segunda-feira, 1 de julho de 2013

História sem moral

História sem moral
Fato inédito em toda a história "defte paíf", como diz o troglodita ébrio de Garanhuns, o povo descontente com essa vagabundagem toda foi pras ruas em volta do Maracanã remodelado para gritar contra copas e corrupção. Motivo não falta pra gritar, claro. Mas era preciso refrear senão esmagar os descontentes, e até efetivo do Exército em caminhões choque deram o ar de sua falta de graça. E o pau comeu, todos vendo, inclusive os gringos da imprensa internacional.

Diz, Aparecida...
O Ivan (Lins) ou o Vítor (Martins) falaram sobre uma desaparecida de sua (s) vida (s). Não sei de qual, não sei quem é. Mas a que interessa aqui é a Dilma, a ex-guerrilheira, que nos seus tempinhos de comuna radical fez muito mais do que os piores vândalos infiltrados nas manifestações fazem hoje. Estes não mataram ninguém... mas a "presidenta" meteu o cotó entre as pernas e nem tchuns pra final de copa porra nenhuma...

Dilmão amarga momentos de solidão talvez assistindo pela TV às manifestações populares...

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Segura o tchan
Tá aí a moçada do verde oliva chegando pra proteger o... o... Ué! Agora estou na dúvida sobre se o Exército protege o povo contra o inimigo ou protege o bando de ladravazes canalhas que ocupam o poder... e querem que o povo sifu, sendo, portanto, verdadeiros inimigos do povo. Ei, milicada, vocês defendem a bandeira do Brasil ou a quadrilha que está no Planalto e ramificações? 
Chegam os milicos do Exército pra proteger... o poder!

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É pau, é pedra...
 
"Nunca se viu neste país..."...uma imagem como essa. E o ébrio safado escondido alhures, com sua mulher inflável a tiracolo e a amante protegida em alguma bocada escusa, e, claro, tudo pago por nós. Dilmão deve estar aturando um piriri dos diabos, com a florzinha ardendo de tanto jatear na porcelana... Pois que se lasquem: somos isso que está aí na imagem. Estamos nas ruas pra acabar com a festa dos canalhas!
  Ó nóis aí, gente!

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domingo, 30 de junho de 2013

De olho no Brasil e no mundo



Cortando agulha
A presidenta, ou Dilmão, como você quiser, que vem despencando nas pesquisas por motivos óbvios, avisa que não vai à final da Copa das Confederações no Maracanã. Tradicionalmente, o presidente da República entrega a taça ao vencedor. Hoje a coisa será diferente. E a FIFA critica duramente a presidenta por quebrar essa “tradição”...

Se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come...
Se a presidenta for à final, corre o risco de levar a maior vaia que um “presidente” neste puteiro já levou; se não, passa à História como um chefe de Estado que se esquivou do enfrentamento de manifestações populares e de quebra leva, aos olhos do Brasil e do mundo, o registro de sua esquiva ao dever do presidente para com a seleção de seu país

“Vem pra rua!”...
O Exército mobilizou tropas e botou efetivo nas ruas. Seria adesão à mobilização popular ou um jeito de intimidar a moçada para que Dilmão possa entregar a taça depois de terminar a partida decisiva? Afinal, as finanças das FFAA andam à matroca, os recos têm tido que ir pra casa comer, porque o rancho não pinta mais!

Apelou
Deu no Cláudio Humberto: “Assessores da presidenta Dilma brincam nos corredores do Palácio do Planalto citando o secretário-geral da Fifa, Jerôme Valcke, agora elevado à condição de ‘sábio’: ‘Menos democracia é melhor, às vezes’. Ele se referia às decisões para organizar uma Copa do Mundo”. Enquanto isso, o trem bala, a transposição do São Francisco, escolas, hospitais etc etc etc podem esperar. E a turma brinca nos corredores.

Escreveu, não leu...
Ainda no Cláudio Humberto: “O advogado e ex-delegado da Polícia Federal Paulo Magalhães, 57, foi executado a tiros em Campo Grande (MS). Sua ONG Brasil Verdade moveu ação popular contra Lula e denunciou políticos e judiciário”. Hmmm... Será que o PT resolveu colecionar abater descontentes? Celso Daniel vai receber um parceiro tardio no além. Será?

terça-feira, 11 de junho de 2013

Escatologia à brasileira...



Escatologia à brasileira...

Você pode chorar de pena, aliás peninha, pelo que vou declarar: NÃO AGÜENTO MAIS A CARA DO GIANNECHINI SORRINDO encostado numa parede, de braços cruzados, cabelo recuperado, olhando para mim com aquela figura de esplancnocrânio. Puta merda! Que é que eu tenho a ver com esse cara?? O que ele apresentou até hoje para figurar na mídia e ser esfregado diariamente em nossas fuças? Além de o cara integrar o “olimpo” das bestas, nada nele ou dele me interessa, e não sei por que tenho de vê-lo TODO SANTO DIA! Tem dó, sô! Na verdade, nem sei o que o cabra faz; só sei que é ator global e fiquei sabendo do auê em torno do câncer linfático enfrentado por ele, deu pena etc. Mas daí a ser obrigado a ver o tipo sorrindo onde quer que eu vá, isso é invasão de privacidade, pois até em bunda de cachorro de rua tá o cara lá sorrindo... Não é mesmo, ô meu? Enter.    
Outra escatologia: você deve estar observando o crescimento desordenado daquelas máquinas sonoras de cariz teratológico, aqueles carros de passeio com sistema de som ultrapoderoso que andam pelas ruas despejando algo assemelhado a música mas que de música tem muito pouco ou nada. Dentro do carro, normalmente só o motorista, normalmente adolescente, normalmente magro, freqüentemente de boné, atual símbolo da estupidez consagrada. E passa aquilo despejando som deletério, a concretização do que se passa dentro do tipo assemelhado a um ser humano. Se isso é curtição, é do tipo autodestrutivo. O “mano” dado a essa “atividade”, na verdade, é sempre um tremendo malaco, daquele modelito que desenvolveu uma atrofia das pernas e uma hipertrofia da caixa torácica no sentido vertical, triplicando o número de costelas. Ele ataca os ambientes impondo sua presença insuportável para seres ainda dotados de senso de equilíbrio. Uma das intenções “lúdicas” dessa prática, por exemplo – vejam só – é disparar, sob o potente som de graves, alarmes de outros carros por onde o veículo emissor de sonoridade agressiva, que podemos chamar também de caganeira sonora, passe. Isso é de lei para eles, abalar tudo através do percurso aleatório que esses zumbis realizam. Enter.
E que tal jogar fora sua TV? Pra que serve ela? Ajuda você em quê? A nhanhar melhor depois de ver as obtusas produzidas emanando progesterona em novelas deformadoras e que devem espicaçar desejos escusos nos casais que vivem juntos sonhos separados que não podem revelar de modo nenhum um ao outro? Será que o do pirulito olha pra sua boneca doméstica viva com outros olhos depois de ver as tipas da TV exalando provocação em tudo? E será que encontra entusiasmo pensando nas atrizes enquanto nhanha com a fixa? E a fixa? Será que se lubrifica melhor quando fornece o xibio pensando no... Giannechini (vá... agora até cabe botar o cara em foco)? E tem a coisa de bundas e coxas e mamás e periquitas esfregados na fuça do otário 24 horas por dia, seja em anúncio de cerveja, seja em programas de Gugus, por exemplo (não me ocorre mais nada além desse idiota vazio, não vejo TV há uns dez anos...)? Que acha você? É isso aí? Ou é algo diverso, do tipo: “Ligo diariamente a TV para me informar da realidade e para aumentar minha capacidade intelectual e minha cultura”? Pode ser? “Você decide”, glosando aquilo que já foi nome de programa global, parece, apresentado por um daqueles tipos sempre meio absurdos que mostram as coisas de pé, terno e gravata, falando sem saber onde enfiar – ou como gesticular com – as patas superiores. Você nem deve lembrar, porque isso é coisa para passar por dentro de sua cabeça e sair sem deixar vestígio, o que funciona é apenas ocupar o aparelho que Deus inventou para que você pensasse, mas isso de pensar deve lhe enfadar... e a TV é feita para isso. Pra você desligar seu maldito cérebro, essa bosta que só lhe dá problemas e dores de cabeça... Não é por aí? Ah!, aposto dez fardos de Bohemia em você preferir mil vezes desativar sua “máquina de pensar” a fazê-la funcionar... Enter.
É isso: os antípodas se atraem. Assim como comeres, por exemplo, assim será sua defecação. Ou em outras palavras: sua comida e seu cocô são diretamente complementares. Tem aditivos, como as cornetadas nada olorosas, que saem por baixo, e as eructadas, normalmente não odorizadas, e essas duas adições ao que podemos chamar de percurso pelo “canal mestre” de que falou Cervantes em sua La Gitanilla costumam causar quequequés, o que, no frigir dos ovos, as torna positivas. No mínimo, desopilantes, o que já ajuda bastante em meio a essa escatologia real que é o Brasil atual. E fica visto que, embora olimpizadas pela exposição glamurosa – para os otários, óbvio – de Giannechinis, Galisteus e quejandos na teleca, as cacatuas não escapam: o cocô é uma instituição irrevogável. Por mais douradas que sejam as antas globais, nada as livra da sentada humilhante para solene apresentação diária de croquetes fumegantes e, claro, pestilentos, mefíticos, catinguentos. Não há como estrelizar a cagada e também não há como incorporá-la às cenas das novelas estúpidas tão bem ambientadas pela Globo para a imbecilização geral. Tenho até uma proposta pra você: quando estiver assistindo, como “bicho de feno e canga”, a alguma cena, seja de amor, seja o que for, pense em cocô. Croquetes, bombons, toletes, cabritadas, despejadas líquidas, troços (ô) morenos, pálidos, esverdeados ou cor de café, pense naqueles versos de banheiro público: “Neste lugar solitário /toda vaidade se apaga/ Todo covarde faz força,/ todo valente se caga”. Ou, com mais imaginação: “Marmiteiro! Trabalhador! Bom amigo! Bom irmão!/ Ao cagar não faça força/ pra descer o toletão!, pois podem cair as tripas!/ Cague calmo, garotão!”. Poesia escatológica? Pois, seja o que for, acho melhor que todo um capítulo de qualquer novela das nove na Globo... Enter final.
Essa última citação poética figurava na parte interna da porta do banheiro da EMI Odeon da Rio Branco. Jamais esqueci, até porque isso me causou muita hilaridade saudável. Quando eu enfrentava as gravações lá, e se tinha de ir ao banheiro, sempre saía dele melhor do que quando entrara. E chega por hoje. Minha cachimônia já deu o que tinha de dar por agora. Vamos pra rua peitar a ditadura! E viva Santo Expedito! Oremos. Té a próxima, meu!

sábado, 1 de junho de 2013

“Cadeirante”, sambódromo e boçalidades que tais



Frederico Mendonça de Oliveira

A cretinice e o infantilismo são marcas dos brasileiros, e curiosamente isso vem sempre do Rio de Janeiro. Basta lembrar do fusca dos meados de 1970, que aumentou suas lanternas traseiras mais uma vez – já ocorrera um aumento na década anterior –, e que a cariocada apelidou de “fafá de belém”, associando as lanternas aos grandiosos seios da linda cantora belenense. Não curti essa, achei idiota, boba, pobre como humor. Mas vá. Ficou assim. E outras tantas coisas foram criadas com esse espírito jocoso pobre, marcando o espírito submisso e por vezes meio obtuso do humor carioca. O próprio “orelhão” já mostra esse exercício fazendo o inusitado virar óbvio como por encanto. Chamar prato fundo de “maracanã”, café de “chá de urubu” são outras forçações de barra, estas atribuídas ao território da malandragem. Deste setor veio uma fina: apelidaram bicicleta de “camelo”, por associar o guidom e o selim às duas corcovas do incrível animal. Em Sampa, era “magrela”. E por aí vai essa besteirada que mostra que o brasileiro, especialmente o carioca, curte uma de bobalhão. Mas enquanto ficamos nessas bobagens o nível ainda não é realmente incomodativo. O pior é quando ignorantes cunham termos que mais ou menos revelam a irracionalidade dos que ousam mexer no idioma. E vamos a isso. Enter.
A história do “sambódromo”, por exemplo. Mal escolhida a palavra, e parece que o inventor dessa besteira foi o tão admirável Darcy Ribeiro. Dado a festas de arromba, já corria pelos meios iniciados em drogas e erva que o cara era turbinado em comprimidos: tomava “marcharré” (sedativo, sonífero, hipnótico) pra dormir e “rebite” (excitante, estimulante, empurrão, ligante) ao acordar pra trabalhar. A obra foi besta, eleitoreira, para organizar a industrialização do samba das escolas dando-lhe um espaço exclusivo, em lugar de fechar avenida para desfiles. O Niemeyer deu o toque de besteira ao espaço, localizado na antiga rua Marquês de Sapucaí, colocando uma espécie de monumento que logo foi associado à marca do McDonald’s, estigmatizando mais um monstrengo do arquiteto comuna riquíssimo e sem qualquer ligação com povo e trabalhadores. Na realidade, mais uma titica à carioca, revelando um imediatismo rotulatório meio entre o burro e o brega. Coisa de poviléu assumidamente inculto. E que, a julgar pelo “progresso” da estupidez assumida, tem garantido seu triunfo a curto prazo, para que sejamos levados a nos esquecer de tudo que é progressivo e mergulhemos de cabeça em tudo que é regressivo. A vírgula entre sujeito e predicado, comparável a uma barata morta em sua salada, vai ganhando força como regra imposta pela degenerescência, e aí está o Brasil: um inferno em franca expansão. “Daqui DOIS anos (fodam-se as preposições, isso são preocupações de maricas, pura frescura) estaremos recebendo as cartilhas petistas do idioma grunhês, que já se consolida a todo vapor através da comunicação entre os zumbis. Uga! Enter.
Caia de bunda ou de costas, você que ainda tem alguma esperança na regeneração e reativamento das instituições, incluindo o idioma: temos agora uma nova palavra, aliás indecente, obscena, carregada de energia deletéria: a palavra é... “cadeirante”. Uma derivação absurda e típica da mente dos energúmenos que compõem a quase totalidade da população desse hospício tropical. Não se sabe qual foi o débil mental ou o vândalo – isso tem cara de coisa de petista... – que inseriu esse conteúdo fecal no idioma, e que agora é proferido até com certa dose criminosa de orgulho. Delinqüência intelectual pura e simples, revelando que o sistema glandular do idioma virou esgoto a céu aberto. Você já deve ter sacado isso: o brasileiro é um salafrário assumido, um patife por cultura, um criminoso por escolha. Daí tamanha degenerescência tomando conta irrefreavelmente do social. Veja só: todos os termos com sufixo “nte”, que é uma forma nominal de gerúndio por mostrar ação constante, derivam de verbos. Pedinte, de pedir; estudante, de estudar; mendicante, de mendigar. Tem até “meliante”, que não deriva de verbo em português por ser palavra espanhola, mas que no idioma de origem deriva de “meliar”, verbo, significando “fazer mal”. Morô? Pois bem: caso existisse o verbo “cadeirar”, significaria o quê? Viver com o toba colado no assento por escolha – sedentarismo – ou por carma – deficiência ou quejandos –, talvez viver dando cadeiradas alhures... Bem, não existe o verbo “cadeirar” consignado em nenhum dicionário. Então o que vem a ser essa merda de cadeirante? O cara que está preso a uma cadeira de rodas? Se palavras que terminam em “nte” revelam atividade e mesmo condição, têm de vir de verbos... e significar ATIVIDADE. O cara preso a uma cadeira de rodas pratica andar de cadeira de rodas? Ora, canalhas depravadores do idioma, dá nojo ver o espírito degenerado que conduz suas vidas e suas “idéias”, monstrinhos! Vão estudar ao invés de serem “poltronantes” diante dos débeis mentais que através da telinha submetem vocês a esse estado mórbido de estupidez por preferência, de autodestruição irracional e febril! As entidades do mal estão no comando desse país-cloaca, desse chiqueiro de almas errantes sem perspectiva ou objetivo qualquer! Enter final.
Então eis: o Brasil é o país dos “poltronantes” babando diante de “ignorantes”, por isso terão inventado essa forma imoral, “cadeirante”. Se virmos um idiota sobre um skate, ele será um “esqueitante”? E sobre uma “bicicreta”, será um “bicicretante”? Existe o “pedante”, do italiano “pedante”, “aquele que trabalha minuciosamente; aquele que imita servilmente os clássicos em sua escrita”. Essa palavra não deriva de verbo, é substantivo, como instante. Mas, se acrescentarmos um “i”, fica “peidante”, indivíduo emissor de peidos, e daí deriva de um verbo, “peidar”. Pode. E assim o idioma afunda um pouco mais na merda total, estabelecendo um statu quo digno de asco, algo dantesco, atroz, imundo, desprezível. Isso é o Brasil, meu. Mas melhorou: no arraial onde me acoito vários ônibus foram adaptados para cadeirantes, com elevadorzinho e o escambau. Pergunta: será que cadeirantes, quando içados, são peidantes? E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!

André Mehmari, gênio brasileiro do piano, é escorraçado de graça

  •   Régis Tadeu denuncia selvageria de jovens contra pianista que ousou tocar Ernesto Nazaré para público de Michel Teló... e na mira do autor entram os que dormem enquanto seus filhos chafurdam na degenerescência e na violência gratuita

     

     

    Ignorância e falta de educação são as marcas de uma geração de adolescentes

    Caso você não o conheça, vou apresentá-lo. André Mehmari é um dos maiores pianistas do Brasil atualmente, um músico/arranjador/compositor/multiinstrumentista que tem como principal qualidade, além de sua técnica primorosa, o trânsito fácil e livre que consegue estabelecer entre os universos da música erudita e da música popular brasileira e o jazz. Ele chegou a vencer um Prêmio Visa de MPB Instrumental e vários concursos de composição erudita, já tocou ao lado de grandes cantoras como Ná Ozzetti e Mônica Salmaso, e tem seis discos lançados, todos excelentes. Você pode assistir abaixo dois exemplos desta competência instrumental:
    Bem, feitas as apresentações, vamos ao motivo que me levou a escrever a respeito dele hoje, mais precisamente, a uma terrível experiência pela qual ele passou e que dá bem a medida dos tempos em que vivemos hoje. Peço permissão para colocar abaixo o texto que ele escreveu em sua página no Facebook. Leia com atenção, por favor...
    “Há uns dias participei como
    Bem, feitas as apresentações, vamos ao motivo que me levou a escrever a respeito dele hoje, mais precisamente, a uma terrível experiência pela qual ele passou e que dá bem a medida dos tempos em que vivemos hoje. Peço permissão para colocar abaixo o texto que ele escreveu em sua página no Facebook. Leia com atenção, por favor...
    “Há uns dias participei como convidado especial de um projeto musical educacional, para jovens de escolas públicas, de 10 a 12 anos, aqui perto de São Paulo. Levaram uma ótima banda, fizeram um roteiro bem bolado e caprichado com atores de primeira, e na segunda parte, a pedido da produção, entrei no palco, feliz da vida para falar de (Ernesto) Nazareth e anunciar as canções que se seguiriam.

    Ao som de berros e injustificáveis vaias irracionais, ouvi toda sorte de grosseria: ‘sai daí, filho da puta!’ ‘Vai tomar no ...!’, Vai se f....!’
    Fiquei um tanto cabisbaixo, mas segui quase firme. Com muito orgulho, falei um pouco desta música. Acompanhado por um supermúsico amigo - o percussionista e compositor Caito Marcondes -, toquei desconcentrado e ainda estupefato uma suíte de maxixes ‘nazarethianos’ abraçando uma ária de opera. É, eu queria falar para eles desta coisa bonita da Musica, de não ter fronteiras, a não ser na cabeça de medíocres e preconceituosos.
    Mas a fronteira ali estava tão antes de qualquer pensamento, de qualquer diálogo. Tudo tão aquém de qualquer desenvolvimento, que abaixei a cabeça e levei mecanicamente a apresentação até o final, acreditando que se tocasse para um único par de ouvidos férteis naquela plateia de 600 jovens pessoas já teria valido meu esforço, minha confiança na vida.
    Sei bem que educação é sempre desafio e que o Brasil encontra-se muito longe de ter estrutura e pessoal adequado.
    Meu apelo aqui fica para os pais, que acreditam que a educação de um filho se dá na escola. Ela se dá principalmente em casa, neste nível fundamental da formação do caráter de um ser humano. Não coloquem filhos no mundo se não estão aptos e dispostos a dar uma formação cuidadosa e apaixonada a estes novos seres.
    E estou farto deste discurso politicamente ‘soft-new-age-correto’ e praticamente inefetivo, de aceitar tudo e botar panos quentes em tudo que um jovem faz e diz. Acredito que ele tem consciência de seus atos e cabe aos mais experientes apontar problemas, olhar esta turma como nossos semelhantes que, em poucos anos, estarão ocupando importantes cargos e funções.
    Educação é invariavelmente feita com amor e dedicação e estas são responsabilidades primordiais dos pais, depois da escola e da experiência. De qualquer maneira agradeço a oportunidade de tocar para aqueles jovens, mesmo tendo sofrido agressões que me ofenderam. Sei que aqueles que ouviram saberão me agradecer no futuro. E estarei plenamente recompensado e tranquilo!”
    Quem acompanha o que escrevo neste honrado espaço sabe bem o que penso a respeito desta molecada nos dias atuais. Para quem não sabe, vou repetir numa boa: salvo raríssimas exceções, toda uma geração de adolescentes brasileiros se transformou em uma manada de asnos!
    É isto mesmo o que você acabou de ler. Sem tintas douradas ou palavras suaves. A realidade nua e crua é exatamente esta. Quem é pai ou mãe sabe exatamente o que quero dizer. Nos dias atuais, professores se transformaram em seres com nervos em frangalhos, com o espírito esgotado e abalado por terem que lidar com pequenos bucéfalos, precocemente empurrados para a vala da ignorância por causa do meio em que vivem, seja a família, os amigos e até mesmo a própria escola.
    Meninos e meninas são capazes de sugar o bom humor de quem quer que seja, tão rapidamente quanto as palavras ásperas, os gritos e a violência verbal que emanam de suas bocas sujas e cérebros já necrosados. Conversando com professores, a opinião é unânime: sala de aula é hoje um lugar onde reina a insanidade. Capacidade de cognição e momentos de sensibilidade por parte destes adolescentes é visto como um autêntico milagre de natureza divina.
    E quero deixar claro: isto não tem nada a ver com classe social e poder aquisitivo! Há uma horda de adolescentes cretinos milionários, ricos, pobres e miseráveis. A burrice e a falta de educação não fazem distinção.
    O que aconteceu com o talentoso pianista André Mehmari em um teatro municipal de Campinas, mais precisamente no bairro da Vila Industrial, é sintomático da total falta de educação e bons modos de toda uma geração. Basta dar uma olhada no meu perfil do Twitter para ver a quantidade de ofensas pesadas – e que se multiplicam como moscas – toda vez que escrevo a respeito de ídolos musicais desta garotada sem cérebro. Palavrões cabeludíssimos escritos por meninas que sequer tiveram a sua primeira menstruação e meninos que nem conhecem o significado do termo “punheta”. Dá vontade de fazer vasectomia no dia seguinte...
    Infelizmente, a escola não é mais capaz de propiciar aquela camada de civilização que complementava a educação familiar. Basta ver a quantidade de vídeos que inundam o You Tube com cenas de violência contra professores, colegas de classe e funcionários para sacar que toda uma geração de jovens já encara o seu semelhante como um rival, um adversário a ser derrotado de qualquer maneira, nem que seja preciso ir armado para as aulas. O fato de nenhum destes pequeninos monstros não reconhecer a autoridade no ambiente escolar é o retrato inequívoco da falta de autoridade dentro de casa. Não reconhecer isto é negar a existência de qualquer parâmetro de civilidade.
    E há outro problema, tão sério quanto este: a superficialidade imediatista que vê sendo imposta a todos nós diariamente pelos meios de comunicação. Em um País que teoricamente prima pela “diversidade”, cada vez mais somos esbofeteados por estratégias de marketing desenfreadas, que tentam nos obrigar a tomar a cerveja “X”, vestir a roupa “Y” e comprar o carro “Z” para que ninguém se sinta... diferente! É o fim da picada!
    Precisamos acabar com este papo de que “povo não gosta de cultura e arte”, que vem nivelando a programação das emissoras de TV e rádio a níveis abaixo do rasteiro. Temos que acabar com esta conversa de que “tudo é arte”, disseminada por pseudointelectuais de padaria, que defendem a ideia de que as classes menos favorecidas intelectualmente produzam a sua própria “cultura” e deixem de olhar para o passado ou para outras vertentes de informação e conhecimento. Para estes palhaços com pinta de sociólogos da PUC, tudo bem que isto resulte nos “Naldos”, “Lek Leks” e “quadradinhos de oito” da vida, pois é “cultura de um povo”. Cultura uma ova!
    Ah, o nome do tal projeto do qual André participava chama-se Ouvir Para Crescer. Que ironia nauseante, não?
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domingo, 26 de maio de 2013

Tornado nos EUA revelou ira de Deus contra gays??? E outras...







Você já deve “pensar” assim: “neste mundo de hoje, tudo pode”. Mesmo não podendo, pode. Tem que poder. E todos seguem a idéia do Lobão: “Peidei, mas não fui eu”. Simples assim. Então, mesmo que reprimindo uma tremenda repulsa, você TEM DE SE OBRIGAR a achar normal a onda dos gays, incluindo casamentos, adoções e o escambau. Muita gente que declara apoio ao movimento – que começou GLS e hoje tem mais de dez letras – e que publicamente demonstra oposição a homofobia carrega em si profunda aversão a homossexualismo de qualquer natureza. E nutre consigo forte asco para com essa exposição cada vez maior das manifestações do mundo gay. E ferve a rejeição a homens se beijando e outras cenas que causam abjeção no pessoal que gosta mesmo é do real órgão genital complementar ao seu – e exclui terminantemente práticas sexuais usando aparelho excretor ou roçação de aranhas. Isso até lembra o soneto Mal Secreto, do Raimundo Corrêa: “Se a cólera que espuma, a dor que mora n’alma” etc, falando sobre muita gente que ri mas que “guarda um atroz, recôndito inimigo, qual invisível chaga cancerosa”. Coisas desse Brasil em decomposição e desse mundo que perdeu as formas dadas por Deus e mergulha nas trevas. Mesmo assim, com essa hipocrisia imposta e tanto fingimento e falsidade grassando aqui e alhures, vemos alguns levantando vozes – mesmo que absurdas – contra  essa história, e disso aparecem manifestações até tendendo a alucinação. Enter.
Alá: “Um líder da polêmica Westboro Baptist Church disse que o tornado que devastou uma região do estado de Oklahoma (EUA) foi uma resposta de Deus ao apoio que Kevin Durant, jogador do Oklahoma City Thunder (NBA), manifestou ao companheiro de liga Jason Collins, do Washington Wizards, que recentemente assumiu ser gay. Segundo Phelps Jr., o apoio de Durant a Collins ‘enlouqueceu Deus e o fez esmagar Oklahoma’. Para ele, o tornado foi consequência da ‘maravilhosa ira’ divina. Esta não é a primeira vez que um religioso põe a culpa no casamento gay pela ocorrência de um fenômeno natural. Ano passado, o capelão John McTernan afirmou que o furacão Sandy, que arrasou a costa nordeste dos EUA, era uma manifestação divina contra a comunidade LGBT e o apoio do presidente Barack Obama ao casamento gay”. Que tal? Seja algo alucinado ou primitivismo maniqueísta, isso lembra Sodoma & Gomorra, meu. Neste caso “bíblico” ou sei lá que barato, haveria fundo de verdade ou seria só lenda pra arrebanhar trouxas para um catolicismo que pretendia infundir o temor a Deus como caminho para deter a tendência a promover a luxúria? Segundo a história ou a “História”, as duas cidades, totalmente entregues à prática da sodomia desenfreada, foram arrasadas por uma força do tipo “ira divina”, como disseram os pastores referindo-se às tragédias de Oklahoma e do setor yankee, sob o Sandy. Piração ou não, algo está agredindo algo. Não se pode negar que o movimento gay tem trazido séria inquietação a boa parte da Humanidade, e vê-se nessa rejeição um princípio que congloba conteúdos filosóficos, morais, religiosos e até mesmo estéticos. Neste último caso, temos uma visão natural do homem atraído pelas formas femininas e vice-versa. Assim, um pensamento coletivizado se opõe oculta mas concretamente a esse avanço gay que, contrariando as leis da Natureza e Deus, relativiza a união de homem e mulher, seres complementares e capazes de gerar vida. A união homossexual seria um amor que não gera frutos, o que em si coloca em xeque tal atração. E tem mais: os próprios homossexuais conscientes declaram que o homossexualismo é um recurso natural para deter a superpopulação que ameace qualquer comunidade. Enter.
Então, meu: fica dito assim. De minha parte, nada a declarar, senão que, se essa onda é rock, sou do samba. E que fiquem gays, pastores, furacões e tornados trocando bolachas e caneladas. Se isso vira notícia e acirra discussões, quem leva a grana é a imprensa, que está nas mãos dos globalizadores, e dessa eu tô fora. Fico na minha, porque sou do Cristo de corpo e alma, e é só. Mas tem um outro assunto... que entra nesse papo nosso através do Lobão, que cunhou a magnífica expressão “Peidei, mas não fui eu”. Ele mandou fazer uma camiseta preta com esses dizeres em branco no peito para comparecer a caráter à entrega dos prêmios Sharp aos melhores de não sei que lá. E fica muito claro que ele se referia a esse cafajeste undecápodo, esse monstro degenerador, verdadeiro javali abjeto, que dizia nada saber diante da explosão dos escândalos petistas lá pra 2006. E a pergunta é: por que entrar o peido nisso? Porque talvez ninguém goste de assumir que emitiu a sopradela, sempre criadora de reações de protesto e repulsa, como você pôde ver naquele comercial da Luftal. E já que estamos metidos nessas reflexões que aproximam a suposta ira divina sob o enfoque de pastores ao conteúdo de negação de autoria do peido, vamos a uma reflexão sobre esse fenômeno gerado no meio intestinal e que causa sempre algum impacto ao ganhar a atmosfera e que traz em si uma contradição inexplicável. Enter final.
Diverso do que muita gente possa “pensar”, peido não é palavra onomatopéica, embora a todos pareça uma imitação do ruído produzido pelas pétalas da florzinha quando da passagem do “arzinho”. Peido parece ser aquele “pêêêêi” produzido para aliviar as tripas de gases descartáveis. Mas não é. Vem do latim peditus, que significa ventosidade. Apreciou? Então seu fim de semana está garantido, meu. Você peidará pensando na Flor do Lácio, que deve emitir fragrância, não o tão popular futum. E a florzinha se sentirá engrandecida por saber que constantemente está emitindo latinórios, embora xexelentos. E, na solene situação de emissão de bombons – ou croquetões, toletões, morenaços, navegantes ou quejandos – a que todos nos dedicamos diariamente, havendo a participação dos arautos da coisa sólida, você provavelmente pensará: “É, talvez por isso a turma ande cagando no idioma...” E viva Santo Expedito! Oremos. Have a sexy weekend, babe!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O derradeiro adeus às esperanças






O sintoma que mais define o fim de qualquer coisa para nós cara é um decair de interesse por ela ou, de outra forma, o desinteresse repentino. Você vai constatando gradativamente que a coisa se estraga, e acaba que você não tem outra alternativa que não a de dar de ombros e virar as costas. Assim, vendo a nova cara do PT – ou a verdadeira, que era ocultada por uma proposta falsa, a pele de cordeiro no lombo do lobo –, eu me incompatibilizei com a linha do partido e depois o fui esquecendo por descartamento escatológico: merda não interessa. A menos que para adubar a terra, e olhe lá. Mas acontece que o Lobão, que você deve conhecer, lançou um livro aí. E ele mete o pau em todo mundo, parece que ninguém escapa da “metralhadora giratória” do cara. As aspas revelam não ser bem isso. Vi, até onde deu, uma entrevista desse roqueiro meio falastrão e confesso que o nível tende ao rasteiro. Gosto de coisas dele, admiro a musicalidade e tal, mas fico por aí. Meu estômago rejeitou o falatório, um Português vazio, uma visão superficial e até meio emocional de tudo. Mas o Reinaldo Azevedo comprou a briga pró-Lobão por detectar, lá com seus botões, um patrulhamento petralha sujo sobre o cara. Bem, o Lobão deixa claro que está tudo perdido, que não tem mais jeito. E vejo que nesse ponto concordamos. Enter.
Diz o Reinaldo: “Eu sei a patrulha de que fui alvo quando afirmei que Niemeyer era metade gênio (o arquiteto) e metade idiota (o comunista de butique). E olhem que alguns amigos meus protestaram. Há quem considere o arquiteto ainda pior do que o “pensador” porque preso a uma visão stalinista do homem, da cultura e da arquitetura. Parecia que eu tinha roubado o pirulito da boca de uma criança pobre…” Bem, o Niemeyer, como cansei de dizer aqui, só criou monstrengos, especialmente aquela Brasília insuportável, fria e irreal que acabou sendo a sede da maior quadrilha já conhecida na história “defte paíf”, como diz o safardana rei da petezada. “Lobão tem coragem de remar contra a maré vermelha, ao contrário da esquerda caviar, a turma radical chic descrita por Tom Wolfe, que vive em coberturas caríssimas, enxerga-se como moralmente superior e defende o que há de pior na Humanidade. No tempo de Wolfe eram os criminosos racistas dos Panteras Negras os alvos de elogios; hoje são os invasores do MST, os corruptos do PT ou ditadores sanguinários comunistas”. Pois é: remar contra a maré vermelha é banal; aliás, obrigatório, se considerado o nível de miséria intelectual e moral dessa corja desprezível. E vemos que Lobão, despreparado em quase tudo, até no falar, bota suas cartas na mesa sem medo, ao passo que Chico Buarque, um esquerdóide milionário – um dia eu descrevo aqui a casa dele no Jardim Botânico, Rio –, cala – e consente, então – sobre a explosão do descalabro petista, quando deveria vir a público manifestar sua desaprovação para com isso tudo. Mas não faz: fica por aí desfilando a “nova cara”, um maracujá de gaveta em que ainda brilham, desamparados e destoantes, aqueles olhos que causaram tantos suspiros nas malamadas de plantão – e um nariz que vai indo firme em direção a parecer uma berinjela (ou beringela, com g, como quiserem). A propósito, considerando a quase beringela nasal do menestrel das esquerdas tupiniquins, procurei a origem do termo e vi que não há registro dele no Houaiss. O nome científico, entretanto, é Solanum Melongena, e acredito que beringela derive do segundo nome, como carrot vem de Daucus Carota; letuce, de Lactuca Sativa; e arroz, de Oriza Sativa, só para dar alguns exemplos. Tem mais. Enter.
“Compare isso às letras de Chico Buarque, ícone dessa esquerda festiva, sempre enaltecendo os humildes: o pivete, a prostituta, os sem-terra. A retórica sensacionalista, a preocupação com a imagem perante o grande público, a sensação de pertencer ao seleto grupo da beautiful people são mais importantes, para essas pessoas, do que os resultados concretos de suas idéias”. Vá lá. Mas que o Chico é um talento de lei não há negar sem incorrer em grave distúrbio de obtusidade e miopia. O samba Pivete é admirável, poema imperdível, tanto quanto Apesar de Você figura entre os mais importantes sambas de todos os tempos, ao lado de Construção. Mas o pessoal não enxerga valores musicais NUNCA, isso é uma deficiência irremediável entre nós. Somos, os músicos, uma casta em extinção, pois a intervenção internacional conseguiu transformar um país musicalmente gigantesco num deserto sobre cujas areias soam emissões vocais obscenas de imbecis ganibundos liberando guais e melodias e palavras entre o miserável indescritível e o chulo asqueroso. Quanto à postura política do Chico, para mim é problema dele. Eu me garanto com a minha, e devo dizer que até me bate alguma pena desse cara – que tinha por hábito não pagar os músicos que o acompanhavam... Entendeu, ô meu? Então... Enter final.
Desisto de vez. Vejo uma turba de azumbizados entupindo ruas e lojas com suas vestes de espantalho, uma gentuça multitudinária zanzando pelas ruas mais perdida que charuto em boca de bêbado. Eles vagam pespontados por skates e “bicicretas”, tudo misturado como um novo caos obrigatório e para eles natural e até prazenteiro. O meio dos vermes é o pus. E não tem mais jeito. Se destruíram nossa música e nossa cultura, destruíram o Brasil. E as novas gerações, excluindo uma turminha que ainda evolui, mergulham nas trevas da miséria intelectual e moral. Lobão tenta alcançar isso, mas o livro dele – que não li, mas adivinho – é um monte de críticas pessoais a tudo que o desagrada. Não tenho tempo a perder com isso. E a entrevista dele ao Gentili mostra o nível de forma inegável: é rasteiro, emocional e egocêntrico. Ele não investe contra os valores que estão aí, apenas critica pessoas e condutas. Não dá. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!...