Frederico Mendonça de Oliveira
Um certo manual, alvo de muita controvérsia quanto a sua autenticidade, mas cujo teor está inequivocamente transformado em fatos desde o início do século passado, o que nos deixa certos de que é autêntico sim, fala que, ao tomar o poder mundial, a turma à qual o manual se refere – e que na verdade representa – será implacável na aplicação de penas para qualquer mínimo delito, e o rito será sempre, na melhor hipótese, sumário. Em outras palavras, a Justiça terá uma ação muito diversa, o oposto da que temos “funcionando” hoje, especialmente nessa Brazuka tresvairada. Os brasileiros lúcidos, esmagada minoria, embora boa parte da manada brasilis possa acordar do pesadelo se algo acontecer de milagroso invertendo o que está aí, perderam completamente a confiança no poder judiciário. Desde experiências pessoais até no que contemplam desolados a impunidade que impera geral e a asquerosa morosidade da desmantelada e já quase travada máquina do “terceiro poder”, os bípedes vestidos e descaudados não têm mais em que botar qualquer fé nessa geringonça. E o quadro se agrava, depois de confirmado tudo isso, quando se verifica um contrassenso inaceitável dentro dos limites do universo da Justiça: os juízes, sobre quem deveria pesar de forma extremamente mais rigorosa a mão de Têmis no caso de cometerem delitos ou crimes, são praticamente intocáveis, se não intocáveis de todo – e os desmandos de toda sorte prosseguem, sendo verificados volta e meia casos escandalosos de toda natureza envolvendo suas excelências togadas. Desde o juiz Lalau até aquele maluquete desarvorado do litoral fluminense, que toca pavor por onde passa, verificam-se desmandos e crimes praticados pelos agentes da justiça nas fuças do povo impotente. Tão desacreditada está a instituição que os próprios advogados já criaram um chiste a respeito da imagem da deusa Têmis: “Antes, peituda e vendada; hoje, peitada e vendida”. Enter.
Os réus do mensalão podem estar em polvorosa, mas nada nos faz crer que os processos movidos contra eles dêem em alguma coisa que não pizza. Vejam só a belezura: “Se o caso for julgado procedente e nenhum dos crimes prescrever, o publicitário Marcos Valério de Souza, acusado de operar o esquema, poderá ser condenado a até 527 anos de prisão. O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), chamado de ‘chefe da quadrilha’, e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, pegariam até 111 anos”. Fale sério: você acredita nisso de essas penas serem mesmo cominadas? O que você aposta? Um pirulito azul, seu cachorro que dorme com você debaixo de um viaduto ou sua Toyota Hilux? Eu aposto um palito de fósforo queimado contra o patrimônio de quem quer que seja: vai dar em nada. Você acha que vai ver o Zé Dirceu et caterva mensaleira atrás de grades??? Então me conta o que você anda adicionando à birita de cada dia, irmão. Cá pra nós, qui viagi! Vejamos: “O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ontem ao STF (Supremo Tribunal Federal) a condenação de 36 réus por envolvimento no esquema do mensalão. Somadas, as penas máximas chegariam a 4,7 mil anos de prisão”. Mas olhe só a deixa: “Se o caso for julgado procedente e nenhum dos crimes prescrever”... Mas ainda se duvida da procedência desse escândalo, que revelou a bunda suja do PT a todo o planeta??? Ora, tem paciência! E, pior: se “nenhum dos crimes prescrever” passa perfeitamente a idéia de que haverão de fazer prescrever isso tudo, a bem de manter a bicheira livre de estilhaços caso role qualquer mudança. Ou, caso contrário, aturam alguma coisa um Delúbio ou um Valério, o resto quiaba beleza e volta ao poder e à zanzação nas primeiras páginas, incluindo reportagens na Caras. Que volta a exibir aquelas bundas sorridentes em seus sítios paradisíacos ou viajando pelas oropas levando cachorrinhos poodle toy no colo. Você duvida? Eu, não. Enter.
"’Foi engendrado um plano criminoso voltado para a compra de votos dentro do Congresso Nacional. Trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber’, escreveu Gurgel sobre a suposta distribuição de dinheiro em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Lula”. Pois é, senhor procurador-geral, é isso mesmo. Só que estamos diante de uma imensa pilha de latas. Se tirarem alguma de baixo, desaba tudo. Então, vão tirar uma lá do topo visando fazer crer que a Justiça operou, e a pilha de latas prossegue em pé. Zé Dirceu em cana??? Ora, qual?! Vejam só como anda nosso heróico ex-chefe da Casa Civil: “Sobre Dirceu, ele escreveu: ‘Partindo de uma visão pragmática, que sempre marcou a sua biografia, José Dirceu resolveu subornar parlamentares federais, tendo como alvos preferenciais dirigentes partidários de agremiações políticas. (...) A força do réu é tão grande que, mesmo depois de recebida acusação por formação de quadrilha e corrupção ativa pelo pleno do STF, delitos graves, ele continua extremamente influente dentro do PT, inclusive ocupando cargos formais de relevo’, concluiu o procurador”. ’Tá aí: ninguém põe a mão no pilantraço. E tem mais: como fica o cachaceiro ex-primeiro mandatário da “nação”? Todos os réus eram seus subordinados – e ele fica de boa? É só tomar uma 51? Ora, você não nasceu ontem, nem eu... e você deve ter sua experienciazinha com o fórum de sua cidade, e deve saber o que esperar como desfecho pra tudo isso. Enter final.
Hermeto Pascoal, um dos mais importantes músicos brasileiros de todos os tempos, foi – ou caiu na besteira de? – comemorar seus 75 fazendo um show numa tenda em Realengo, bairro carioca onde ele morou por décadas e do qual fugiu por temer a violência cercando sua casa e todo o bairro. Putíssimo com a conduta do público, que bebia e falava estupidamente como se no palco estivesse um palhaço desconhecido, ele mandou a platéia tomar no c* e se retirou furioso. Precisa dizer mais alguma coisa sobre onde estamos metidos? E viva Santo Expedito! Oremos. Té pra semana, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2051 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 707 dias também sob mordaça! E não custa citar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ, lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público! Então por que prosseguimos censurados??
sexta-feira, 8 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
“Espricando o Purtuguêis”
Frederico Mendonça de Oliveira
“Apóstrofes são os 12 homenzinhos que comeram com Jesus e que Michelangelo bateu a foto”. Não querido, você se enganou: quem “bateu a foto” foi Dá Vinte. Você há de admitir que os apóstrofes e mesmo Jesus não permitirão esse engano de crédito. Nós de cá só gostaríamos de saber que câmera o Dá Vinte usou, se foi a Kodak inventada por Pitágoras ou a Íris inventada por Moisés para escrever o Antigo Testamento, do que depois tiraram por telepatia as imagens para fazer aquele filme do Cecil B. DeMille, Os Dez Mandamentos. Realmente, como vemos, a História é cheia de falhas, todos conhecemos coisas diferentes, cada um vê uma História, e seria preciso unificar tudo para todos poderem ver uma coisa só. Por exemplo: a Ciência está dividida, ninguém sabe explicar muita coisa e tem muita coisa explicada que não é sabida de todos. Querem ver? Quem explica o ronrom do gato? Ninguém, até hoje, deu uma versão correta e convincente, ficam todos em hipóteses. Mas nessas pesquisas que vão fazendo por aqui vão sendo descobertas coisas incríveis e que eram desconhecidas. Você sabia que “As moléculas de água quando congelam viram Duréculas”? Claro que não!
E aí vai a pergunta crucial de outro pensador que trabalha contribuindo com idéias para o edifício cultural brasileiro: “O que vamos deixar para nossos antecedentes?”, ou seja: se não unificarmos de forma unificadora a visão da História, como ficarão no futuro vindouro do porvir posterior nossos antecedentes? Enter.
Uma medida obrigatória a ser tomada imediatamente pelo Ministero da Inducação é ABOLIR A CRASE. Afinal, seria arriscado afirmar que um em cada dez mil sabe usar essa titica. Pra que crase, pô??? A gente vê que não há UMA edição de jornal sem erro de crase. É simples, quer ver? Basta haver a necessidade de crase para vir... ERRO! Então, por que não abolir esse obstáculo à escrita para evitar erros? Basta instituir o erro através de abolir o acento. E fica tudo certo! A nova nomenclatura não aboliu acentos? Um dos pensadores consultados naquela pesquisa de idéias para melhorar o país e o mundo, o ENEM, deu uma grande dica para que essas confusões acabem de uma vez: “Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós.”; e querem mais cristalina exposição de propósitos? Então, acabar com a crase é uma forma definitiva e eficiente para deixarmos de sermos egoístas... Enter.
Outra porcaria que tinha que ser abolida logo é o TIL. Pô, você há de concordar: o til que existe no A antes de um O não é necessário, pois nenhuma palavra em Purtuguêis termina em ao, sem til. Morô? Sendo assim, se é sempre assim, pra que manter o til nas palavras com final ao? Não precisa mais, e fica a turma sofrendo com ter que botar aquele sinalzinho besta tipo cobrinha, desnecessário! Volta a proposta ética e filosófica: “Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós”! O gênio Gilberto Freire, que foi educado em língua inglesa, previu o fim do Purtuguêis explicando o porquê: segundo ele, é uma língua extremamente complexa, com uma riqueza imensa, e isso não resiste ao tempo. A simplificação é obrigatória no falar humano, e por isso hoje não estamos falando Latim aqui. Isso leva tempo, claro, mas a gente pode dar u’a mãozinha. Questão de “deixar de sermos egoístas e pensarmos mais em nós!”. E nossos pensadores do ENEM contribuem com outras visões, não só filosóficas, mas políticas também. Uma constatação admirável sobre o Senado é a de um analista político do ENEM: “O Brasil ta mudando: antes tudo acabava em pizza, agora acaba em panetone. É por isso que tem tanto gordo no Senado.”! Você viu a acuidade política do cara?? Pois tem mais, e esse pensador é um neologista, escreve como um inovador em todos os sentidos: “Então eles (os senadores) cometem atos flatulentos”. E temos de admitir que é um fato: o cheiro no Senado deve ser um horror, a partir também do fato de o Sarney ser o presidente daquilo... Enter.
Mas precisamos muito de idéias de filósofos, e descobriram que esse ENEM é um celeiro de pensadores que deixariam Kant e Nietzsche humilhados. Quer ver?
“Somos cúmplices suceptível à corrupção de políticos intimistas com cinismos intrínsecos à sociedade capitalista.”... você viu que clareza??!! Nem Marx e Engels, com aquela baboseira divina de filosofia marxista, foram tão fundo na crítica ao capitalismo!... mas os pensadores batem duro, surpreendendo pela perspicácia associada a deslumbramento criador: “A plausível autoridade e responsabilidade dos políticos é incondicionalmente atrelada às possibilidades possíveis, plausíveis e passíveis de corrupção que o povo digere sentados no sofá.”, oh!, que delícia! Isso é o que podemos chamar de triunfo do pensamento civilizado. Mas é muito pouco se pararmos para considerar os pensadores que se concentram em nossos problemas ambientais e ecológicos, zelando pelos nossos animais, nosso ar, nossas florestas, e não podemos deixar de citar as descobertas deles nessa área. Enter final.
Atentos para com tudo, nossos novos pensadores lançam questões eletrizantes para nosso embotado dia-a-dia. Uma delas é lembrar uma das mais importantes personalidades de nossa história recente e cuja preocupação ecológica é obscurecida pela ação da Brigitte Bardot, que defende as focas: “Até a Xuxa hoje em dia se prelcupa com a situação dos animais”, e de quebra ganhamos uma opção de grafia que mostra a flexibilidade da mente de nossos mestres. E as denúncias são alarmantes: 'Já está muito de difícil de achar os pandas na Amazônia” é um alerta que nos joga para trás dos tempos memoriais. E a visão globalizante fica paupérrima se considerarmos a generosidade do pensador com cuja fala encerramos o papo: “Não preserve somente o meio ambiente, mas sim todo ele”. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2044 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 700 dias também sob mordaça! E não custa citar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ, lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público! Então por que prosseguimos censurados??
“Apóstrofes são os 12 homenzinhos que comeram com Jesus e que Michelangelo bateu a foto”. Não querido, você se enganou: quem “bateu a foto” foi Dá Vinte. Você há de admitir que os apóstrofes e mesmo Jesus não permitirão esse engano de crédito. Nós de cá só gostaríamos de saber que câmera o Dá Vinte usou, se foi a Kodak inventada por Pitágoras ou a Íris inventada por Moisés para escrever o Antigo Testamento, do que depois tiraram por telepatia as imagens para fazer aquele filme do Cecil B. DeMille, Os Dez Mandamentos. Realmente, como vemos, a História é cheia de falhas, todos conhecemos coisas diferentes, cada um vê uma História, e seria preciso unificar tudo para todos poderem ver uma coisa só. Por exemplo: a Ciência está dividida, ninguém sabe explicar muita coisa e tem muita coisa explicada que não é sabida de todos. Querem ver? Quem explica o ronrom do gato? Ninguém, até hoje, deu uma versão correta e convincente, ficam todos em hipóteses. Mas nessas pesquisas que vão fazendo por aqui vão sendo descobertas coisas incríveis e que eram desconhecidas. Você sabia que “As moléculas de água quando congelam viram Duréculas”? Claro que não!
E aí vai a pergunta crucial de outro pensador que trabalha contribuindo com idéias para o edifício cultural brasileiro: “O que vamos deixar para nossos antecedentes?”, ou seja: se não unificarmos de forma unificadora a visão da História, como ficarão no futuro vindouro do porvir posterior nossos antecedentes? Enter.
Uma medida obrigatória a ser tomada imediatamente pelo Ministero da Inducação é ABOLIR A CRASE. Afinal, seria arriscado afirmar que um em cada dez mil sabe usar essa titica. Pra que crase, pô??? A gente vê que não há UMA edição de jornal sem erro de crase. É simples, quer ver? Basta haver a necessidade de crase para vir... ERRO! Então, por que não abolir esse obstáculo à escrita para evitar erros? Basta instituir o erro através de abolir o acento. E fica tudo certo! A nova nomenclatura não aboliu acentos? Um dos pensadores consultados naquela pesquisa de idéias para melhorar o país e o mundo, o ENEM, deu uma grande dica para que essas confusões acabem de uma vez: “Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós.”; e querem mais cristalina exposição de propósitos? Então, acabar com a crase é uma forma definitiva e eficiente para deixarmos de sermos egoístas... Enter.
Outra porcaria que tinha que ser abolida logo é o TIL. Pô, você há de concordar: o til que existe no A antes de um O não é necessário, pois nenhuma palavra em Purtuguêis termina em ao, sem til. Morô? Sendo assim, se é sempre assim, pra que manter o til nas palavras com final ao? Não precisa mais, e fica a turma sofrendo com ter que botar aquele sinalzinho besta tipo cobrinha, desnecessário! Volta a proposta ética e filosófica: “Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós”! O gênio Gilberto Freire, que foi educado em língua inglesa, previu o fim do Purtuguêis explicando o porquê: segundo ele, é uma língua extremamente complexa, com uma riqueza imensa, e isso não resiste ao tempo. A simplificação é obrigatória no falar humano, e por isso hoje não estamos falando Latim aqui. Isso leva tempo, claro, mas a gente pode dar u’a mãozinha. Questão de “deixar de sermos egoístas e pensarmos mais em nós!”. E nossos pensadores do ENEM contribuem com outras visões, não só filosóficas, mas políticas também. Uma constatação admirável sobre o Senado é a de um analista político do ENEM: “O Brasil ta mudando: antes tudo acabava em pizza, agora acaba em panetone. É por isso que tem tanto gordo no Senado.”! Você viu a acuidade política do cara?? Pois tem mais, e esse pensador é um neologista, escreve como um inovador em todos os sentidos: “Então eles (os senadores) cometem atos flatulentos”. E temos de admitir que é um fato: o cheiro no Senado deve ser um horror, a partir também do fato de o Sarney ser o presidente daquilo... Enter.
Mas precisamos muito de idéias de filósofos, e descobriram que esse ENEM é um celeiro de pensadores que deixariam Kant e Nietzsche humilhados. Quer ver?
“Somos cúmplices suceptível à corrupção de políticos intimistas com cinismos intrínsecos à sociedade capitalista.”... você viu que clareza??!! Nem Marx e Engels, com aquela baboseira divina de filosofia marxista, foram tão fundo na crítica ao capitalismo!... mas os pensadores batem duro, surpreendendo pela perspicácia associada a deslumbramento criador: “A plausível autoridade e responsabilidade dos políticos é incondicionalmente atrelada às possibilidades possíveis, plausíveis e passíveis de corrupção que o povo digere sentados no sofá.”, oh!, que delícia! Isso é o que podemos chamar de triunfo do pensamento civilizado. Mas é muito pouco se pararmos para considerar os pensadores que se concentram em nossos problemas ambientais e ecológicos, zelando pelos nossos animais, nosso ar, nossas florestas, e não podemos deixar de citar as descobertas deles nessa área. Enter final.
Atentos para com tudo, nossos novos pensadores lançam questões eletrizantes para nosso embotado dia-a-dia. Uma delas é lembrar uma das mais importantes personalidades de nossa história recente e cuja preocupação ecológica é obscurecida pela ação da Brigitte Bardot, que defende as focas: “Até a Xuxa hoje em dia se prelcupa com a situação dos animais”, e de quebra ganhamos uma opção de grafia que mostra a flexibilidade da mente de nossos mestres. E as denúncias são alarmantes: 'Já está muito de difícil de achar os pandas na Amazônia” é um alerta que nos joga para trás dos tempos memoriais. E a visão globalizante fica paupérrima se considerarmos a generosidade do pensador com cuja fala encerramos o papo: “Não preserve somente o meio ambiente, mas sim todo ele”. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2044 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 700 dias também sob mordaça! E não custa citar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ, lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público! Então por que prosseguimos censurados??
sexta-feira, 24 de junho de 2011
E prossegue a loucura geral, agora com FHC e STF
Frederico Mendonça de Oliveira
Estamos mesmo condenados a conviver com a sarna funesta que contamina o que resta do que fizeram do Senado e de todo o “parlamento” – a julgar pelo que emitem verbalmente aqueles andróides engravatados, seria melhor palramento. A sarna tem nome e uma história de abjeção: José Sarney, e essa escabiose avança pela (até bonitinha) Roseana, ramificando-se pelos familiares e correligionários. Já não basta vermos pela centésima milésima vez aquela figura dantesca exibindo aquele bigode tão esteticamente obsceno e que foi a prova cabal, no que chegou a ocupar a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (!!!!!!!!!!!), de que isto em que estamos não é um país, mas uma terra infernalizada e desgraçada e que tem pela frente o abismo para um povo e uma história. Se fôssemos uma comunidade decente, teríamos posto TODOS ESSES SERES atrás das grades há muito tempo! Além de serem corruptos por assunção escandalosamente explicitada, são traidores por natureza, são sanguessugas despudorados, e a eles deveria caber não aquele monstrengo de concreto que é aquela perdida Brasília, mas uma imensa pedreira para eles quebrarem pedra a marreta pro resto de suas vidas já tão manifestadamente devotadas ao crime. Mas eles estão aí, mandando e mamando, integrando a grande bicheira que é o poder constituído, e vez por outra explode um tumor aqui ou acolá, mas eles navegam em pus com desenvoltura e, em certos casos, com delícia... e nada os atinge. Enter.
Você deve estar sacando os fatos, dando uma olhada no que as primeiras páginas dos jornalões vêm exibindo. Maconha e sigilo, por exemplo, estão em pauta. Os malucos no poder não sabem o que fazer, apenas tratam de viver os problemas como der e prosseguir nadando de braçada nos gordos salários, gratificações, mamatas, “por foras”, propinas, acertos, conchavos, mordomias, e tudo vai sendo empurrado com a barriga nessa pantomima de dementes que vemos diariamente rolar. O único problema é que a conta estoura em nossas mãos... mas vale a pena parar um pouco e considerar essas questões da maconha e do sigilo para com documentos históricos. Em relação a maconha, tudo é de um ridículo total: primeiro, sempre se fumou maconha nessa Pindorama escrachada, esculhambada, vilipendiada, miserabilizada, e nunca se viu qualquer relação estatística entre o consumo da erva – maconha não é droga, como querem os cães a serviço da dominação internacional – e a criminalidade. Só pra você ter uma idéia, em âmbito nacional 75% dos homicídios são cometidos sob efeito de álcool. Acrescente a isso o que morre de gente de cirrose, de consequências do uso do álcool, de acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados e tal. É de chapar! Mas o álcool continua sendo promovido e vendido mais e mais, e as “autoridades”, que também fazem uso do etil direto e reto – vide esse que deixou a presidência, que vivia de fogo dizendo asneiras pra cima e pra baixo –, não podem se posicionar levantando bandeiras contra o uso abusivo da birita, porque perderiam eleitorado. Cachorrada!... Mas maconha prossegue envolvida com crime, e os artigos 12 e 16 estão lá no Código Penal, e será difícil mudar isso, mesmo que a erva não frequente estatísticas escandalosas, como o álcool. O que os poderosos a serviço dos donos do mundo usam como referência é o fato de a maconha ser o capital de giro do crime. É claro que você, sendo criminoso, não passaria o dia trabalhando em banco ou atrás de balcão pra ganhar seu salário. Então o negócio é vender maconha, até porque é assustador saber quanta gente fuma unzinho hoje, é incalculável o tamanho do mercado consumidor do bagulho. Se a coisa de produzir o próprio jererê for liberada, o rombo nos cofres do crime será contundente, eles vão ter que inventar outra, rárárá! E a turma vai fazer a cabeça pitando coisa pura, em todos os sentidos, inclusive porque livre do percurso do crime! Então os chincheiros vão se mexendo, mesmo que sejam da paz e da contemplação. E se até o Supremo se posicionou a favor das marchas e se até o Gallochmouth FHC botou seu nome nisso, há quem garanta que está aparecendo luz no fim do túnel... Enter final.
E tem a questão de abrir ou não os arquivos de documentos ainda mantidos em sigilo. Maluquíssimo isso de “sigilo eterno” para documentos quaisquer que sejam! Se esses documentos são registros históricos reais, nós, que somos a história viva hoje e o resultado do que fizeram antes de nós, temos o direito legítimo de acesso a eles! Se o despirocado e comprovadamente amalucado falastrão roufenho se posicionou a favor do sigilo, isso mais ainda comprova a importância de abrir. E a Folha entrega que o governo Dilma pisou no tomate: “De 76 senadores ouvidos pela Folha nesta semana, 54 disseram ser favoráveis à abertura total das informações públicas, como previsto pelo projeto aprovado no ano passado pela Câmara dos Deputados e que agora está para ser votado pelo Senado. Apenas dez senadores defenderam o projeto original enviado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permitiria manter indefinidamente sob sigilo documentos classificados como ultrassecretos pelo governo. Doze senadores ouvidos se declararam indecisos e cinco não responderam à consulta.” E ainda ficamos escabreados: se vemos esses caras apoiando isso, dá até pra duvidar... porque tudo que passa por esse antro tende a ser sempre algo contra os interesses reais do povo brasileiro. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2037 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 694 dias também sob mordaça! E não custa lembrar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ, lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público!
Estamos mesmo condenados a conviver com a sarna funesta que contamina o que resta do que fizeram do Senado e de todo o “parlamento” – a julgar pelo que emitem verbalmente aqueles andróides engravatados, seria melhor palramento. A sarna tem nome e uma história de abjeção: José Sarney, e essa escabiose avança pela (até bonitinha) Roseana, ramificando-se pelos familiares e correligionários. Já não basta vermos pela centésima milésima vez aquela figura dantesca exibindo aquele bigode tão esteticamente obsceno e que foi a prova cabal, no que chegou a ocupar a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (!!!!!!!!!!!), de que isto em que estamos não é um país, mas uma terra infernalizada e desgraçada e que tem pela frente o abismo para um povo e uma história. Se fôssemos uma comunidade decente, teríamos posto TODOS ESSES SERES atrás das grades há muito tempo! Além de serem corruptos por assunção escandalosamente explicitada, são traidores por natureza, são sanguessugas despudorados, e a eles deveria caber não aquele monstrengo de concreto que é aquela perdida Brasília, mas uma imensa pedreira para eles quebrarem pedra a marreta pro resto de suas vidas já tão manifestadamente devotadas ao crime. Mas eles estão aí, mandando e mamando, integrando a grande bicheira que é o poder constituído, e vez por outra explode um tumor aqui ou acolá, mas eles navegam em pus com desenvoltura e, em certos casos, com delícia... e nada os atinge. Enter.
Você deve estar sacando os fatos, dando uma olhada no que as primeiras páginas dos jornalões vêm exibindo. Maconha e sigilo, por exemplo, estão em pauta. Os malucos no poder não sabem o que fazer, apenas tratam de viver os problemas como der e prosseguir nadando de braçada nos gordos salários, gratificações, mamatas, “por foras”, propinas, acertos, conchavos, mordomias, e tudo vai sendo empurrado com a barriga nessa pantomima de dementes que vemos diariamente rolar. O único problema é que a conta estoura em nossas mãos... mas vale a pena parar um pouco e considerar essas questões da maconha e do sigilo para com documentos históricos. Em relação a maconha, tudo é de um ridículo total: primeiro, sempre se fumou maconha nessa Pindorama escrachada, esculhambada, vilipendiada, miserabilizada, e nunca se viu qualquer relação estatística entre o consumo da erva – maconha não é droga, como querem os cães a serviço da dominação internacional – e a criminalidade. Só pra você ter uma idéia, em âmbito nacional 75% dos homicídios são cometidos sob efeito de álcool. Acrescente a isso o que morre de gente de cirrose, de consequências do uso do álcool, de acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados e tal. É de chapar! Mas o álcool continua sendo promovido e vendido mais e mais, e as “autoridades”, que também fazem uso do etil direto e reto – vide esse que deixou a presidência, que vivia de fogo dizendo asneiras pra cima e pra baixo –, não podem se posicionar levantando bandeiras contra o uso abusivo da birita, porque perderiam eleitorado. Cachorrada!... Mas maconha prossegue envolvida com crime, e os artigos 12 e 16 estão lá no Código Penal, e será difícil mudar isso, mesmo que a erva não frequente estatísticas escandalosas, como o álcool. O que os poderosos a serviço dos donos do mundo usam como referência é o fato de a maconha ser o capital de giro do crime. É claro que você, sendo criminoso, não passaria o dia trabalhando em banco ou atrás de balcão pra ganhar seu salário. Então o negócio é vender maconha, até porque é assustador saber quanta gente fuma unzinho hoje, é incalculável o tamanho do mercado consumidor do bagulho. Se a coisa de produzir o próprio jererê for liberada, o rombo nos cofres do crime será contundente, eles vão ter que inventar outra, rárárá! E a turma vai fazer a cabeça pitando coisa pura, em todos os sentidos, inclusive porque livre do percurso do crime! Então os chincheiros vão se mexendo, mesmo que sejam da paz e da contemplação. E se até o Supremo se posicionou a favor das marchas e se até o Gallochmouth FHC botou seu nome nisso, há quem garanta que está aparecendo luz no fim do túnel... Enter final.
E tem a questão de abrir ou não os arquivos de documentos ainda mantidos em sigilo. Maluquíssimo isso de “sigilo eterno” para documentos quaisquer que sejam! Se esses documentos são registros históricos reais, nós, que somos a história viva hoje e o resultado do que fizeram antes de nós, temos o direito legítimo de acesso a eles! Se o despirocado e comprovadamente amalucado falastrão roufenho se posicionou a favor do sigilo, isso mais ainda comprova a importância de abrir. E a Folha entrega que o governo Dilma pisou no tomate: “De 76 senadores ouvidos pela Folha nesta semana, 54 disseram ser favoráveis à abertura total das informações públicas, como previsto pelo projeto aprovado no ano passado pela Câmara dos Deputados e que agora está para ser votado pelo Senado. Apenas dez senadores defenderam o projeto original enviado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permitiria manter indefinidamente sob sigilo documentos classificados como ultrassecretos pelo governo. Doze senadores ouvidos se declararam indecisos e cinco não responderam à consulta.” E ainda ficamos escabreados: se vemos esses caras apoiando isso, dá até pra duvidar... porque tudo que passa por esse antro tende a ser sempre algo contra os interesses reais do povo brasileiro. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2037 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 694 dias também sob mordaça! E não custa lembrar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ, lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público!
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A boçalidade vai imperando; nós, retrocedendo
Frederico Mendonça de Oliveira
Você já percebeu que nosso idioma vai se transformando num fubá fedorento e feio? Já percebeu como os que tendem a retornar às árvores andam “falando” e se “vestindo”? Já percebeu o papel da TV nisso? E já percebeu o risco de viver misturado a essa choldra insana que hoje entope as ruas deambulando besta e inutilmente? Pois isso ainda é pouco. Temos verificado, sob crescente constrangimento, a degenerescência social nesta Pindorama, e só nos resta ir adotando a reclusão voluntária como forma de escapar à sanha sociodestrutiva que vigora nestes dias de corrupção generalizada em todos os sentidos. Você vive uma escatologia e talvez esteja participando dela sem saber, agindo de alegre, pensando que carro importado e cruzeiro em navio com show de Roberto Carlos compensam a desgraça social que se abate sobre nossas vidas. Sua casa deve ter cerca elétrica, grades em todas as janelas, seu carrão deve ter vidros à prova de balas, deve haver rotweillers em seu quintal, você deve se borrar de medo de ter arma de fogo não registrada ou de não ter arma em meio à guerra civil, você pode até ser um otário de carteirinha que foi entregar a(s) arma(s) às “autoridades” suas inimigas e que achou que, como disse o Raul, “contribuiu com sua parte para esse belo quadro social”... Em suma: atenção, você! Olhe bem em que você está se metendo, irmão, porque o Sistema o quer bem burro e bem otário. Enter.
Desde algum bom tempo, quando daquelas Olimpíadas por aqui, nem me lembro direito daquela josta, vimos verificando um tipo de manifestação coletiva que coloca os brasileiros como uma legião de estúpidos assumidos e, pior, alegres com ser o que optaram ser. Se é que isso é ser... porque a vida é aperfeiçoamento, e o que essa plévia vai engendrando é justamente o oposto, é retrocesso mental e espiritual e social. O mais interessante é que esse processo parece que não bate com os cânones das seitas sagradas, que são unânimes no que afirmam não haver jamais retrocesso no processo evolutivo. Tá. Mas tem momentos em que nos perguntamos: é evolução termos tido Tom, João, VillaLobos e hoje termos Tiririca, É o Tchan e os breganejos todos? Bem, é confiar a Deus, mas isso cheira a carniça... e voltamos: desde as Olimpíadas de anos atrás, não sei quantos, vimos eclodir uma conduta coletiva nas assistências presentes aos jogos. Quando do desfile de abertura, os “torcedores brasileiros”, esses bobalhões vestidos como palhaços e palrando como maritacas, resolveram manifestar seu "senso patriótico": vaiavam as delegações de outros países e aplaudiam nossa delegação. A coisa vai bem abaixo da estupidez: raia a demência coletiva com vestígios de índole maligna. Isso merece parágrafo. Enter.
Pois hoje, instalada como um câncer escroto, vemos a atitude generalizada de vaiar oponentes esportivos, meros competidores no âmbito da paz! Essas rafaméias estúpidas mostram sua obtusidade malsã no que vaiam os adversários das equipes brasileiras em quadra, dando mostras de mau caráter generalizado, espírito deformado em direção à exclusão e anulação “do outro” só por ser o outro. Que tipo de sentimento pátrio ou nacional é esse? Esses andróides vestidos por acaso sabem o que vem a ser “pátria”, “Estado”, “nação”? Esses pacóvios enxergam algo mais diante dos narizes que suas necessidades fisiológicas misturadas a seus desejos primários? E tanto vaiam adversários em quadras quanto aplaudem aloprada e tresloucadamente os “ídolos” da canção miserável que congregam diante de suas boçalidades afinadas em terças e sextas (intervalos musicais) essas legiões de patetas ensandecidos, inebriados de prazer mórbido. Se você quiser ver esse espetáculo de monstruosidade coletiva assumida e exibida a mil, basta procurar no Youtube qualquer apresentação desses babaquaras vestidos cantando em duplas. Ou ligar sua TV neste fim de semana para ver, às 10h (sim, alimárias: não é 10:00 horas, não!), a seleção brasileira de vôlei disputando a Liga Mundial. Vai passar na Globo, você nem precisa procurar, pois sua TV já deve estar sintonizada na emissora do Armagedon desde tempos incontáveis... Enter.
Então é isso: o sacador adversário pega a bola e vai pro fundo da quadra, buscando concentração para mandar o saque. O que fazem os “torcedores brasileiros”? Vaiam. POR QUÊ??? Deveriam calar respeitosamente, usando de espírito esportivo, característica de povos civilizados, enquanto o sacador se prepara!... Mas, não: os boçais brasileiros, pulando como macacos e com camisas amarelas, perucas verdes, sorrindo estupidamente o sorriso sardônico dos imbecis, vaiam! A pergunta é: o jogador oponente é digno de execração por ser adversário? Ele fez algo digno de condenação, de reprovação, para merecer vaia?? Ora, dementes psicopatas socialmente miserabilizados! Vou dizer a vocês o que vocês merecem, jericos abissais! Cuca de frango de granja é mente de cientista perto do que vocês exibem em termos mentais e espirituais, estultos! A torcida brasileira, vale citar, é a mais asquerosa do mundo: apalhaçada, exibindo uma alegria estúpida, despida de espírito esportivo, cega em seu desejo mórbido de vitória para consolidação de uma supremacia que não podemos exibir de forma nenhuma! Basta olhar para nossos governantes, nossos políticos, nossas ruas, nossos morros, nossa Justiça, nossa Educação, nossa Saúde... Enter final.
Os adversários poderiam escalar um maluco despreocupado com sua carreira e botar o cara pra jogar contra nós. Quando ele fosse para o saque e os “torcedores brasileiros” vaiassem, ele deveria pegar nos colhões e mostrar para toda a “torcida brasileira”. E todo o time adversário deveria imitá-lo. É o que essa gentuça doentia merece. E o mais triste é vermos que os adversários desprezam solenemente essa escrotidão brasileira. E devem pensar consigo: “Macacos!...”, e não poderiam pensar outra coisa. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2030 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 687 dias também sob mordaça! E não custa lembrar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ,lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público!
Frederico Mendonça de Oliveira
Você já percebeu que nosso idioma vai se transformando num fubá fedorento e feio? Já percebeu como os que tendem a retornar às árvores andam “falando” e se “vestindo”? Já percebeu o papel da TV nisso? E já percebeu o risco de viver misturado a essa choldra insana que hoje entope as ruas deambulando besta e inutilmente? Pois isso ainda é pouco. Temos verificado, sob crescente constrangimento, a degenerescência social nesta Pindorama, e só nos resta ir adotando a reclusão voluntária como forma de escapar à sanha sociodestrutiva que vigora nestes dias de corrupção generalizada em todos os sentidos. Você vive uma escatologia e talvez esteja participando dela sem saber, agindo de alegre, pensando que carro importado e cruzeiro em navio com show de Roberto Carlos compensam a desgraça social que se abate sobre nossas vidas. Sua casa deve ter cerca elétrica, grades em todas as janelas, seu carrão deve ter vidros à prova de balas, deve haver rotweillers em seu quintal, você deve se borrar de medo de ter arma de fogo não registrada ou de não ter arma em meio à guerra civil, você pode até ser um otário de carteirinha que foi entregar a(s) arma(s) às “autoridades” suas inimigas e que achou que, como disse o Raul, “contribuiu com sua parte para esse belo quadro social”... Em suma: atenção, você! Olhe bem em que você está se metendo, irmão, porque o Sistema o quer bem burro e bem otário. Enter.
Desde algum bom tempo, quando daquelas Olimpíadas por aqui, nem me lembro direito daquela josta, vimos verificando um tipo de manifestação coletiva que coloca os brasileiros como uma legião de estúpidos assumidos e, pior, alegres com ser o que optaram ser. Se é que isso é ser... porque a vida é aperfeiçoamento, e o que essa plévia vai engendrando é justamente o oposto, é retrocesso mental e espiritual e social. O mais interessante é que esse processo parece que não bate com os cânones das seitas sagradas, que são unânimes no que afirmam não haver jamais retrocesso no processo evolutivo. Tá. Mas tem momentos em que nos perguntamos: é evolução termos tido Tom, João, VillaLobos e hoje termos Tiririca, É o Tchan e os breganejos todos? Bem, é confiar a Deus, mas isso cheira a carniça... e voltamos: desde as Olimpíadas de anos atrás, não sei quantos, vimos eclodir uma conduta coletiva nas assistências presentes aos jogos. Quando do desfile de abertura, os “torcedores brasileiros”, esses bobalhões vestidos como palhaços e palrando como maritacas, resolveram manifestar seu "senso patriótico": vaiavam as delegações de outros países e aplaudiam nossa delegação. A coisa vai bem abaixo da estupidez: raia a demência coletiva com vestígios de índole maligna. Isso merece parágrafo. Enter.
Pois hoje, instalada como um câncer escroto, vemos a atitude generalizada de vaiar oponentes esportivos, meros competidores no âmbito da paz! Essas rafaméias estúpidas mostram sua obtusidade malsã no que vaiam os adversários das equipes brasileiras em quadra, dando mostras de mau caráter generalizado, espírito deformado em direção à exclusão e anulação “do outro” só por ser o outro. Que tipo de sentimento pátrio ou nacional é esse? Esses andróides vestidos por acaso sabem o que vem a ser “pátria”, “Estado”, “nação”? Esses pacóvios enxergam algo mais diante dos narizes que suas necessidades fisiológicas misturadas a seus desejos primários? E tanto vaiam adversários em quadras quanto aplaudem aloprada e tresloucadamente os “ídolos” da canção miserável que congregam diante de suas boçalidades afinadas em terças e sextas (intervalos musicais) essas legiões de patetas ensandecidos, inebriados de prazer mórbido. Se você quiser ver esse espetáculo de monstruosidade coletiva assumida e exibida a mil, basta procurar no Youtube qualquer apresentação desses babaquaras vestidos cantando em duplas. Ou ligar sua TV neste fim de semana para ver, às 10h (sim, alimárias: não é 10:00 horas, não!), a seleção brasileira de vôlei disputando a Liga Mundial. Vai passar na Globo, você nem precisa procurar, pois sua TV já deve estar sintonizada na emissora do Armagedon desde tempos incontáveis... Enter.
Então é isso: o sacador adversário pega a bola e vai pro fundo da quadra, buscando concentração para mandar o saque. O que fazem os “torcedores brasileiros”? Vaiam. POR QUÊ??? Deveriam calar respeitosamente, usando de espírito esportivo, característica de povos civilizados, enquanto o sacador se prepara!... Mas, não: os boçais brasileiros, pulando como macacos e com camisas amarelas, perucas verdes, sorrindo estupidamente o sorriso sardônico dos imbecis, vaiam! A pergunta é: o jogador oponente é digno de execração por ser adversário? Ele fez algo digno de condenação, de reprovação, para merecer vaia?? Ora, dementes psicopatas socialmente miserabilizados! Vou dizer a vocês o que vocês merecem, jericos abissais! Cuca de frango de granja é mente de cientista perto do que vocês exibem em termos mentais e espirituais, estultos! A torcida brasileira, vale citar, é a mais asquerosa do mundo: apalhaçada, exibindo uma alegria estúpida, despida de espírito esportivo, cega em seu desejo mórbido de vitória para consolidação de uma supremacia que não podemos exibir de forma nenhuma! Basta olhar para nossos governantes, nossos políticos, nossas ruas, nossos morros, nossa Justiça, nossa Educação, nossa Saúde... Enter final.
Os adversários poderiam escalar um maluco despreocupado com sua carreira e botar o cara pra jogar contra nós. Quando ele fosse para o saque e os “torcedores brasileiros” vaiassem, ele deveria pegar nos colhões e mostrar para toda a “torcida brasileira”. E todo o time adversário deveria imitá-lo. É o que essa gentuça doentia merece. E o mais triste é vermos que os adversários desprezam solenemente essa escrotidão brasileira. E devem pensar consigo: “Macacos!...”, e não poderiam pensar outra coisa. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2030 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 687 dias também sob mordaça! E não custa lembrar: o advogado Gerardo Xavier Santiago, RJ,lembra que o artigo 5 da Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de manifestação em local público!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Chega de sorrisos, caramba! E os 80 de João
Frederico Mendonça de Oliveira
Ei, você! Vá sorrir pra você mesmo no espelho, bobão! Vamos parar com essa ditadura de sorrisos imbecis a torto e a direito? Será que ninguém tem mais cara, cacete, só tem dentadura alva colgate e alvar para ficar jogando na cara de todos? Já se vão anos que essa estupidez generalizada e instituída vem incomodando quem ainda tem miolos dentro da cabeça. Lembro de uma edição de um jornal que faz anualmente uma festa que destaca os melhores da cidade em todas as atividades. De mais de cem fotos, umas cinco apenas mostram alguém sem exibir sorrisos banais e vazios. Mostrar os dentes virou a forma de todos se exibirem felizes como uma mistura de coisa com coisa nenhuma. Em outro evento nesse mesmo local, em Minas, um global famoso – vazio como um penico pendurado em porta de armazém de secos e molhados na década de 50 – aparece em cerca de cem fotos. Em todas, exibe a mesma fuça estúpida e um sorriso abotoado nela como se tivesse congelado os músculos chamados “risorius de santorini” (essa eu aprendi na escola, em 1958), responsáveis por arreganhar os lábios e mostrar a mobília dental. Parecia um boneco de cera posto ali, e as moçoilas e senhoras – e até alguns valetes meio pra bibões – fizeram extensa fila para posar ao lado do bonecão. E o mais interessante é que isso é a realidade hoje: sorrisos, sorrisos, sorrisos, todos sorrindo, todos de dentes perfeitos sorrindo com suas canjicas incrivelmente saudáveis – e um vazio de cabaça naquilo que deveria abrigar um cérebro capaz de pensar, não de apenas obedecer e sorrir, sorrir e obedecer. Enter.
Passando por uma porta de casa de empréstimos, algo assusta: Lima Duarte e uma senhora pelos setenta num banner, abraçados, empastados de maquiagem e produção, sorriem para você em tamanho natural. Chega a dar susto e medo na gente. Esses sorrisos diabólicos convidam o otário (g)lobotomizado a se encalacrar para comprar mais porcarias para sua porcaria de casa e de vida. Vem-me à lembrança o dia em que uma ex conseguiu levantar uma grana e levou nossa filha pra comprar uma tevezona de cristal líquido, tela plana, o diabo. Como se fosse um grande salto na vida, isso! Pode até ser um salto, mas no abismo... porque disso virá, seguramente, retrocesso mental e espiritual. Ver lixo em tela plana de cristal líquido pode levar a quê? Pois dessa bendita coisa saltarão por dia dez, cem mil sorrisos, talvez para compensar a violência que jorra como vômito do vídeo em sua vida. As estatísticas, veja, são aterradoras: pesquisadores permaneceram 114 horas e 33 minutos diante da televisão, acompanhando programas da Globo transmitidos no Rio Grande do Sul. O resultado: naquela semana, a Globo exibiu 244 homicídios tentados ou consumados; 397 agressões; 190 ameaças; 11 sequestros, cinco crimes sexuais com violência ou ameaça, 26 crimes sexuais de sedução, 60 casos de condução de veículos com perigo para terceiros ou sob efeito de drogas, 12 casos de tráfico ou uso de drogas, 50 de formação quadrilhas, 14 roubos, 11 furtos, cinco estelionatos e mais 137 outros, entre os quais torturas (12), corrupção (quatro), crimes ambientais (três), apologia do crime (dois) e até mesmo suicídios (três). Como compensar, equilibrar, reparar isso? Enter
Eles, os que mandam na gente, conseguiram o meio de “tornar o mundo melhor”: sorria, bestalhão! Sorria, otário! Seus dentes estão nos trinques? Então vá sorrir por aí, panaca! Cartazes, revistas, TV, jornais, panfletos, anúncios pra todo lado, em tudo tem gente sorrindo e mostrando suas canjicas, como se o sorriso garantisse a felicidade do completo vazio interior. Caramba! Conseguiram esvaziar os seres através de fazê-los exibir seus dentes e gengivas. Isso já chegou ao plano do porre! E é fundamental que se sorria, porque assim se elimina a possibilidade da fisionomia, que pode trazer o risco de expressar pensamento... e então tudo se difundiu como praga depois de qualquer mané ou patricete poder fotografar, e daí o sorriso virou uma doença social, que nem à dimensão da hipocrisia chega: fica no nível da alienação, da autoanulação, do subdimensionamento dos andróides a uma pantomima neutralizante, esterilizante, burrificante, e todos chafurdam nessa titica achando tudo lindo e todos lindos, como se o mundo se tivesse transformado no planeta da alegria estabelecida. Como se sorrisos simiescos significassem alegria ou qualquer outra coisa: mostram apenas concordância bovinóide com uma realidade em convulsão e um futuro de perspectiva aterradora... basta pensar no tsunami no Japão, vendo toda aquela matéria sendo levada como lixo reles pela força da água... e todos aqueles carrões virando matéria retorcida e imprestável. Sorria, bobão! Enter.
Alguém já viu alguma imagem de gente capaz sorrindo? O Cristo aparece sorrindo em alguma imagem? A maioria esmagadora das fotos de grandes artistas da era vertical de Hollywood expõe os ícones da tela mostrando a realidade de suas fisionomias. As fotos eram eloquentes, mostravam vidas vivas, não essa vacuidade álacre de propagandetes de creme dental... Enfim, chega de vazio de dentições saudáveis, caramba! Como dizia minha avó, “Muito riso é sinal de pouco siso!”... Sacou, mano? Enter final.
E João Gilberto chegou aos 80. Seguramente você não sabe quem é. Mas como sei, e como o que resta vivo desse país estrepado sabe, vai um comentário: eu não gostaria de estar na pele dele. Deve ser bem desagradável ver o que está aí depois de ele permitir que crescêssemos propelidos pelo som do mais importante músico popular brasileiro (ao lado de Tom Jobim) de todos os tempos. É duro, é feio chegar aos 80 sabendo a desacontecência musical reinante. De qualquer forma, valeu, João. Você deve chegar aos 100. Mas volta pra Juazeiro, irmão. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2023 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 677 dias também sob mordaça!
Ei, você! Vá sorrir pra você mesmo no espelho, bobão! Vamos parar com essa ditadura de sorrisos imbecis a torto e a direito? Será que ninguém tem mais cara, cacete, só tem dentadura alva colgate e alvar para ficar jogando na cara de todos? Já se vão anos que essa estupidez generalizada e instituída vem incomodando quem ainda tem miolos dentro da cabeça. Lembro de uma edição de um jornal que faz anualmente uma festa que destaca os melhores da cidade em todas as atividades. De mais de cem fotos, umas cinco apenas mostram alguém sem exibir sorrisos banais e vazios. Mostrar os dentes virou a forma de todos se exibirem felizes como uma mistura de coisa com coisa nenhuma. Em outro evento nesse mesmo local, em Minas, um global famoso – vazio como um penico pendurado em porta de armazém de secos e molhados na década de 50 – aparece em cerca de cem fotos. Em todas, exibe a mesma fuça estúpida e um sorriso abotoado nela como se tivesse congelado os músculos chamados “risorius de santorini” (essa eu aprendi na escola, em 1958), responsáveis por arreganhar os lábios e mostrar a mobília dental. Parecia um boneco de cera posto ali, e as moçoilas e senhoras – e até alguns valetes meio pra bibões – fizeram extensa fila para posar ao lado do bonecão. E o mais interessante é que isso é a realidade hoje: sorrisos, sorrisos, sorrisos, todos sorrindo, todos de dentes perfeitos sorrindo com suas canjicas incrivelmente saudáveis – e um vazio de cabaça naquilo que deveria abrigar um cérebro capaz de pensar, não de apenas obedecer e sorrir, sorrir e obedecer. Enter.
Passando por uma porta de casa de empréstimos, algo assusta: Lima Duarte e uma senhora pelos setenta num banner, abraçados, empastados de maquiagem e produção, sorriem para você em tamanho natural. Chega a dar susto e medo na gente. Esses sorrisos diabólicos convidam o otário (g)lobotomizado a se encalacrar para comprar mais porcarias para sua porcaria de casa e de vida. Vem-me à lembrança o dia em que uma ex conseguiu levantar uma grana e levou nossa filha pra comprar uma tevezona de cristal líquido, tela plana, o diabo. Como se fosse um grande salto na vida, isso! Pode até ser um salto, mas no abismo... porque disso virá, seguramente, retrocesso mental e espiritual. Ver lixo em tela plana de cristal líquido pode levar a quê? Pois dessa bendita coisa saltarão por dia dez, cem mil sorrisos, talvez para compensar a violência que jorra como vômito do vídeo em sua vida. As estatísticas, veja, são aterradoras: pesquisadores permaneceram 114 horas e 33 minutos diante da televisão, acompanhando programas da Globo transmitidos no Rio Grande do Sul. O resultado: naquela semana, a Globo exibiu 244 homicídios tentados ou consumados; 397 agressões; 190 ameaças; 11 sequestros, cinco crimes sexuais com violência ou ameaça, 26 crimes sexuais de sedução, 60 casos de condução de veículos com perigo para terceiros ou sob efeito de drogas, 12 casos de tráfico ou uso de drogas, 50 de formação quadrilhas, 14 roubos, 11 furtos, cinco estelionatos e mais 137 outros, entre os quais torturas (12), corrupção (quatro), crimes ambientais (três), apologia do crime (dois) e até mesmo suicídios (três). Como compensar, equilibrar, reparar isso? Enter
Eles, os que mandam na gente, conseguiram o meio de “tornar o mundo melhor”: sorria, bestalhão! Sorria, otário! Seus dentes estão nos trinques? Então vá sorrir por aí, panaca! Cartazes, revistas, TV, jornais, panfletos, anúncios pra todo lado, em tudo tem gente sorrindo e mostrando suas canjicas, como se o sorriso garantisse a felicidade do completo vazio interior. Caramba! Conseguiram esvaziar os seres através de fazê-los exibir seus dentes e gengivas. Isso já chegou ao plano do porre! E é fundamental que se sorria, porque assim se elimina a possibilidade da fisionomia, que pode trazer o risco de expressar pensamento... e então tudo se difundiu como praga depois de qualquer mané ou patricete poder fotografar, e daí o sorriso virou uma doença social, que nem à dimensão da hipocrisia chega: fica no nível da alienação, da autoanulação, do subdimensionamento dos andróides a uma pantomima neutralizante, esterilizante, burrificante, e todos chafurdam nessa titica achando tudo lindo e todos lindos, como se o mundo se tivesse transformado no planeta da alegria estabelecida. Como se sorrisos simiescos significassem alegria ou qualquer outra coisa: mostram apenas concordância bovinóide com uma realidade em convulsão e um futuro de perspectiva aterradora... basta pensar no tsunami no Japão, vendo toda aquela matéria sendo levada como lixo reles pela força da água... e todos aqueles carrões virando matéria retorcida e imprestável. Sorria, bobão! Enter.
Alguém já viu alguma imagem de gente capaz sorrindo? O Cristo aparece sorrindo em alguma imagem? A maioria esmagadora das fotos de grandes artistas da era vertical de Hollywood expõe os ícones da tela mostrando a realidade de suas fisionomias. As fotos eram eloquentes, mostravam vidas vivas, não essa vacuidade álacre de propagandetes de creme dental... Enfim, chega de vazio de dentições saudáveis, caramba! Como dizia minha avó, “Muito riso é sinal de pouco siso!”... Sacou, mano? Enter final.
E João Gilberto chegou aos 80. Seguramente você não sabe quem é. Mas como sei, e como o que resta vivo desse país estrepado sabe, vai um comentário: eu não gostaria de estar na pele dele. Deve ser bem desagradável ver o que está aí depois de ele permitir que crescêssemos propelidos pelo som do mais importante músico popular brasileiro (ao lado de Tom Jobim) de todos os tempos. É duro, é feio chegar aos 80 sabendo a desacontecência musical reinante. De qualquer forma, valeu, João. Você deve chegar aos 100. Mas volta pra Juazeiro, irmão. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2023 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 677 dias também sob mordaça!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Galisteu, nióbio, mensalão, Lea T
Frederico Mendonça de Oliveira
Ei, você! Já que está com meu artigo diante de seu nariz, saiba: segundo a coluna “Olá!” do jornal Agora, Adriane Galisteu não fará nenhum tratamento estético para o ensaio nu que fará para a Playboy. Ela apenas manterá o treinamento que tem feito, que inclui exercícios e corrida. A publicação salienta que La Galisteu viajará no final de junho para a Itália, onde posará para a edição de aniversário da revista. Bem, você deve estar pulando de excitação ao saber que esta deusa do Brasil desgraçado vai posar aos 38 para a Playboy, isso deve salvar sua vida de qualquer problema, não é mesmo? Pois é. E eu ainda digo, para aumentar sua alegria, que o fotógrafo será o mesmo JRDurand, que clicou a estúpida, ops!, lindeza aos 18 aninhos lindos quando nascia a carreira da “modelo”. Afinal, o que seria de nós sem La Galisteu? Você seria o mesmo sem ela? Como você respiraria sem ver diariamente os sorrisos abrindo aquela dentição cavalar, ops! alvar? Não, você não poderia viver sem isso!!! Adiante, mais Galisteu. Enter.
A questão do nióbio vem ganhando espaço nas mídias escrita e televisiva, chegando ao alarmante. É que a metade da produção brasileira de nióbio é subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando, de longa data, para o gabinete presidencial. Como é possível o fato de o Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços, e seu preço para a venda, além de irrisório, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum? E você não sabe por que cabe à Inglaterra fixar o preço, claro. É que devemos a ela, ou melhor, aos bancos que mandam nela, royalties sobre qualquer produto que exportemos para a Europa até 2025. Sabe por quê? Por causa da nossa dívida com ela (eles, os bancos) desde a guerra do Paraguai, por termos tomado empréstimos ao Bahring Brothers, ao Bank of London e à Casa Rotschild para equipar nosso “exército” – composto quase que totalmente de negros, segundo pesquisadores não amestrados, como Eduardo Galeano e Júlio José Chiavenatto –, exército que não passou de um bando de infelizes obrigados a lutar na chacina imposta ao Paraguai soberano pela Tríplice Aliança. Tá? Tem mais, tem mais. Só que é hora de fazer você feliz com uma notícia linda, aliás indispensável. Enter.
Lea Cerezo, nascida Leandro Cerezo, também conhecida por Leo e posteriormente por Lea T, é uma estilista e modelo transexual brasileira, que ganhou fama na Europa como uma das estrelas em campanha da grife francesa Givenchy em 2010, e fez um ensaio fotográfico sem roupa para a edição de agosto de 2010 da revista Vogue francesa. Para este ensaio – não vimos – não se sabe onde ela escondeu o pinto. Em janeiro de 2011, ela foi capa da revista britânica Love, beijando a modelo Kate Moss. Terminado o desfile de quarta passada, jornalistas perguntaram como ela faz para esconder o pinto em figurinos mais ousados de passarela. "Puxo para trás, é o único jeito", explicou, mostrando jogo de cintura. Em entrevista ao G1 nesta semana, Lea falou sobre o preconceito contra os transexuais e contou que ainda não decidiu se fará uma operação pra se livrar do bilingo. "Antes de fazer a cirurgia estou amadurecendo a ideia.". Se você não sabe, Lea é filha do ex-futebolista Toninho Cerezo. Tempos houve em que ele excluía a maluca, ops!, modelo de sua penca de filhos; agora, talvez pela granona que ela abocanha, resolveu dizer que A ama. Viu só como eu sei fazer você feliz? Enter.
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como pode, não havendo outro fornecedor, que nos restem apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saiam extra-oficialmente, não sendo, portanto, computados? Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais e vendendo o nosso nióbio igual a como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo tem outras fontes, e o nióbio só tem aqui, podendo ser outra moeda nossa. Não é alarmante? E tem mais: o lindo Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil que “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos uma mina de nióbio na Amazônia”. E mais ainda: você viu recentemente Lula em foto oficial, sentado, todo risos, ao lado da rainha da Inglaterra, nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Ê, guerra do Paraguai rendosa, hem??!! Enter final...
Mas você tem o que compense esse horror de termos de ajudar a pobrezinha Inglaterra. Nesta quarta-feira, 1º, Adriane Galisteu levou o filho Vittorio ao aniversário de Theo, filho de Marco Camargo. A apresentadora e seu filho se divertiram com os brinquedos e a decoração da festa, que foi realizada em uma casa de festas em São Paulo. Viu? Você está feliz de novo! E vai ficar mais feliz – ou “filiz”, como diz a Maria Bestânia – sabendo de outra notícia e tanto para nós brasileiros, democratas e liberais. “A saudade mata a gente” foi o título da nota do Cláudio Humberto: “Lula levou (com dinheiro público) os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil) e Franklin Martins (Comunicação) na visita ao ditador substituto de Cuba, Raúl Castro”. O colunista omitiu que o sapo e os “cumpanheiros” foram escoltados por nove militares brasileiros. E sabe quem paga? Você. Eu. Nós. Que tal? E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2016 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 670 dias também sob mordaça!
Ei, você! Já que está com meu artigo diante de seu nariz, saiba: segundo a coluna “Olá!” do jornal Agora, Adriane Galisteu não fará nenhum tratamento estético para o ensaio nu que fará para a Playboy. Ela apenas manterá o treinamento que tem feito, que inclui exercícios e corrida. A publicação salienta que La Galisteu viajará no final de junho para a Itália, onde posará para a edição de aniversário da revista. Bem, você deve estar pulando de excitação ao saber que esta deusa do Brasil desgraçado vai posar aos 38 para a Playboy, isso deve salvar sua vida de qualquer problema, não é mesmo? Pois é. E eu ainda digo, para aumentar sua alegria, que o fotógrafo será o mesmo JRDurand, que clicou a estúpida, ops!, lindeza aos 18 aninhos lindos quando nascia a carreira da “modelo”. Afinal, o que seria de nós sem La Galisteu? Você seria o mesmo sem ela? Como você respiraria sem ver diariamente os sorrisos abrindo aquela dentição cavalar, ops! alvar? Não, você não poderia viver sem isso!!! Adiante, mais Galisteu. Enter.
A questão do nióbio vem ganhando espaço nas mídias escrita e televisiva, chegando ao alarmante. É que a metade da produção brasileira de nióbio é subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando, de longa data, para o gabinete presidencial. Como é possível o fato de o Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços, e seu preço para a venda, além de irrisório, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum? E você não sabe por que cabe à Inglaterra fixar o preço, claro. É que devemos a ela, ou melhor, aos bancos que mandam nela, royalties sobre qualquer produto que exportemos para a Europa até 2025. Sabe por quê? Por causa da nossa dívida com ela (eles, os bancos) desde a guerra do Paraguai, por termos tomado empréstimos ao Bahring Brothers, ao Bank of London e à Casa Rotschild para equipar nosso “exército” – composto quase que totalmente de negros, segundo pesquisadores não amestrados, como Eduardo Galeano e Júlio José Chiavenatto –, exército que não passou de um bando de infelizes obrigados a lutar na chacina imposta ao Paraguai soberano pela Tríplice Aliança. Tá? Tem mais, tem mais. Só que é hora de fazer você feliz com uma notícia linda, aliás indispensável. Enter.
Lea Cerezo, nascida Leandro Cerezo, também conhecida por Leo e posteriormente por Lea T, é uma estilista e modelo transexual brasileira, que ganhou fama na Europa como uma das estrelas em campanha da grife francesa Givenchy em 2010, e fez um ensaio fotográfico sem roupa para a edição de agosto de 2010 da revista Vogue francesa. Para este ensaio – não vimos – não se sabe onde ela escondeu o pinto. Em janeiro de 2011, ela foi capa da revista britânica Love, beijando a modelo Kate Moss. Terminado o desfile de quarta passada, jornalistas perguntaram como ela faz para esconder o pinto em figurinos mais ousados de passarela. "Puxo para trás, é o único jeito", explicou, mostrando jogo de cintura. Em entrevista ao G1 nesta semana, Lea falou sobre o preconceito contra os transexuais e contou que ainda não decidiu se fará uma operação pra se livrar do bilingo. "Antes de fazer a cirurgia estou amadurecendo a ideia.". Se você não sabe, Lea é filha do ex-futebolista Toninho Cerezo. Tempos houve em que ele excluía a maluca, ops!, modelo de sua penca de filhos; agora, talvez pela granona que ela abocanha, resolveu dizer que A ama. Viu só como eu sei fazer você feliz? Enter.
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como pode, não havendo outro fornecedor, que nos restem apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saiam extra-oficialmente, não sendo, portanto, computados? Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais e vendendo o nosso nióbio igual a como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo tem outras fontes, e o nióbio só tem aqui, podendo ser outra moeda nossa. Não é alarmante? E tem mais: o lindo Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil que “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos uma mina de nióbio na Amazônia”. E mais ainda: você viu recentemente Lula em foto oficial, sentado, todo risos, ao lado da rainha da Inglaterra, nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Ê, guerra do Paraguai rendosa, hem??!! Enter final...
Mas você tem o que compense esse horror de termos de ajudar a pobrezinha Inglaterra. Nesta quarta-feira, 1º, Adriane Galisteu levou o filho Vittorio ao aniversário de Theo, filho de Marco Camargo. A apresentadora e seu filho se divertiram com os brinquedos e a decoração da festa, que foi realizada em uma casa de festas em São Paulo. Viu? Você está feliz de novo! E vai ficar mais feliz – ou “filiz”, como diz a Maria Bestânia – sabendo de outra notícia e tanto para nós brasileiros, democratas e liberais. “A saudade mata a gente” foi o título da nota do Cláudio Humberto: “Lula levou (com dinheiro público) os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil) e Franklin Martins (Comunicação) na visita ao ditador substituto de Cuba, Raúl Castro”. O colunista omitiu que o sapo e os “cumpanheiros” foram escoltados por nove militares brasileiros. E sabe quem paga? Você. Eu. Nós. Que tal? E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2016 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 670 dias também sob mordaça!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Galisteu, Palocci, Pimenta Neves: tudo nu!
Frederico Mendonça de Oliveira
Quando menino, eu achava graça na representação gráfica de sons nas revistinhas a que minha geração foi submetida. Isso valeu in my life até 1995, quando parei de ler Asterix, porque a mulher de então reclamava de eu ter verdadeiras crises de riso na madruga depois de ela já adormecida. E como Asterix já começou a decair feio desde o episódio dos Belgas, uma chanchada paupérrima de roteiro, e isso era lá pra 1980, esqueci quadrinhos, mesmo que desde os meus 30 já os lesse investigando a questão do entretenimento como ferramenta para devastar a cultura como edifício. E assumi a maturidade em plenitude. E foi feia a minha surpresa: com isso eu me ejetava para cima de forma balística, e deixava pra baixo quase todo o restante. Aliás, subindo a meu lado só vi mesmo os meus discípulos de música e raras adjacências e minha caríssima metade, que comigo galga sem senões a coisa da evolução. Bem, não tem ninguém nu até agora nessa história, mas já vai começar a baixação de peças pernas abaixo. Enter.
Em 1995, a brasileirada estúpida babava perante um ensaio fotográfico do bamba JR Duran tendo Adriane Galisteu diante de suas Nikon. Onã foi muito cultuado por conta disso, e a gente só via as Playboy dependuradas nas bancas com aquela criatura cheia de dentes e vácuo mostrando seus contornos na revista dos abestalhados. Lembrei dos quadrinhos de minha infância, com aqueles sock, bang, pow, e pensei em que sonoridade se poderia anexar às fotos de AG. Talvez um pum... ou um finíssimo piiiiiiiiii, um punzeco bem fininho, resultado da lagosta com vinho branco da noite anterior à sessão de clicadas duranianas. Foi na Grécia, isso. E a macacada brasilis depois enforcando o ganso diante daquilo e, pior, vivendo o que vivemos... Enter.
Adriane Galisteu é a prova cabal da miséria intelectual do povo brasileiro. Se é bela, e isso é relativo, não importa: quantas mais belas em todos os sentidos estão penando na batalha da vida e nem aí para primeiras páginas de revistas para onanistas em todas as dimensões. E batalhando não exatamente por um futuro ou por colher frutos disso aqui: batalhando em direção à outra dimensão, com o aperfeiçoamento guiando seus passos. E essa pobre modelo mais que “bem de vida” resolve agora posar nua de novo, aos 38, para a mesma Playboy, talvez para mostrar a eficiência de botoxes, de Pitanguis, de spas e de uma vida fútil e estúpida. Se jamais me interessou a nudez dessa mulher, criatura digna de pena – e talvez por isso, por piedade dos donos da mídia, tenha sido alçada a tal visibilidade para o gado não pensante –, muito menos perderei hoje meu tempo senão para usar do direito do deboche diante de tanta merda. E o que mais chapa é ver o destaque dado ao ensaio pela “grande imprensa” – que de grande só tem a boçalidade e a grana investida, tanto quanto a dimensão dos anúncios grotescos e agressivos. Vá ler o Evangelho de João, pobre criatura! Ou o Tao te King! Faça algo por si acima! Enter.
E lá está o borrachudo e sardônico Palocci na mídia de novo, aquele semblante de pastel assado reforçando a visão de podridão do “poder constituído”. Dá pra imaginar o cara sem calça, e logo mudamos de pensamento para evitar essa mal vinda visão de intimidade. Nádegas flácidas, caídas, sem vigor... rimando com uma fisionomia entre fria e cortante. Não parece ser um bom garfo, mas deve gostar muito de um salmão, de uma sessão de frutos do mar... de bons vinhos e de outras degustações... como as que teria realizado gerando o escândalo da “república de Ribeirão Preto”, em que o caseiro Francenildo virou herói por 15 minutos. Se for dado a flatulências, Palocci deve usar aquele dispositivo que transforma emissões sonoras em chamadas de celular. Aliás, todos nesse “governo” devem usar isso. Imagine-se a sinfonia de toques de celulares que deve rolar em uma “sessão” da Câmara... pois certamente todos ali traqueiam direto, sentados ou enxameados como ficam naquele conluio de sudras e cafres amontoados estupidamente em busca de seus privilégios. “Birds of a feather/ flock together”: os semelhantes se atraem. E a semelhança ali é a corrupção. Seria interessante podermos dispor de uma câmera especial que desnudasse aqueles sudras todos de suas vestes, para ver de forma real a suruba que é a função naquele antro. E seria melhor ainda dispor daquele aparelho mostrado no Casseta & Planeta, que revela a existência de gases sulfídricos nos buchos dos seus geradores e ver a emissão deles em colorido. Seria o maior espetáculo possível para o “povo brasileiro”. Enter final.
E Palocci aguarda com cara de paisagem o desfecho da atual investida contra suas novas aquisições milionárias. Ele sabe muito bem o caminho das pedras nessa lagoa imunda. Saberá se defender da ação dos poucos quixotes que ainda trabalham para fazer valerem as instituições, hoje “instituições”. E pode ser que esteja com fermentação maior em seu trajeto cólico, produzindo mais gás sulfídrico agora, quando vê seu castelo cercado de malucos que ainda acham que a lei existe. E nem de longe sonha em ser colega de pavilhão de seu semelhante Pimenta Neves. Semelhante, bem entendido, porque o sonho de verão do povo brasileiro é ver criminosos atrás das grades. E ambos são criminosos. Pimenta é um monstro raro: matou aquela infeliz de uma forma emblemática. Pelas costas, ela fugindo dele, a pobre levou o primeiro tiro. Depois veio outro perto do ouvido, quando já estava prostrada em consequência do primeiro. Qualquer policial enxerga: foi de frieza rara. Acertou de cara um tiro fatal e concluiu o “serviço” cruelmente com o de misericórdia. Trabalho de profissional provecto... e a máquina era um turbinaço, com balas devastadoras. Era máquina para tiro de perto, de defesa pessoal, e ele a usou muito bem. É nojento. Este desgraçado arrogante está nu para sempre e cheirando a enxofre, que é o que lhe corre nas veias. E assim ficamos: com este belo retrato do Brasil. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2009 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 663 dias também sob mordaça.
Quando menino, eu achava graça na representação gráfica de sons nas revistinhas a que minha geração foi submetida. Isso valeu in my life até 1995, quando parei de ler Asterix, porque a mulher de então reclamava de eu ter verdadeiras crises de riso na madruga depois de ela já adormecida. E como Asterix já começou a decair feio desde o episódio dos Belgas, uma chanchada paupérrima de roteiro, e isso era lá pra 1980, esqueci quadrinhos, mesmo que desde os meus 30 já os lesse investigando a questão do entretenimento como ferramenta para devastar a cultura como edifício. E assumi a maturidade em plenitude. E foi feia a minha surpresa: com isso eu me ejetava para cima de forma balística, e deixava pra baixo quase todo o restante. Aliás, subindo a meu lado só vi mesmo os meus discípulos de música e raras adjacências e minha caríssima metade, que comigo galga sem senões a coisa da evolução. Bem, não tem ninguém nu até agora nessa história, mas já vai começar a baixação de peças pernas abaixo. Enter.
Em 1995, a brasileirada estúpida babava perante um ensaio fotográfico do bamba JR Duran tendo Adriane Galisteu diante de suas Nikon. Onã foi muito cultuado por conta disso, e a gente só via as Playboy dependuradas nas bancas com aquela criatura cheia de dentes e vácuo mostrando seus contornos na revista dos abestalhados. Lembrei dos quadrinhos de minha infância, com aqueles sock, bang, pow, e pensei em que sonoridade se poderia anexar às fotos de AG. Talvez um pum... ou um finíssimo piiiiiiiiii, um punzeco bem fininho, resultado da lagosta com vinho branco da noite anterior à sessão de clicadas duranianas. Foi na Grécia, isso. E a macacada brasilis depois enforcando o ganso diante daquilo e, pior, vivendo o que vivemos... Enter.
Adriane Galisteu é a prova cabal da miséria intelectual do povo brasileiro. Se é bela, e isso é relativo, não importa: quantas mais belas em todos os sentidos estão penando na batalha da vida e nem aí para primeiras páginas de revistas para onanistas em todas as dimensões. E batalhando não exatamente por um futuro ou por colher frutos disso aqui: batalhando em direção à outra dimensão, com o aperfeiçoamento guiando seus passos. E essa pobre modelo mais que “bem de vida” resolve agora posar nua de novo, aos 38, para a mesma Playboy, talvez para mostrar a eficiência de botoxes, de Pitanguis, de spas e de uma vida fútil e estúpida. Se jamais me interessou a nudez dessa mulher, criatura digna de pena – e talvez por isso, por piedade dos donos da mídia, tenha sido alçada a tal visibilidade para o gado não pensante –, muito menos perderei hoje meu tempo senão para usar do direito do deboche diante de tanta merda. E o que mais chapa é ver o destaque dado ao ensaio pela “grande imprensa” – que de grande só tem a boçalidade e a grana investida, tanto quanto a dimensão dos anúncios grotescos e agressivos. Vá ler o Evangelho de João, pobre criatura! Ou o Tao te King! Faça algo por si acima! Enter.
E lá está o borrachudo e sardônico Palocci na mídia de novo, aquele semblante de pastel assado reforçando a visão de podridão do “poder constituído”. Dá pra imaginar o cara sem calça, e logo mudamos de pensamento para evitar essa mal vinda visão de intimidade. Nádegas flácidas, caídas, sem vigor... rimando com uma fisionomia entre fria e cortante. Não parece ser um bom garfo, mas deve gostar muito de um salmão, de uma sessão de frutos do mar... de bons vinhos e de outras degustações... como as que teria realizado gerando o escândalo da “república de Ribeirão Preto”, em que o caseiro Francenildo virou herói por 15 minutos. Se for dado a flatulências, Palocci deve usar aquele dispositivo que transforma emissões sonoras em chamadas de celular. Aliás, todos nesse “governo” devem usar isso. Imagine-se a sinfonia de toques de celulares que deve rolar em uma “sessão” da Câmara... pois certamente todos ali traqueiam direto, sentados ou enxameados como ficam naquele conluio de sudras e cafres amontoados estupidamente em busca de seus privilégios. “Birds of a feather/ flock together”: os semelhantes se atraem. E a semelhança ali é a corrupção. Seria interessante podermos dispor de uma câmera especial que desnudasse aqueles sudras todos de suas vestes, para ver de forma real a suruba que é a função naquele antro. E seria melhor ainda dispor daquele aparelho mostrado no Casseta & Planeta, que revela a existência de gases sulfídricos nos buchos dos seus geradores e ver a emissão deles em colorido. Seria o maior espetáculo possível para o “povo brasileiro”. Enter final.
E Palocci aguarda com cara de paisagem o desfecho da atual investida contra suas novas aquisições milionárias. Ele sabe muito bem o caminho das pedras nessa lagoa imunda. Saberá se defender da ação dos poucos quixotes que ainda trabalham para fazer valerem as instituições, hoje “instituições”. E pode ser que esteja com fermentação maior em seu trajeto cólico, produzindo mais gás sulfídrico agora, quando vê seu castelo cercado de malucos que ainda acham que a lei existe. E nem de longe sonha em ser colega de pavilhão de seu semelhante Pimenta Neves. Semelhante, bem entendido, porque o sonho de verão do povo brasileiro é ver criminosos atrás das grades. E ambos são criminosos. Pimenta é um monstro raro: matou aquela infeliz de uma forma emblemática. Pelas costas, ela fugindo dele, a pobre levou o primeiro tiro. Depois veio outro perto do ouvido, quando já estava prostrada em consequência do primeiro. Qualquer policial enxerga: foi de frieza rara. Acertou de cara um tiro fatal e concluiu o “serviço” cruelmente com o de misericórdia. Trabalho de profissional provecto... e a máquina era um turbinaço, com balas devastadoras. Era máquina para tiro de perto, de defesa pessoal, e ele a usou muito bem. É nojento. Este desgraçado arrogante está nu para sempre e cheirando a enxofre, que é o que lhe corre nas veias. E assim ficamos: com este belo retrato do Brasil. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
Ah! Vale lembrar: estamos sob censura desde 11/04/08, aliás mantida por Gilmar Mendes, e a restrição vai totalizando 2009 dias. Abraço pra turma do Estadão, há 663 dias também sob mordaça.
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