia Federal deram o pontapé inicial na caça aos corruptos na esfera do Judiciário e dos poderes em geral? A imprensa, refém do capital envolvido com a corrupção e a dominação maligna, daria apoio a isso? Enter final.
Você sabe muito bem: num cu de mãe joana como é o Brasil, não existe mais reserva moral. Nem religião unificadora temos mais. Resta-nos um catolicismo desfigurado e desacreditado, que permite tocarem música pra dança nas missas onde se exibem mulheres seminuas enquanto a sodomia come solta nos bastidores da casa de Pedro. Agora existe um edirmacedismo puxando uma centena de igrejas malucas e arrecadando horrores, tudo livre de impostos e exibindo sacerdotes leigos sem qualquer cultura ou experiência, na maioria uns pilantras cínicos. Temos o que mais? Minorias não visíveis, metidas em seus rituais discriminados. Jamais teríamos um aiatolá, como o Khomehini, que resgatou o Irã daquele xá bandido, lacaio dos yankees e do Império. Mas no Brasil, terra de Sarney, a limpeza só começará com o próprio em cana perpétua, e nossa alternativa é começar a sonhar com isso. E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té mais, babes!
Já assistimos, você e eu, desde a asquerosa, lamacenta, pútrida presença do Zé Sarney no Planalto, criminosamente providenciada pela súcia que maneja os cordéis de nossa vida social e política tão desgraçada, a incontáveis casos de ação de banditismo nos “governos” que se sucederam desde 1985. Ali se instalava a corruptocracia. Só o fato de Sarney assumir a presidência sem que Tancredo tivesse sido diplomado já mostra em que bordel estamos metidos e que escolha nos resta: nenhuma. Somos uns merdas de carteirinha, uns cordeiros cobertos de bosta. Você sabe: ele não poderia assumir. O correto seria assumir o presidente do Congresso e serem convocadas novas eleições. Que força impediu isso? Os militares já estariam defenestrados, mas ainda poderiam estar controlando a situação a ponto de impor colocarem lá aquele degradado sabujo com sua grotesca vassoura subnasal e que todas as noites emporcalhava o noticiário como líder do “governo” na “Câmara”. Ele sempre eructava aquele cínico e rastejante “nada a declarar” quando indagado sobre questões políticas emergentes. E íamos dormir toda noite multados com ver aquela fisionomia sardônica e indesejável cuspindo em nossas caras. Mas então ainda sonhávamos virar aquele jogo imundo, canalha, e a vitória de Tancredo no “colégio eleitoral” – embora suspeita por ter o tal totalmente indesejável Zé como vice – pareceu aliviar o País depois da era do arbítrio. Seria um “meno male” igualzinho ao “foram-se os anéis, ficaram os dedos”... e assim começou a derrocada que hoje ameaça a segurança mínima de um país que tem tudo para ser potência mundial, mas que prossegue sendo subserviente a forças ocultas genocidas que nos fazem vergar como animais mortalmente feridos. Enter.
Desde aquele fatídico 1985 só assistimos a miséria crescente, a degenerescência, a putaria desenfreada e, pior, em progressão geométrica. E, pior ainda: o processo de destruição é galopante. Parece que o poder constituído no bordel nacional aspira ardentemente ao despedaçamento geral. Parece que o objetivo dessa “classe dominante” é despencar irremediavelmente no abismo da História, e não seria de causar espécie a chegada dos porta-aviões yankees tomando tudo e alegando que estão salvando o Brasil do mesmo destino que Deus impôs a Sodoma e a Gomorra. Quanto a sodomia, o Brasil vai muito bem, obrigado. Péssimo sinal dos tempos... mas tem algo realmente alarmante nessa história: a corruptocracia se instalou de tal maneira, se reproduziu em tal metástase que não há mais como salvar esse corpo doente. Em outras palavras, SUJOU GERAL. Sarney está aí, paradigma cabal da desgraça física e moral do País. O escândalo Demóstenes Torres &
Carlinhos Cachoeira é emblemático: o câncer tomou tudo. E já vão sendo detectados novos incontáveis focos de deformidade, a neoplasia se instalou no corpus social brasileiro. Um dos agentes dessa degenerescência é a Globo. A mídia em geral é devastadora. As “comunicações” existem para impedir a comunicação entre os seres. A coisa é tão brutal, porca e escancarada que alcança o horrendo: onde quer que se vá tem TV para abestalhar o incauto. É proibido pensar. O entretenimento é um linimento maligno, porque nos impede de viver a realidade de nossa dor, anestesiando e morfinizando para que a plenitude do ser não se opere. Apoiada nisso, a corruptocracia embaralha notícias de política e de horrores como assassinatos e tragédias com bundas e seios, quando não com trepadas ou estupros ao vivo, como nesse porco BBB que QUASE TODOS OS TELEVISORES SINTONIZAM, e as bestas telespectadoras ainda participam dessa putaria imunda telefonando pra realizar os “paredões”. Somos uns loucos ou estamos sem sorte na História? Enter.
Paredões mereciam os políticos corruptos. Fogo neles! O primeiro ministro chinês deu a idéia para Dona Dilma: “PUNIÇÃO SEVERA PARA POLÍTICOS CORRUPTOS:
Fundamento: é estarrecedor saber que o Brasil tem o segundo maior índice de corrupção do mundo, perdendo apenas para a Nigéria; porém, comparando os dois países, o Brasil está em uma situação bem pior, já que não pune nenhum político corrupto como deveria. O Brasil é o único país do mundo que não tem absolutamente nenhum político preso por corrupção. Portanto, está clara a razão dessa praga (a corrupção) estar cada vez pior no país, já que nenhuma providência é tomada. Na China, corrupção comprovada é punida com pena de morte ou prisão perpétua, além, é óbvio, da imediata devolução aos cofres públicos dos valores roubados. O ministro chinês fez uma pequena citação: apenas nos últimos cinco anos, o Brasil já computou um desvio de verbas públicas de quase 100 bilhões de reais, o que permitiria investimentos de reflexo nacional. Ou seja, algo está errado e precisa ser mudado imediatamente”. SEGURAMENTE você concorda com isso, mas deve se perguntar: “Quem, ‘nefte paíf’, como dizia o suídeo cachaceiro ocupante da cadeira presidencial por oito anos, atiraria a primeira pedra? Por onde começar o pega e o abate? Será que Eliana Calmon e a Polícia Federal deram o pontapé inicial na caça aos corruptos na esfera do Judiciário e dos poderes em geral? A imprensa, refém do capital envolvido com a corrupção e a dominação maligna, daria apoio a isso? Enter final.
Você sabe muito bem: num cu de mãe joana como é o Brasil, não existe mais reserva moral. Nem religião unificadora temos mais. Resta-nos um catolicismo desfigurado e desacreditado, que permite tocarem música pra dança nas missas onde se exibem mulheres seminuas enquanto a sodomia come solta nos bastidores da casa de Pedro. Agora existe um edirmacedismo puxando uma centena de igrejas malucas e arrecadando horrores, tudo livre de impostos e exibindo sacerdotes leigos sem qualquer cultura ou experiência, na maioria uns pilantras cínicos. Temos o que mais? Minorias não visíveis, metidas em seus rituais discriminados. Jamais teríamos um aiatolá, como o Khomehini, que resgatou o Irã daquele xá bandido, lacaio dos yankees e do Império. Mas no Brasil, terra de Sarney, a limpeza só começará com o próprio em cana perpétua, e nossa alternativa é começar a sonhar com isso. E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té mais, babes!
quinta-feira, 29 de março de 2012
Chico Anísio, Millôr... e o Brasil ó! Top top!
Frederico Mendonça de Oliveira
Bem, nem seus “ídalos” o Brasil conhece. Cá pra nós, você sabe muito bem: quem no Brasil conhece esses dois que entregaram o couro às varas no espaço de uma semana? Quem conhece Chico Anísio? Só a turma de 40 pra cima... e conhece o pior do cara, aquela safadíssima escolinha, que, se por um lado, ajudou humoristas que não seriam vistos na TV senão ali, por outro ajudou a depredar de forma irreversível a Educação como instituição. No mínimo, banalizou e ridicularizou tudo: sala de aula, professor, alunos, matérias, critérios, TUDO! Foi o maior achincalhe já desferido contra a Educação no Brasil – E, dos jornalões, das universidades, da área da Educação, NINGUÉM JAMAIS PIOU A RESPEITO, NIN-GUÉM!!! Nós, daqui de nossa humilde trincheira, gritamos no vazio. E ainda fomos mal olhados. Chico Anísio, fora isso, fez rir e entreteve. Muito mais entreteve que fez rir. De minha experiência posso registrar que achava a voz dele engraçada no rádio quando, menino, o ouvia nos anos 50. Só. Também sempre vi como interessantes e até divertidas suas invenções, seus personagens. Sem dúvida, um talento real e quase inexcedível. Gargalhar, só uma vez em sessenta anos: numa passagem daquele coronel nordestino que tinha uma das lentes dos óculos escura, falava sentado numa cadeira de balanço e tinha ao lado dele a mulher, parece que a Tera; do outro lado, o tal do Pedro Bó. A cena foi impagável. Teve um crescente ternário, três intervenções do imbecil Bó, que catava feijão de pé numa bacia. A terceira reação de irritação do coronel foi dar um bofetão de baixo pra cima na bacia, mandando a feijãozada por espaço. Mas isso foi no início dos anos 70. A partir de então a profusão de tipos foi imensa, inclusive os que espetavam os políticos. O Justo Veríssimo, caricatura até tolerante para com o abjeto Sarney, era só achincalhe leve, embora fosse direto e fizesse a turma se divertir. Mas rir... às vezes, só às vezes. Na Escolinha, por exemplo, os alunos eram mais hilariantes. Mas o humor no Brasil tem um grave obstáculo: nossa vida nos convida muito mais a chorar, a refletir, a renunciar, a denunciar, e já é uma tremenda demonstração de humor criativo o simples viver ou o simples conviver com o que está aí. O humor do Chico Anísio era pra gente que tem dinheiro, sentindo-se acima dos problemas que afligem a gentuça. Então, Chico Anísio, valeu. E você já estava fora, era fato. Hoje uma mulher-arroto é mais hilariante, como quando arrotou nas naringas da Marta Suplicy. Isso lava mais a alma, nos faz sentir mais representados, mais simples. Um arroto vale, às vezes, mais que mil piadas, mais que mil personagens, mais que mil textos. Os tempos já são outros... Enter.
E agora foi o Millôr. Ele disse coisas interessantes, era um frasista legal. Mas quem, nesse Brasil de bugres e energúmenos, sabe o que vem a ser uma frase no sentido especial do termo? A turma desse lugar desgraçado e governado por Satanás – segundo os grandes manuais, claro, não com a visão em preto e branco dos edirmacedianos e quejandos – nem sabe mais conjugar verbos, não sabe mais tabuada, as mulas nem sabem mais segurar uma caneta esferográfica... Não sabem nem comer: mesmo tendo o rosto sem mandíbulas proeminentes como os animais, metem a cara no prato e comem como cachorros, agarrados febrilmente à faca na mão esquerda, e desenvolvem deformidades horrendas na cervical, E NEM SABEM DISSO! É a turma do “vai vim”, do “vô vim”, do “pode vim”, gentuça que não tem asseio oral para falar... e tome “compania”, “fecha (é)”, “nós vai”, “cunóis”, “traz pra eu”, “chamar eu”, “pra mim fazer” e outras falas torpes, deselegantes e... pouco higiênicas. Onde entra Millôr nisso? Millôr era do tempo da civilização, anterior à era da emepebê, que foi o conectivo com a desgraça cultural de hoje. Entre muitas frases, vale citar duas: “Chato é o cara a quem você pergunta ‘como vai’ e ele explica”; outra: “Metade de nossa vida é estragada pelos pais; a outra, pelos filhos”. Interessante, né? Mas tudo isso é passado, o Brasil onde o Millôr se encaixava não existe mais. Virou um saara habitado por zumbis desgraçados... e vale citar mais gente que se foi ou não, só pra ver onde estamos. Enter.
O “top top” acima é desconhecido dos zumbis que deambulam atualmente por aí: significa “sifu”, que é uma redução da expressão reflexiva “se fornicou”, significando “se lascou”, literalmente mostrando alguém ter levado a pior. Era criação do Henfil, cartunista, criador de coisas adoráveis como o Bode Orellana, a Gralha, os Fradinhos. Era imperdível o trabalho dele, mais cáustico que o Chico Anísio. Era irmão do Betinho, aquele que virou ícone da redemocratização que deu na putaria desenfreada que hoje grassa na Pindorama. Tinha também o Jaguar, que parece que ainda vive. Deste, há que lembrar duas personagens imperdíveis: Bóris, O Homem-tronco é um, incrível achado; outro é Gastão, o Vomitador: sempre que alguém dizia algo desagradável, como falar de roubalheira na política, o tal Gastão vomitava. E era gargalhada geral no País. Enter.
Mas hoje? Só uma meia dúzia de letrados em meio a quase duas centenas de milhões de iletrados assumidos e aguerridos se não furiosos sabem ver as tirinhas da Folha – por sinal, uma produção sem paralelo no mundo. O Níquel Náusea, do Gonsalez, é obra prima de idéia e de desenho, uma tridimensionalidade encantadora. O Angeli, que abre a seção, é um caso de loucura e genialidade combinadas, um humor cáustico, dilacerado, uma luz sombria que até fantasmagoriza os quadrinhos e as personagens. O Caco Galhardo é duro e mordaz com a miséria do homem vergado a seus desejos e instintos primários. O Laerte, uma viagem aos meandros do pesadelo que perpassa nossas vidas. Enter final.
Então, top top pra nós. Resta-nos Eliana Calmon, que revelou o traseiro sujo do Judiciário e tirou o sono de muitos no reino olímpico de suas excelências. Ela mostrou que esses togados cheios de soberba e empáfia têm nas tripas o mesmo que um morador de rua. Estamos de há muito sem Millôr e Chico Anísio. Mas, fora você e eu, poucos sobreviventes da civilização sabem quem foram esses dois. Estamos fu. Mas nossa genialidade prossegue, e vamos a Deus. E viva Santo Expedito. Oremos. Bye, babes.
Bem, nem seus “ídalos” o Brasil conhece. Cá pra nós, você sabe muito bem: quem no Brasil conhece esses dois que entregaram o couro às varas no espaço de uma semana? Quem conhece Chico Anísio? Só a turma de 40 pra cima... e conhece o pior do cara, aquela safadíssima escolinha, que, se por um lado, ajudou humoristas que não seriam vistos na TV senão ali, por outro ajudou a depredar de forma irreversível a Educação como instituição. No mínimo, banalizou e ridicularizou tudo: sala de aula, professor, alunos, matérias, critérios, TUDO! Foi o maior achincalhe já desferido contra a Educação no Brasil – E, dos jornalões, das universidades, da área da Educação, NINGUÉM JAMAIS PIOU A RESPEITO, NIN-GUÉM!!! Nós, daqui de nossa humilde trincheira, gritamos no vazio. E ainda fomos mal olhados. Chico Anísio, fora isso, fez rir e entreteve. Muito mais entreteve que fez rir. De minha experiência posso registrar que achava a voz dele engraçada no rádio quando, menino, o ouvia nos anos 50. Só. Também sempre vi como interessantes e até divertidas suas invenções, seus personagens. Sem dúvida, um talento real e quase inexcedível. Gargalhar, só uma vez em sessenta anos: numa passagem daquele coronel nordestino que tinha uma das lentes dos óculos escura, falava sentado numa cadeira de balanço e tinha ao lado dele a mulher, parece que a Tera; do outro lado, o tal do Pedro Bó. A cena foi impagável. Teve um crescente ternário, três intervenções do imbecil Bó, que catava feijão de pé numa bacia. A terceira reação de irritação do coronel foi dar um bofetão de baixo pra cima na bacia, mandando a feijãozada por espaço. Mas isso foi no início dos anos 70. A partir de então a profusão de tipos foi imensa, inclusive os que espetavam os políticos. O Justo Veríssimo, caricatura até tolerante para com o abjeto Sarney, era só achincalhe leve, embora fosse direto e fizesse a turma se divertir. Mas rir... às vezes, só às vezes. Na Escolinha, por exemplo, os alunos eram mais hilariantes. Mas o humor no Brasil tem um grave obstáculo: nossa vida nos convida muito mais a chorar, a refletir, a renunciar, a denunciar, e já é uma tremenda demonstração de humor criativo o simples viver ou o simples conviver com o que está aí. O humor do Chico Anísio era pra gente que tem dinheiro, sentindo-se acima dos problemas que afligem a gentuça. Então, Chico Anísio, valeu. E você já estava fora, era fato. Hoje uma mulher-arroto é mais hilariante, como quando arrotou nas naringas da Marta Suplicy. Isso lava mais a alma, nos faz sentir mais representados, mais simples. Um arroto vale, às vezes, mais que mil piadas, mais que mil personagens, mais que mil textos. Os tempos já são outros... Enter.
E agora foi o Millôr. Ele disse coisas interessantes, era um frasista legal. Mas quem, nesse Brasil de bugres e energúmenos, sabe o que vem a ser uma frase no sentido especial do termo? A turma desse lugar desgraçado e governado por Satanás – segundo os grandes manuais, claro, não com a visão em preto e branco dos edirmacedianos e quejandos – nem sabe mais conjugar verbos, não sabe mais tabuada, as mulas nem sabem mais segurar uma caneta esferográfica... Não sabem nem comer: mesmo tendo o rosto sem mandíbulas proeminentes como os animais, metem a cara no prato e comem como cachorros, agarrados febrilmente à faca na mão esquerda, e desenvolvem deformidades horrendas na cervical, E NEM SABEM DISSO! É a turma do “vai vim”, do “vô vim”, do “pode vim”, gentuça que não tem asseio oral para falar... e tome “compania”, “fecha (é)”, “nós vai”, “cunóis”, “traz pra eu”, “chamar eu”, “pra mim fazer” e outras falas torpes, deselegantes e... pouco higiênicas. Onde entra Millôr nisso? Millôr era do tempo da civilização, anterior à era da emepebê, que foi o conectivo com a desgraça cultural de hoje. Entre muitas frases, vale citar duas: “Chato é o cara a quem você pergunta ‘como vai’ e ele explica”; outra: “Metade de nossa vida é estragada pelos pais; a outra, pelos filhos”. Interessante, né? Mas tudo isso é passado, o Brasil onde o Millôr se encaixava não existe mais. Virou um saara habitado por zumbis desgraçados... e vale citar mais gente que se foi ou não, só pra ver onde estamos. Enter.
O “top top” acima é desconhecido dos zumbis que deambulam atualmente por aí: significa “sifu”, que é uma redução da expressão reflexiva “se fornicou”, significando “se lascou”, literalmente mostrando alguém ter levado a pior. Era criação do Henfil, cartunista, criador de coisas adoráveis como o Bode Orellana, a Gralha, os Fradinhos. Era imperdível o trabalho dele, mais cáustico que o Chico Anísio. Era irmão do Betinho, aquele que virou ícone da redemocratização que deu na putaria desenfreada que hoje grassa na Pindorama. Tinha também o Jaguar, que parece que ainda vive. Deste, há que lembrar duas personagens imperdíveis: Bóris, O Homem-tronco é um, incrível achado; outro é Gastão, o Vomitador: sempre que alguém dizia algo desagradável, como falar de roubalheira na política, o tal Gastão vomitava. E era gargalhada geral no País. Enter.
Mas hoje? Só uma meia dúzia de letrados em meio a quase duas centenas de milhões de iletrados assumidos e aguerridos se não furiosos sabem ver as tirinhas da Folha – por sinal, uma produção sem paralelo no mundo. O Níquel Náusea, do Gonsalez, é obra prima de idéia e de desenho, uma tridimensionalidade encantadora. O Angeli, que abre a seção, é um caso de loucura e genialidade combinadas, um humor cáustico, dilacerado, uma luz sombria que até fantasmagoriza os quadrinhos e as personagens. O Caco Galhardo é duro e mordaz com a miséria do homem vergado a seus desejos e instintos primários. O Laerte, uma viagem aos meandros do pesadelo que perpassa nossas vidas. Enter final.
Então, top top pra nós. Resta-nos Eliana Calmon, que revelou o traseiro sujo do Judiciário e tirou o sono de muitos no reino olímpico de suas excelências. Ela mostrou que esses togados cheios de soberba e empáfia têm nas tripas o mesmo que um morador de rua. Estamos de há muito sem Millôr e Chico Anísio. Mas, fora você e eu, poucos sobreviventes da civilização sabem quem foram esses dois. Estamos fu. Mas nossa genialidade prossegue, e vamos a Deus. E viva Santo Expedito. Oremos. Bye, babes.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Assuntos do momento para nós todos! A corrupção vence!
Frederico Mendonça de Oliveira
Você já deve ter ouvido algo sobre o mensalão, aquela maravilha de distribuição de dinheiro entre deputados e outros bichos para que o PT do tão admiravelmente estúpido e cachaceiro Lula se mantivesse no poder. O maestro petista Wagner Tiso até “expricou pra nóis” como isso funciona. Ele declarou, depois do encontro de “artistas” e intelectuais com o candidato petista, realizado no apartamento do então ministro Gilberto Gil, no Rio, o seguinte: “Não interessa a ética do PT ou qualquer tipo de ética. O que importa é o jogo para se manter o poder”. Foi por aí, uma lição para os sociólogos e cientistas políticos, para os juristas, para todos nós. Pois bobalhões como você e eu encontram gente parecida, que fala sobre isso, Carlos Chagas. Veja só: “Impunidade, teu nome é Brasil - Carlos Chagas - Dois escândalos ganharam a mídia, esta semana, ligados pela mesma conclusão a que nos acostumamos: não vão dar em nada. De um lado, empresas de prestação de serviços hospitalares, flagradas na fraude de superfaturamento e oferta de propinas a um jornalista disfarçado de gestor. De outro, o tradicional balanço sobre o julgamento do mensalão, outra vez ameaçado de virar fumaça, de não realizar-se no primeiro semestre nem nunca, sob o risco da prescrição dos crimes de que são acusados 38 réus”. Pois ainda outro bobalhão como nós fala a respeito: “Acredite se quiser. Descrentes com a Justiça, juristas e cientistas políticos querem abrandar as penas da corrupção - Reportagem de Bruno Lupion, no Estadão, traz afirmações espantosas. Para juristas e cientistas políticos que participaram sábado do II Congresso contra a Corrupção, em São Paulo, é ilusão acreditar que esse cenário será revertido enviando mais corruptos para a cadeia, pois a chance de isso ocorrer, no Brasil, é mínima. O caminho para reduzir a impunidade, segundo eles, é criar mecanismos de mediação e conciliação entre acusados e Ministério Público, aplicando penas alternativas, como devolução do dinheiro desviado, perda dos direitos políticos e proibição de sair do País. ‘A Justiça brasileira não manda o rico ser preso. Se o juiz de baixo manda prender, o do tribunal de cima manda soltar. Não nos iludamos com o discurso do cadeião’, alertou o jurista Luiz Flávio Gomes, membro da Comissão de Reforma do Código de Processo Penal. Ele se diz descrente com a Justiça brasileira e afirma que só com soluções mais dinâmicas, como o acordo entre acusação e acusado, será possível punir corruptos com rapidez e reduzir a sensação de impunidade”. Enter.
Enquanto isso, na grande imprensa dos jornalões patrocinados por empresas de capital multinacional vemos os ASSUNTOS DO MOMENTO, como eles querem que seja e que você a isso se submeta. Os assuntos são: Madonna; terremoto no México; Mirella Santos; Dan Stulbach; Adriana Lima; Dia da Síndrome; Fina Estampa; Jogos Vorazes; Roberto Justus; Prêmio Shell. Bem, devo dizer que o otário aqui ou você, otário aí, não dão notícia sobre nada desses itens. Mas, pesquisando no Google, fiquei muito “filiz”, como diz a Maria Bestânia. A tal Mirella é uma linda mulher-objeto, que exigiu recentemente carro blindado e seguranças para se dirigir para a Intimasul Fashion Fair, em Guaporé, RS. Causa surtos de desejo onde estiver, e só. Daí até qualquer fato real é um ano luz. Mas integra a trupe do tal de Latino, que simplesmente não tenho a menor idéia do que possa ser e fazer. Já Adriana Lima é modelo, casada com um brutamontes basquetebolístico sérvio, sei lá. E nada mais. Quanto a Dan Stulbach, juntemo-lo a Roberto Justus e isolemos isso: não tem qualquer serventia senão ocupar as mentes dos otários tidos como certos, os que acreditam que o que está aí é o que é, e pronto. O resto, tirando o terremoto que assolou nossos irmãos mexicanos, também é lixo. E agradecemos penhorados pelo espaço concedido nos jornalões à suruba virtual BBB 12. Merda pura. Mas voltemos aos otários que somos nós. Enter.
Eliana Calmon poderá receber em breve o Troféu Pé no Saco, dado pelas associações de magistrados, por andar tirando o sossego dos tão admiráveis togados tão afeitos a dindim grosso... Essa chata tem de ser logo levada a algum tipo de ridículo, que não sei como ainda não rolou. É audácia demais, vindo de mulher, peitar a gangue de assaltantes do erário e de protetores de bandidos. Aliás, a macacada brasilis quer acompanhar é gente como Val Marchiori, como socialites extravagantes e sem limites, quer ver é a turma de desfrutáveis se roçando em lençóis com imbecis burrões, trata-se de algo no nível de plantel de belos animais que tendem a cruzar entre si e botar mais mentes vazias no mundo. Estes é que são os heróis nessa Pindorama desgraçada. Eliana Calmon é assunto indesejável, na mídia, embora essa mesma mídia a tenha colocado nas primeiras páginas porque anda causando sério ruído de enxame de insetos mortíferos. Dá grana. La Calmon quer ver o que andam fazendo suas excelências. Se eu pudesse lhe dar umas informações sobre minhas experiências nos últimos anos... mas não tenho tempo pra isso. Deixo com Deus. Com quem isso ficaria melhor? Bem, quer mais? Então entra em cena outro togado. Enter.
O ministro ou sei lá o que José Antonio Dias Tofolli andou dizendo que não poderia participar dos julgamentos dos mensaleiros, alegando suspeição. Disse que, por ter sido advogado da AGU no “governo” Lula, não se permitirá participar de nada que envolva fatos políticos e ilícitos praticados durante os “anos Lula”. Agora parece que mudou de idéia, e vai participar sim, mesmo tendo sido, segundo divulgado recentemente, advogado de um dos réus. “Se mantiver essa argumentação, certamente Toffoli não vai se declarar suspeito no julgamento do mensalão do PT. Portanto, ele não pretende cumprir o compromisso assumido quando foi sabatinado no Senado para assumir no Supremo, quando disse que se excluiria de todos os julgamentos que envolvessem o governo Lula. Ou seja, Toffoli é o Serra do PT, em matéria de cumprir compromissos”. E, quer saber? Vou-me embora pra Pasárgada. Depois eu conto. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Você já deve ter ouvido algo sobre o mensalão, aquela maravilha de distribuição de dinheiro entre deputados e outros bichos para que o PT do tão admiravelmente estúpido e cachaceiro Lula se mantivesse no poder. O maestro petista Wagner Tiso até “expricou pra nóis” como isso funciona. Ele declarou, depois do encontro de “artistas” e intelectuais com o candidato petista, realizado no apartamento do então ministro Gilberto Gil, no Rio, o seguinte: “Não interessa a ética do PT ou qualquer tipo de ética. O que importa é o jogo para se manter o poder”. Foi por aí, uma lição para os sociólogos e cientistas políticos, para os juristas, para todos nós. Pois bobalhões como você e eu encontram gente parecida, que fala sobre isso, Carlos Chagas. Veja só: “Impunidade, teu nome é Brasil - Carlos Chagas - Dois escândalos ganharam a mídia, esta semana, ligados pela mesma conclusão a que nos acostumamos: não vão dar em nada. De um lado, empresas de prestação de serviços hospitalares, flagradas na fraude de superfaturamento e oferta de propinas a um jornalista disfarçado de gestor. De outro, o tradicional balanço sobre o julgamento do mensalão, outra vez ameaçado de virar fumaça, de não realizar-se no primeiro semestre nem nunca, sob o risco da prescrição dos crimes de que são acusados 38 réus”. Pois ainda outro bobalhão como nós fala a respeito: “Acredite se quiser. Descrentes com a Justiça, juristas e cientistas políticos querem abrandar as penas da corrupção - Reportagem de Bruno Lupion, no Estadão, traz afirmações espantosas. Para juristas e cientistas políticos que participaram sábado do II Congresso contra a Corrupção, em São Paulo, é ilusão acreditar que esse cenário será revertido enviando mais corruptos para a cadeia, pois a chance de isso ocorrer, no Brasil, é mínima. O caminho para reduzir a impunidade, segundo eles, é criar mecanismos de mediação e conciliação entre acusados e Ministério Público, aplicando penas alternativas, como devolução do dinheiro desviado, perda dos direitos políticos e proibição de sair do País. ‘A Justiça brasileira não manda o rico ser preso. Se o juiz de baixo manda prender, o do tribunal de cima manda soltar. Não nos iludamos com o discurso do cadeião’, alertou o jurista Luiz Flávio Gomes, membro da Comissão de Reforma do Código de Processo Penal. Ele se diz descrente com a Justiça brasileira e afirma que só com soluções mais dinâmicas, como o acordo entre acusação e acusado, será possível punir corruptos com rapidez e reduzir a sensação de impunidade”. Enter.
Enquanto isso, na grande imprensa dos jornalões patrocinados por empresas de capital multinacional vemos os ASSUNTOS DO MOMENTO, como eles querem que seja e que você a isso se submeta. Os assuntos são: Madonna; terremoto no México; Mirella Santos; Dan Stulbach; Adriana Lima; Dia da Síndrome; Fina Estampa; Jogos Vorazes; Roberto Justus; Prêmio Shell. Bem, devo dizer que o otário aqui ou você, otário aí, não dão notícia sobre nada desses itens. Mas, pesquisando no Google, fiquei muito “filiz”, como diz a Maria Bestânia. A tal Mirella é uma linda mulher-objeto, que exigiu recentemente carro blindado e seguranças para se dirigir para a Intimasul Fashion Fair, em Guaporé, RS. Causa surtos de desejo onde estiver, e só. Daí até qualquer fato real é um ano luz. Mas integra a trupe do tal de Latino, que simplesmente não tenho a menor idéia do que possa ser e fazer. Já Adriana Lima é modelo, casada com um brutamontes basquetebolístico sérvio, sei lá. E nada mais. Quanto a Dan Stulbach, juntemo-lo a Roberto Justus e isolemos isso: não tem qualquer serventia senão ocupar as mentes dos otários tidos como certos, os que acreditam que o que está aí é o que é, e pronto. O resto, tirando o terremoto que assolou nossos irmãos mexicanos, também é lixo. E agradecemos penhorados pelo espaço concedido nos jornalões à suruba virtual BBB 12. Merda pura. Mas voltemos aos otários que somos nós. Enter.
Eliana Calmon poderá receber em breve o Troféu Pé no Saco, dado pelas associações de magistrados, por andar tirando o sossego dos tão admiráveis togados tão afeitos a dindim grosso... Essa chata tem de ser logo levada a algum tipo de ridículo, que não sei como ainda não rolou. É audácia demais, vindo de mulher, peitar a gangue de assaltantes do erário e de protetores de bandidos. Aliás, a macacada brasilis quer acompanhar é gente como Val Marchiori, como socialites extravagantes e sem limites, quer ver é a turma de desfrutáveis se roçando em lençóis com imbecis burrões, trata-se de algo no nível de plantel de belos animais que tendem a cruzar entre si e botar mais mentes vazias no mundo. Estes é que são os heróis nessa Pindorama desgraçada. Eliana Calmon é assunto indesejável, na mídia, embora essa mesma mídia a tenha colocado nas primeiras páginas porque anda causando sério ruído de enxame de insetos mortíferos. Dá grana. La Calmon quer ver o que andam fazendo suas excelências. Se eu pudesse lhe dar umas informações sobre minhas experiências nos últimos anos... mas não tenho tempo pra isso. Deixo com Deus. Com quem isso ficaria melhor? Bem, quer mais? Então entra em cena outro togado. Enter.
O ministro ou sei lá o que José Antonio Dias Tofolli andou dizendo que não poderia participar dos julgamentos dos mensaleiros, alegando suspeição. Disse que, por ter sido advogado da AGU no “governo” Lula, não se permitirá participar de nada que envolva fatos políticos e ilícitos praticados durante os “anos Lula”. Agora parece que mudou de idéia, e vai participar sim, mesmo tendo sido, segundo divulgado recentemente, advogado de um dos réus. “Se mantiver essa argumentação, certamente Toffoli não vai se declarar suspeito no julgamento do mensalão do PT. Portanto, ele não pretende cumprir o compromisso assumido quando foi sabatinado no Senado para assumir no Supremo, quando disse que se excluiria de todos os julgamentos que envolvessem o governo Lula. Ou seja, Toffoli é o Serra do PT, em matéria de cumprir compromissos”. E, quer saber? Vou-me embora pra Pasárgada. Depois eu conto. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
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