quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Fatos do grotesco e do canhestro

Fatos do grotesco e do canhestro

Frederico Mendonça de Oliveira

Seriam até engraçados, não contivessem os fatos adiante o toque do horrendo, sem contar que entram pelo grotesco e pelo canhestro. Se Drummond um dia escreveu que “O mundo não vale o mundo, meu bem”; e se Guimarães Rosa cunhou em outro dia, mas na mesma época ainda feliz, que “Viver é perigoso”, imagine-se hoje o que poderemos dizer... As cenas a seguir pedem que tiremos crianças e pessoas sensíveis da sala, mas as crianças de hoje são apenas, com raríssimas exceções, projetos dos bugres de amanhã, então não há temer deixá-las na sala. Quanto a pessoas sensíveis, ninguém mais poderá estranhar nada, desde que se considerem os 20 anos de ditadura militar, os anos Sarney, os trágicos oito anos sob FHC e o que se seguiu a esta catástrofe histórica atual, o petismo no poder, e tudo isso junto, aliás, é capaz de matar de susto um bando de tiranossauros. Enter.
Ganhei um celularzinho meio antigo mas excelente para o de que preciso: ser localizado onde estiver. Então entrei numa loja da Telemig Celular para tentar habilitá-lo. Foi como entrar na ante-sala de um puteirinho sofisticado e cheio de vermelhos na decoração: uma bichalda visitante fazendo um “outing” para os “jovens” que trabalhavam na loja, estes dividindo com ele uma pantomima de gestos assemelhados e com um rol de imbecilidades e, ao alto, uma TV mostrando DVD de um show breganejo do qual escorria o pus abundante da estupidez galopante em estado coletivo de graça. Era uma “dupra” de maratimbas cantando uma desprezível merdinha sonora enquanto uma legião de seres acéfalos gritava desesperadamente diante dos dois cafumangos ungidos pelos globalizadores. Salvei-me em tempo: o “sistema” não estava no ar, e não havia como habilitar o celularzinho. Saí daquele inferninho para a praça apinhada de capivaras vestidas que roncavam surdamente entre si entrando e saindo de lojas de bugigangas, o consumo sem objetivo prático mantendo os seres em estado de hipnose, os cérebros em ponto morto. Enter.
Uma amiga aniversariava, e eu ia ajudar na compra de uma sandália. Entrei na loja de calçados para escolher a coisa e tive de me haver com três moças atendentes. Aí, chegou a hora de pagar. Ao tirar o talão do bolso, a atendente perguntou se era meu o cheque. Fiquei com cara de bunda e com o talão no ar. Como?? Seria de quem, se eu o tirei do bolso? Mesmo que fosse de outrem, o que seria possível no caso de eu o ter roubado, como eu iria assinar se não fosse meu? Aí, vendo o meu constrangimento, a moça perguntou se o cheque era de Alfenas – quando o talão era de um banco a dez metros da loja. Aí, vendo que a coisa fedeu, alegou que era para consultar o cheque, e que iria demorar. A pessoa que estava comigo, ser civilizado, resolveu a parada com o cartão, e eu botei de volta o talão no bolso com cara ainda abundeada, cara de ladrão assustado com essa inesperada e fortuita condição. Foi algo muito inusitado em minha vida, e acabei achando que valeu a pena sair de casa para viver essa estranhíssima emoção. Mas acabou que me lembrei de um fortificante que era vendido ainda nos anos 50, de nome Capivarol. Essa turma deve andar tomando isso, porque são pessoas fortes e de uma estupidez simplesmente indescritível, ou imensurável. Dá até gosto ver tamanha obtusidade grassando por aí, é como se estivéssemos em outro país ou dimensão, o que nos livra de aeroportos, navios, aviões, passaportes, horas e horas em deslocamento e a canseira natural de viagens quaisquer. Enter.
Deixei uma peça em argila numa fundição de bronze e metais, daquelas que fazem estatuetas e adereços para túmulos, números para casas, placas comemorativas e coisas afins. A obra, um abstrato, acabou que não foi fundida, sob alegação do “rapaz” que não houve como, pois havia arestas difíceis, que impediam a feitura do molde, chamado de shell. Quando ficou certo que não seria mais tentado o molde, aleguei que mandaria outra obra e tal. Mas o diabo foi conseguir falar com esse tal “rapaz” – e você entenderá por que foi tão difícil. É que atendeu uma garota lá, dizendo “Poliarte, boa tarde”. Daqui eu expliquei que queria falar com o rapaz que faz as fundições. Ela me perguntou se era o fulano ou o beltrano, dois nomes bastante difíceis. Disse que falei apenas com um rapaz, novinho. Ela me perguntou se ele era japonês. Eu disse que não, ao que ela falou um nome lá: “Ah, então é o ASÇSDÇFLG!”, algo assim. E aí não resistiu: “Como é o seu nome?”, ao que eu, já em processo de impaciência, respondi: “Juvenildo”. Ela foi lá chamar, e voltou: “Seu Juvenildo, ele não pode atender agora. O senhor liga daqui a 15 minutos?”. Bem, liguei dali a 15 minutos, ela foi chamar e voltou dizendo que ele ainda estava fundindo. Então liguei no dia seguinte. Ela atendeu e perguntou, depois que eu revelei ser a mesma pessoa de ontem, que não conseguira falar com o ASÇSDÇFLG, ao que ela perguntou: “Como é mesmo o seu nome?”. Depois de repetir o Juvenildo de ontem, ela foi chamar o rapaz, que veio atender. Aí eu perguntei o nome dele, e ele me revelou: “Ismáile”. “Como??”, perguntei, e ele: “ISMÁILE”. Enter final.
Entendi: sorriso, em inglês. Ele então me explicou o problema da fundição, e prometi mandar algo menos barroco. E desliguei lembrando dos nomes de hoje: Thaiane, Rahiane, Deiviane, Deivisson, Dêivid, Daíse, Ruan, Tuane, Williene Cristiane e coisas como Maiqueljéquisson, sem contar um caso raro daqui: Winterson Panther Cleveland... da Silva. Podia ser do Arizona, ou do Wisconsin, mas... da Silva?? Que sacanagem com o rapaz... Bem, minha filha nascida no Japão passa pelo mesmo problema: o nome dela é Nastassja Sugie Nakayama de... Oliveira! Pobre menina! Que Oliveira mais fora do penico! Mas vá. E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té a próxima, queridos!

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

tempestades e pitadas de besteirol

Pitadas e tempestades de besteirol

Domingo 23 de setembro passado, às 16h30, começou nas TVs Rede Minas e Cultura SP em cadeia o programa Por Dentro da Orquestra. Que ótimo! Um pouco de cultura, arte e civilização neste Brasil estraçalhado – nos outros canais, só um futebol e diversos programas conduzidos por cafumangos passando ignorância para a população. Só que nem tudo é alegria nessa rara opção. Começou o programa com uma constrangedora cena: sai de dentro de um ônibus a apresentadora Estela Ribeiro em estado – sempre – de apoteose mental. Fala em tal grau de excitação que causa cosntrangimento. Um quadro de ansiedade típica de surto maníaco. Pois ela informou aos pobres telespectadores – pouquíssimos, tratava-se de um programa que seleciona em média um em cada cem mil, na melhor das hipóteses – que estava chegando com crianças para elas assistirem a uma sinfônica tocando. Entre caretas ridículas e poses de uma afetação pra lá de desagradável, ela comandou o trânsito das pobres futuras vítimas da globalização do ônibus até a Sala São Paulo, aquela maravilha – se perdemos a estação ferroviária, pelo menos não virou um shopping qualquer para zumbis consumidores. E aí começou o programa dual, combinando ridículo e constrangimento a compostura e maravilha. Vamos a isso, leitores ainda vivos nessa barafunda global. Enter.
A essa Estela Ribeiro, que algum dedo invisível ordenou que comandasse os programas dominicais de sinfônica, cabe estragar a festa. Ela faz o papel daquela pessoa que não tem senso de ridículo e que acaba por ficar como a imagem da onda errada no encontro. Se fala de instrumentos musicais, é toda caras, bocas e poses, deixa sempre embaraçados ou constrangidos os músicos a quem ela pede pra falar de seus instrumentos. Se entrevista o maestro, como dessa vez, cria uma desafinação de conduta simplesmente desagradável; nesse domingo, o maestro John Neshling aturou pacientemente a postura trêfega de, a julgar pela preguiça que ele exprimia, uma bobalhona; ele ia respondendo séria e serenamente, em oposição ao tom exageradamente excitado da pobre moça. Depois ela entrevistou outra moça, responsável pelo projeto que leva as crianças para ver concertos e conhecer uma orquestra. Foi outro fiasco. A moça respondia com distante seriedade às perguntas feitas com excitação trêfega. Era um alívio quando cortava para a orquestra e se instalava de novo a normalidade mental – ou pelo menos algo estético, em oposição à patacoada esteliana. E ainda foram entrevistados os pobres infantes sem futuro, candidatos já admitidos e submetidos ao longo curso de boçalização global. Um ou outro entre milhares sobreviverá, e até possivelmente, por milagre, estará vinculado de alguma forma àquilo de orquestra e música de verdade. Mas a maioria esmagadora será tragada pela imensa garganta ignóbil da aldeia global, pelo axé, pelo pagode pasteurizado, pelo breganejo lancinante e patético, pelo techno, pelas telenovelas, pelos gugus, faustões e tantos outros funcionários do escritório encarregado de planejar e executar a devastação desta pátria que nos pariu. “Fazer o qüê”, perguntaria o genial Zerró Santos, contrabaixista e compositor genial devidamente marginalizado para que “brilhem” as estrelas do despedaçamento global. Enter.
E a pobre Estela Ribeiro acabou o programa entrando de novo no ônibus com as crianças – que devem achá-le pra lá de imatura.Ah!, que cansaço!... mas deu pra degustar um belo trabalho de um compositor também absolutamente desconhecido desse Brasil achincalhado e massacrado. Deu pra viver momentos inesquecíveis com os Salmos de Almeida Prado, com participação do coral infantil da OSESP, de que sobressaiu um tenorino solista dividindo o canto com um tenor também da casa. Deslumbrante! Aliás, com momentos inebriantes que lembravam Schostakovich, especialmente timbres e concepções como os do terceiro movimento da 5ª sinfonia. O Brasil sacode a bunda ao som de Ivete Sangalo e geme junto com os decadentíssimos sertanojos, pula com os pagodeiros e se massacra ao som do techno, enquanto um Almeida Prado musica maravilhosamente vários salmos para meia dúzia de seres não empastelados pela mídia prostituidora e desumanizadora. Belo cenário! Mas com certeza tudo vai acabar bem, como nos filmes de Hollywood: vem o Armagedon aí, e as montanhas vão lutar. Vem a escatologia anunciada, e o sertão vai virar mar – e o mar vai virar sertão. A TV dá todos os sinais. Enter final.
A excelente locutora dos programas Planeta Terra e Mundo Animal e hoje péssima apresentadora Valéria Grilo é uma de nossas perdas. Antes embalava a moçada com sua fala educada e super adequada para as narrações sobre animais e natureza – embora em um remoto Planeta Terra tenha soltado uma “largatixa”. Hoje, aparece de corpo inteiro fazendo aparição estudada e pisando sem qualquer desenvoltura. Valéria era uma voz, agora virou coisa do tipo Estela Ribeiro: fala andando, faz caras, enverga panos de acordo com cenários de apresentação, virou uma “animadora”. O programa Planeta Terra também dançou: tem formato novo, animações computadorizadas sempre as mesmas, textos padronizados em direção a uma estandardização, tem produção da NASA –, e o que menos se vê é o bicho, que é o que interessa. Agora vale uma história que tenta convencer que viver é muito perigoso. Seguramente passa-se um subtexto ou uma mensagem subliminar para operar nas cabeças: nada de filmagens de especialistas em mundo animal, nada de nos aproximar da vida do bicho. Agora tem a “animadora”, num sem-jeito que dá até pena – como é que uma criatura séria como Miss Grilo se permite tal apalhaçamento?? –, e ainda pinta um outro abestalhado senil, que fica fazendo poses para enquadramento no meio do mato. Ridííííículo!!! E o verdadeiro protagonista dessa pantomima global que devera ter como herói o animal é o que mais nos desencanta e menos interessa hoje: o homem. O fim disso é previsível: o mar vem aí! E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té a próxima, queridos!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Sinais do governo de satanás

Sinais do governo de satanás

Frederico Mendonça de Oliveira

Assisto ao discurso proferido por Sevem Suzuki, menina canadense de 13 anos, diante do plenário da ONU quando da ECO 92, reunião de ambientalismo internacional realizada no Rio de Janeiro, e saio arrasado. Andei uns dez quarteirões até meu seguinte compromisso e vivi a sensação de conhecer como será o fim de tudo. Não fosse um espiritualista provecto, daqueles que olham para os lados com profunda piedade diante do que se nos apresenta, e não teria outra coisa a fazer senão chorar. Mas não vou me permitir dar essa pala pra capivaras vestidas. Pobre mundo e pobre país de seres desgraçados! Pobre humanidade de bovinos mugentes e ovinos balantes vivendo ao som da prostituição sonora e prostituição, corrupção e estelionato moral encaminhados em todas as direções! Que fim terá essa triste encenação de uma coisa tão aquém do que chamaríamos de civilização e de vida?? Enter.
No discurso, proferido com um equilíbrio emocional de quem fala em nome de Deus sem qualquer afetação, a dor da denúncia era vista estampada nas fuças dos congressistas, todos vivendo um duro momento de autocrítica. É impressionante uma simples menina de 13 anos passar um esporro tão apocalíptico num congresso de autoridades em assuntos ecológicos do mundo inteiro. E, pior, em plenário da ONU, essa porca miséria que só faz acatar o que os banqueiros internacionais determinam e fica de cara de bunda diante de mais de 50 (por aí, sei lá!) descumprimentos de determinações dela praticados, por exemplo, por Israel. Essa mesma caca de ONU que verga a que o Império afaste de um cargo inamovível nosso embaixador para proscrição de armas químicas, Alexandre Bustani, afastamento imposto pelos departamentos ativos dos mesmos que financiam os ataques ao Afeganistão e ao Iraque. O nome dessa pocilga de organização deveria ser OBINU, mostrando que os banqueiros internacionalistas é que mandam nela. Enter.
O teor do discurso? Bem, deixo que vocês mesmos tentem ver isso. Com isso talvez permitindo que eu roube uns quinze minutos dedicados por vocês à Globo. Estará no You Tube, óbvio. De qualquer forma, vale sintetizar: ela pergunta a todos por que diabos estamos na mão de satanás devastando tudo e todos, e ninguém faz pô nenhuma contra. E depois de falar de excelentes condições de vida no Canadá, onde mora, fala de uma conversa que teve com meninos de rua no Rio, onde se realizou o congresso, e revela que um menino a surpreendeu. Simplesmente porque, ao ser indagado por ela sobre o que faria se fosse rico, o menino de rua respondeu que “compraria comida pra todos os meninos pobres como ele”. E por aí foi, “mijando”, como se diz no Rio quando alguém esculhamba alguém, em tudo e todos. E na mesma ECO 92 o Bush pai, aquele degenerado espiritualmente, demônio da mesma laia de FHC e de quase toda a classe política brasileira, disse não estar nem aí para aquecimento global e problemas decorrentes da já bem próxima extinção da água potável. Uma delícia. Enter.
Mas é tarde, babes. O negócio hoje é sentar o buta na poltrona e se transformar em batata, que a TV faz o resto. O negócio hoje é viver tentando seguir os modismos à risca e deixar o cérebro, essa caca inútil, em ponto morto. O negócio hoje é, na pior das hipóteses, ter um carro do ano, um home theater, um plano de saúde gordo, uma casa (melhor se com piscina), um sítio em área de pouca habitação, empregadas uniformizadas, assinar a Folha, viajar todo ano ao exterior – ou a Porto Seguro mesmo, aquele lixo sonorizado a axé – e aparecer na festa de destaques de sua cidade como empresário do ano e coisas que tais, com direito a posar ao lado de bem aparentados bucéfalos de sucesso em novelas da Globo. O resto, é problema de Deus! Então o negócio é viver como capivaras (pobres animais! Perdoem-me compará-los com esses objetos vestidos que se passam por seres humanos!), pastando e olhando pra TV como quem olha pra ontem, procriando e botando mais e mais e mais capivaras no mundo para que satanás possa levar vantagem sobre o Cristo nos corações daqueles por quem Ele se imolou. Enter.
Mas a diarréia feia está a caminho. A água vai acabar, babes, e todos no mínimo vão feder de alguma forma. E não haverá perfume para todos. Como disse Cazuza, o filósofo aidético, em sua A Burguesia Fede, “enquanto houver burguesia/ não haverá poesia”. É por aí, sim. E agora a burguesia vai feder de verdade, não apenas metaforicamente. Uma estatística de Primeiro Mundo revela que o que se gasta anualmente em perfume nos EUA e Europa daria para saciar a fome no planeta. Um amigo comentou que é porque na Europa, especialmente, não se toma banho regularmente, então a turma já fede mesmo. Lá a água já é severamente controlada, e é óbvio que será muito mais ainda, até que comece a ser enviada do Brasil pra lá por duto ou transatlânticos que transportarão o que temos em nossos aqüíferos. O bobo da corte do Império desde 2003 aboletado no Planalto – não sei como ele não pronuncia “Pranalto” – possivelmente entrará para a História como o doador de nossas águas para seus amos do Norte. Ele não seria capaz de nada acima disso, basta ver que está no topo da maior cadeia de corrupção já vista e tem como porta-vozes gente como o factóide musical Wagner Tiso, apedeuta como ele e assumidamente envolvido unicamente com o jogo do poder tanto quanto assumido publicamente como alheio a qualquer tipo de ética. Sem falar no Zé Diceu, outro apedeuta obtuso. Enter final.
É o fim, gente. A serpente envolve o planeta, e veremos o diabo pulando sobre nossas cabeças, ai de nossos descendentes. Hoje o vemos apenas de perto, o que já não é pouco. O jeito é seguir a filosofia zen: “O que fazer quando se está entre o tigre e o abismo e há um pé de morango a nosso lado? Comer o morango”. E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té a hora de a cobra fumar, gente!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

a grande festa bizarra dos bugres vestidos

A grande festa bizarra dos bugres vestidos

Frederico Mendonça de Oliveira

O ônibus chega à esquina da avenida para tomá-la, mas tem que esperar passar uma moto. Atrás dela uns dois metros vem uma “bicicreta” conduzida por um bugre de cariz achavascado, que não reduz sua marcha rumo ao inferno pessoal de sua vida estúpida. Vem de focinho fechado, e se dá o direito de fazer o ônibus esperá-lo passar pedalando. Passou, o ônibus entrou na avenida... e o bugre parou tão logo passou pela frente do coletivo. Observar um cafumango desses exibir sua arrogante facies patibular de quem se apóia na degenerescência do sistema social e se dá o direito de ser patife pelo fato de a moeda corrente hoje neste puteiro em que vivemos (?) ser o estelionato moral é pelo menos desconcertante. Mas, pensando bem, o que se pode esperar de um lugar como esse Brasil, que tem na presidência um apedeuta vigarista – vendeu um peixe por vinte anos e inverteu o jogo ao chegar ao poder – e cercado de canalhas bandidos por todos os lados, inclusive seus desafetos partidários ou pessoais? Enter.
Entra-se numa loja para comprar uma porcaria de presente de casamento e ao fundo toca um som miserável do tipo breganejo. São 9h da manhã (os bugres grafam 9:00), e as atendentes da loja estão prontas a assediar com aquele infame e cínico “Posso ajudar em alguma coisa?” qualquer pobre diabo que entre na loja. Os cães globalizadores determinam tudo: o lixo que toca pra todo lado, televisões ligadas até em bunda de cachorro, como pressionar o comprador de forma deselegante e manifestando a avidez sórdida e boçal do capitalismo selvagem. Tudo isso conecta lindamente com as cretinas frases roufenhas do batráquio asinino empacotado à moda presidente de Primeiro Mundo. E com a bacanal com o dinheiro público realizada pelos abjetos traidores da pátria, os mais de 500 “representantes do povo” e seus asseclas. Ao povo cabe trabalhar e sofrer. Basta ousar ir à rua para assistir à procissão patética dos deserdados em sua marcha irreversível para um abismo que os espera alhures. No oposto dessa visão hedionda, a farra no Palácio, milhões pra isso, milhões pr’aquilo, tudo supérfluo e revoltante: rios de dinheiro para caganifâncias, como reformar a churrasqueira da Granja do Torto por R$ 3.370.000,00. Quem usa aquela porcaria? Enter.
O avião de US$ 50 milhões agride não por esse preço, mas pelo que fazem com ele o “presidente” e sua corte de cafumangos, paus-mandados sem direção ou ideologia, carreiristas, aproveitadores e funcionários que lavam as mãos dos destinos do País. País? O que é um país? E um País? Alguém ainda tem alguma noção do que seja isso? Pois é. Mas tem avião especial, toda a mordomia imaginável, e em nada essa porcaria serve para resolver problemas reais: só serve para flanar. Lula não decide nada de coisa nenhuma, apenas faz comentários estúrdios sobre o que quer que seja. Como no caso da explosão de Alcântara, que matou 22 cientistas, nossa elite científica aeroespacial: “Há males que vêm pra bem”, eructou o nada engraçadinho “presidente” tentando ser original, embora não dissesse isso caso na explosão morresse um dos seus. O cara não sabe de nada, não resolve nada, não faz senão tocar programinhas reformistas de nenhuma significância, enfim: não governa. E se não doa empresas criminosamente, como fez seu semelhante e antecessor político, também não mexe em nada. O cara é um zero à esquerda montado numa pilha de corrupção jamais vista nesta triste História do Brasil. E ainda tem “gente” que o defende ardentemente. Gente que declara publicamente não estar preocupada “com ética do PT nem com qualquer tipo de ética: o que importa é o jogo do poder”. Legal, isso, né? Enter.
O computador determina o que devemos fazer, e tem vontade própria em oposição à nossa: ele é que decide o que deverá ser feito. Se cai ou “dá pau” no maldito “sistema”, pára tudo, e os bugres aguardam bovinamente que a força superior se digne retornar ao serviço. Todos, claro, cooptados pelo poder dos globalizadores, todos fazendo como seu presidentinho paz e amor: ninguém abre o bico pra coisa alguma, o negócio é obedecer balindo, e assistir direitinho às novelas da TV e tratar de deixar o cérebro em ponto morto, se agüentando enquanto pode, rezando pra não cair a casa. O computador é uma invenção diabólica, um instrumento de dominação simplesmente monstruoso, que enquadra os seres sob uma lógica de pensamento outra, e que se sobrepõe a quem o opera. Nunca se viu aparelho algum submeter quem dele se utiliza, desde um alfinete ou um martelo até os mais sofisticados engenhos. Só o computador, que é simplesmente inquestionável. O computador nos dá ordens e traça nossa conduta em incontáveis circunstâncias, e nos faz dependentes dele sem escapatória. Mesmo que não o tenhamos ou utilizemos de forma alguma: o mundo a nosso redor está computadorizado e obediente. E os macacos sem rabo obedecem. Enter final.
No vizinho ao sul de minha casa, um filhote de cão se arrebenta de ganir e chorar. Está sozinho, os donos fora. Os vizinhos que aturem o choro do animal largado. Na antes área verde a leste, hoje uma praça pública, um casal sentado em um dos bancos bate boca falando ambos ao mesmo tempo. Logo depois, chega um grupo de garotos gazeteiros e se abanca pra jogar cartas. O canil a leste fede a merda e mijo de cães, e os cães volta e meia explodem em latidos e uivos, um inferno. As “pessoas” parece não se importarem com nada, tal o grau de ignorância e rusticidade que a TV e a mídia lhes impuseram. E eles continuam na TV, se destruindo como que por completa falta de opção. E Lula lá, tomando, passeando e eructando asnices. Com a primeira-dama, ex-operária da Dulcora, a tiracolo. Será que se restringiu o uso de armas de fogo para evitar suicídio em massa nessa merda de lugar ainda Brasil? Pode ser... porque para resistir não seria: a “Grobo” não “dessa (ê)”. E viva Santo Expedito! Oremos. Ciao, babes!


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Olha aí o que me chegou por internet, crianças!
"É moçada..... por isso que digo " Se o voto valesse alguma coisa, o *POVO *seria proíbido de votar Fim do 13º já foi aprovado na Câmara Enquanto a gente se distrai com estas CPIs o Congresso continua >votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe...vejam essa: Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB Para conhecimento, O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art.618 da CLT. Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado. Provavelmente será votado após as eleições, é claro... A maioria dos deputados federais que estão neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença Maternidade e Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB. As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo detodo tipo que recebem, eles não cortam. Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo o Brasil. Por favor, repassem para o maior número de pessoas possíveis, afinal eles são candidatos fortes nas próximas eleições: *1- INOCÊNCIO OLIVEIRA-PFL** 2- JOEL DE HOLLANDA - PFL 3 - JOSÉ MENDONÇA BEZERRA-PFL 4- OSVALDO COELHO - PFL 5- ARMANDO MONTEIRO-PMDB 6- SALATIEL CARVALHO-PMDB 7- PEDRO CORRÊA - PPB 8- RICARDO FIÚZA-PPB 9 -SEVERINO CAVALCANTE - PPB 10- CLEMENTINO COELHO - PPS 11- CARLOS BATATA-PSDB 12- JOÃO COLAÇO - PSDB 13- JOSÉ MÙCIO MONTEIRO-PSDB*DIVULGUEM!!! *NINGUÉM É TÃO FORTE QUANTO TODOS NÓS JUNTOS!!!!!!!!**Divulguem!!! E não fique só reclamando do nosso país!!!!"
Pelo que vejo, vamos ter que correr atrás de outro preju, né? Fiquem ligados, vamos peitar esses monstros degenerados!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

a lengalenga, o nhenhenhém e os atentados

A lengalenga, o nhenhenhém e os atentados

Frederico Mendonça de Oliveira

Já há quanto tempo os bandidos mensaleiros foram denunciados, flagrados, inquiridos, enquadrados, interrogados, desmascarados e expostos à execração pública? Sei lá: pra dizer a pura verdade, é tanta empurração com a barriga que a merda vai sendo esquecida. Quando se viram os amigos e não sei mais quê do Roberto Brant com ele na capa de O Globo festejando seu inocentamento, foi tal minha decepção que até a turma largou mão de se preocupar com essa tempestade insuportável de matéria fecal política. Já de muitos anos os escândalos se sucedem, já perdemos a referência. Escândalo mesmo começou foi com o maluquinho degenerado Collor. De lá pra cá, não parou, apenas deu uma reduzida considerável na curta era Itamar Franco. Mas foi entrar na presidência o imundo e vermina FHC, traidor abjeto e torpe em todos os sentidos, entrou em cena a corrupção explícita. Deu Pita, Eduardo Jorge, Jáder Barbalho, Pasta Rosa, e todos se agarrando ao poder como seres malignos que não estão nem aí para opinião pública ou o diabo que seja. As privatizações seriam mais que suficientes para esse fimícola ser massacrado nas ruas. Linchado até virar carne moída sob o santo ódio dos brasileiros ofendidos por tal crápula demoníaco. Pois está ele aí, desfilando todo lampeiro e dando palestras para empresários e coisas que tais. Pois veio o apedeuta falastrão e bebunzaço para justamente continuar a toada do Brasil desgraçado. Até ficou, em termos de corrupção, pior que sob FHC, embora sem as privatizações. Enter.
Já era hora de sabermos que é o fim. Pelo menos eles não estão nos enganando. Mostram a bunda com a mesma naturalidade com que exibem suas carantonhas patibulares de pústulas sem qualquer escrúpulo. A bunda real escondem, mas as mulheres que lhes permitem desfrute de repente saem em pêlo nas revistas de onanistas, algumas ganhando belas somas. Mostram a bunda, inclusive, metaforicamente realizando o que seus amantes ou patrões pegos com a boca na bo... tija não fazem literalmente. E vai da valsa. O povo que coma merda e se arrebente pra sustentar essa malta de canalhas degenerados que chafurdam no dinheiro público tão arduamente amealhado com suor e renúncia. E nós que relaxemos e gozemos, como disse a abissal Marta Vermus – que já deveria ter tido a decência de mudar o sobrenome do marido defenestrado, o Eduardo Coração dos Outros. E a podridão avança veloz, a corrupção explode tão estupidamente que nem dá mais pra esperar por coisa alguma. A lei é gentilíssima para com os bandidos do colarinho branco, esses monstros dedicados a pilhar o tesouro público na maior cara-de-pau. Estão perfeitamente a serviço dos inimigos do Brasil, que nos vão asfixiando e destruindo tudo que temos como se estivessem plantando alface. Enter.
Os desastres e tragédias que nos pespontam estes dias tenebrosos desde o dianho FHC não são obra do acaso nem de imperícia ou negligência, embora em um ou outro caso insignificante isso ocorra. A tragédia da Gol já foi um terceiro ou quarto atentado contra o Brasil que fica sem explicação. Primeiro, a P36; que matou mais de dez, e ficou por isso mesmo. Um ex-amigo, cuja amizade acabou que dispensei, por ser burro demais, disse que gostou muito daquele naufrágio, porque ia virar um grande viveiro de peixes no fundo do mar. Com brasileiros assim, vamos virar uma Palestina sob os argentinos de Kirchner. Pois veio Alcântara, que pulverizou toda a nossa elite científica aeroespacial jamais reunida antes no mesmo local. Um míssil terra-terra ou uma bomba fizeram o serviço começado pelo Pé-de-bode FHC – ele queria doar a base aos gringos, crime de lesa-pátria –, e o apedeuta peidante eructou um “Há males que vêm pra bem”. Estivesse a mãe dele, que por sinal já nascera analfabeta, na base de lançamento e virasse cinzas, era bom saber que frase ele soltaria. Sobre Alcântara, nossos queridos leitores saberão muito mais na próxima abastecida do blog. Mas antes disso tudo ainda houve os atentados contra a TAM, sendo o primeiro deles, o vôo 402, uma barbaridade sem precedentes. Um reversor não abre de forma alguma em decolagem, tanto quanto não entra uma ré se se engata uma quinta em qualquer veículo simples, de tecnologia e projeto muito mais elementares. Aquilo foi sabotagem da boa, e que morressem brasileiros titicas, em torno de cento e tantos, tudo carbonizado ou estraçalhado. Nada se apurou, senão umas falas bostejadas entre matérias de amenidades e anúncios imensos e espalhafatosos de porras que só encantam midiotas materialistificados, os objetos vestidos e falantes que a Grobo produz aos milhares direto e reto. Puxa, vamos em frente, que atrás vem gente. Enter final.
Vôo 402, P36, Alcântara... e depois, fora o que ignoramos, o vôo da Gol. Só se a Física deixar de existir poderá ocorrer uma colisão no ar entre dois aparelhos a uma velocidade resultante de 1600 km/h e ficar um quase intacto e pousar com seus sobreviventes. Mas essa escatologia só pode ocorrer em país onde o presidente viva cercado por ladrões e não seja o Ali Babá. A Aeronáutica, transformada por essa cambada de paisanos canalhas e sem pátria em um departamento vulgar de um governo depravado, emitiu nota informando que não houve colisão entre o Gol e o Legacy. O que teria havido seria o Boeing ter se desintegrado e o Legacy ter levado a pancada de um estilhaço no laptop. Até pode, mas ’tá furado ainda. Pelo menos, contudo, a Aeronáutica peitou os globalizadores, desfazendo a versão da mídia dos gringos. Salvou-se a Física, mas a mídia não falou coisa alguma – quando era para PARAR O PAÍS. Só foi publicado isso na coluna do Cláudio Humberto de 26 ou 27 de julho. Mais nada. Basta abrir www.claudiohumberto.com.br e buscar nas colunas anteriores a informação, que tem até uma ilustração mostrando um avião envolvido por uma puta bomba. Chega por hoje, né? Na seqüência, se não me bombarem aqui, vou entregando os crimes hediondos desde o tempo do Beiçudo. E viva Santo Expedito! Oremos. ’Té a próxima, babes!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Não nos resta senão dizer adeus

Frederico Mendonça de Oliveira

O advento da TV trouxe o golpe mortal para nossas identidades pessoais e, pior, nossa identidade nacional em todos os sentidos. Os brasileiros nem mais suspeitam do que são, muito menos do que querem. Movidos a desejos materiais imediatos e obrigatoriamente sem sentido ou objetivo que não satisfazer vontades espicaçadas por comerciais e publicidade desenfreada metralhada através dos meios de (des) comunicação, os zumbis, vestidos de panos ricos, normais sóbrios ou pirados, ou de andrajos os brasileiros, erram pela vida, pelas ruas, pela desventura, esquecidos de Deus, da pátria e, suprema conquista dos interventores internacionais, os ignóbeis e odiosos globalizadores, da família. E não adianta falar: quem tem a palavra é a TV, o Fantástico, os programas - que têm esse nome justamente porque programam mentes e a mente coletiva dos povos - os mais reles e de conteúdo mais miserabilizante possível. Enter.
Não adianta vir o papa dizer que fazer da TV uma babá eletrônica desagrega a família: soa retrógrado e doentiamente moralista, e, pior, inútil, pois o serviço já está feito. A família deixou de existir desde a entrada da máquina de burrificar nos lares. E vejam bem: trata-se de um equipamento que basicamente não dá defeito, para não haver a possibilidade perigosa de alguém ficar sem o demônio hipnotizador fora de ação no lar e em suas extensões. O crime é perfeito, e por isso não há como ocorrer qualquer enfrentamento. Não adianta o Chávez acabar com a Grobo venezuelana: as outras grobos do mundo são um milhão contra um. E não faltam as hienas imundas para tachar o presidente venzuelano de ditador aloprado e de difamá-lo geral, especialmente na imprensa tupiniquim, essa instituição completamente prostituída a serviço do desmantelamento de todas as instituições benéficas possíveis. Os demônios globalizadores fazem seu serviço nadando de braçada, com todos os ventos a favor, sem maiores resistências que uns bloguinhos por aí e umas correntezinhas na internet. O diabo está como quer. O reino de Deus neste mundo já era. Pelo menos na Terra, nesta conjuntura escatológica e irreversível que enfrentamos, aliás, por sinal, prevista nos textos sagrados, vide o Apocalipse de João, se é que alguém ainda dispõe de saúde mental para essa leitura tão esclarecedora. Enter.
A Veja, abjeto valhacouto/reduto operacional dos globalizadores e objeto de prazer de bobalhões midiotizados folheadores de magazines, apresentou, tempos atrás, um artigo de duas páginas assinado por um certo Reinaldo Azevedo, que nem sabemos se é real ou invenção da revista. O cara investe contra uma suposta "Al Qaeda eletrônica", e denuncia que "Os integrantes da Al Qaeda eletrônica não se contentam só com o envio de mensagens desaforadas: criam páginas anônimas só para esculhambar aqueles de que não gostam; formam comunidades para odiar pessoas; ressuscitam o hábito nativo de especular sobre a orientação sexual de desafetos; fazem montagens de fotografias de 'direitistas'; dão curso, em rede de e-mails, a teorias conspiratórias". Esse mesmo Reinaldo escreve essa pérola: "Elas se assanharam também na demonização de Bento XVI, na defesa do fechamento da RCTV na Venezuela ou no apoio à censura prévia no Brasil. Durante a campanha eleitoral (as últimas eleições, N.R.), fizeram a denúncia de um fantasioso golpe contra Lula. No caso da USP, foram fazer vigília lá na reitoria invadida, misto de Palácio de Inverno russo com Parque da Xuxa - sem contar o aroma dos roqueiros de Woodstock". O cara até escreve direitinho, tem um instrumento afiado e tal, mas é um escamoteador profissional - ou eventual, se a serviço de alguma convocação especial, sabe-se lá. O que importa é que tem espaço na Veja e abiscoita simplesmente página dupla aberta, em espelho, nas páginas 102/103, dispondo até de excelente ilustração, embora confusa para não iniciados. E o recado é passado para incontáveis incautos, sofrendo avaliação lúcida apenas de um ou outro leitor aceso que por acaso tope com o artigo - porque leitores acesos não perdem tempo com Vejas da vida. Enter.
Esse patético Reinaldo não considera como sendo a maior Al Qaeda eletrônica de todos os termpos a desgraçante e catastrófica rede Globo à frente de todo o horror televisivo brasileiro, de que discretamente diferem uma ou outra emissora menos daninha e patológica, embora já sob o aperto asfixiante dos tentáculos cancerígenos da globalização. Al Qaeda eletrônica é o bloco de novelas globais infames e abjetas, de programas globais vis como A Grande Família e afins, dos programas para massas miserabilizadas material, mental, moral e espiritualmente, aliás por motivo justamente da ação dessa Al Qaeda eletrônica devastadora em ação há mais de 40 anos. Trocar jabs e bofetões, como faz Reinaldo Azevedo, com atiradores esparsos ou com escória de esquerdistas assalariados de instâncias escusas ou envolvidos na corrupção que assola o sistema é fácil como tomar pirulito de criança. E a Veja prossegue devastando, embora apresentando a melhor escrita da área. É como eu já disse um dia: a Veja nega Deus. É que Deus escreve certo por linhas tortas, enquanto a Veja escreve torto por linhas certas. E ninguém ainda aventou outra questão: a Veja e a Globo professam uma religião, seja nas entrelinhas, seja de forma escancarada; e essa religião exclui o Cristo. Seguramente estão ambas envolvidas com um golpe de Estado internacional iminente, e que os iniciados conhecem muito bem. Neste caso específico, o escalafobético Reinaldo Azevedo vai dizer que isso não passa de delírios de quem acredita em "teorias da conspiração", como foi mostrado acima - e com isso ele mostra, como disse o Eça, sua obtusidade córnea ou má fé cínica, ou ambas. Enter final.
Bem, o blog está aí, e vamos fazer um grande exercício de pesquisa e denúncia. Para entrar, é só acessar http://thetweet.blogspot.com, e estaremos no mesmo barco. E viva Santo Expedito! Oremos. Té a próxima, amigos (não os da rede Globo, claro!)!

terça-feira, 31 de julho de 2007

a amazônia é deles

E o resto do Brasil também. Vamos acabar com essa mania de ser país! Todo mundo já percebeu que aqui nesta espelunca abençoada por Deus nada pode dar certo. Então pra que ficar nessa engronga tentando fazer essa geringonça funcionar? Larga mão, cambada! Nem índio aqui pode funcionar! Só funcina corrupção e pilantragem! Então temos de nos entregar de mão beijada ao nosso adorado idolatrado Tio Sam! Depois eu continuo a expricar pra vocês como é que nós vamos virar primeiro mundo! Não percam!

Frederico Mendonça de Oliveira - Fredera