sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Contrastes dentro do horror mundial
Frederico Mendonça de Oliveira
O Maluco Beleza meio que ’tava certo: diante desse mundo, o negócio é seguir a máxima anarcodemonista de Aleister Crowley: “Faze o que tu queres, pois é tudo da ‘lei’”. Quando o cara estava em ascensão, tempo em que eu tocava com ele pra me manter vivo naqueles tempos negros de Médici e Geisel, ele me veio com essa descoberta. Falava nisso a toda hora. E acredito que já tivesse começado a cheirar cocaína e beber. Pra mim parecia uma bela besteira: “Vou fazer o que eu quero, e os home me pegam, pô! Que lei é essa? Eu, hem!”, pensava com meus parcos botões, acho que o único o do cós da calça. Bem, a idéia do Crowley é buscar o prazer total, meter bronca nas drogas e sexo, cair de cabeça no rock, por aí e daí pra frente. Raul estava lançando aquela merda chamada Sociedade Alternativa. Daí a sair tocando aquele roquinho chato pelos palcos foi um pulo, e era um ossário, não um osso do ofício. Enter.
Bem, hoje ninguém tem discernimento pra abordar isso, apenas o pessoal ainda lúcido, só uma meia dúzia pode engolir e digerir o assunto. E ele sai quase integralmente pelo fiofó, porque no trajeto intestinal passa direto, por não ter conteúdos pra serem assimilados. Raul, afinal de contas, fez seu autorretrato naquela canção primária e chata, “Maluco Beleza”, modelo de composição nos moldes da classe C dos porões da CBS em que ele trabalhou como produtor. Padrão Odair José, Paulo Sérgio e quejandos, aquelas mulas transformadas em ídolos de milhões de maluquinhas paridas por um sistema já envenenado desde 1950 pelos programas ao vivo em emissoras de rádio, com as “macacas de auditório” (royalties para Nestor de Holanda) que os freqüentavam como fiéis devotas. Tom Jobim, naquele 1973 em que Raul se saiu com Ouro de Tolo, gravava Matita Perê, obra prima, enquanto o então guitarrista aqui dava suporte de rock pro baiano roqueiro. E a CIA despejava cocaína sobre nós, pra desviar a juventude de qualquer iniciativa séria. Assim fizeram nos EUA com a New Left, movimento de jovens organizados em fins dos anos 1960 para começar a peitar o stablishment. E a difusão da droga deu certo!... e aqui também. Enfim, eis que podemos dizer que o mundo católico europeu-americano foi transformado nisso: o mundo da TV, do automóvel, da matéria, do cartão de crédito, dos engarrafamentos, dos apagões, das festas rave, das balas perdidas, da economia das drogas, da corrupção, da não representatividade política, da heresia como filosofia moral e do pragmatismo amoral como estilo de vida, do desregramento crescente, do alcoolismo flagelando geral a partir da puberdade, da ação militar contra países árabes, da destruição da Natureza, das grandes fantasias em que essas coisas todas encontram apoio. Desde a II Guerra, passando por Hiroshima e Nagasaki, depois a Coréia, depois o Vietnã, depois o que já vivemos como coisa atual, tudo é suporte para a consolidação do governo central sobre o planeta. E teve a farsa do homem na Lua, e tem a farsa da propaganda por assim dizer “norte-americana” sobre tudo, submetendo os povos a mentiras estúpidas, e teve a farsa do WTC – ou você pode provar que bateu avião no Pentágono, que caiu avião em Shanksville e que aquelas implosões do 11/9 foram acidentais? – pra justificar a invasão do Afeganistão, enfim: o mundo vai de mal a pior, e isso é processo irreversível, é câncer generalizado. Não é à toa que nessa merda de Brasil imperem a corrupção, a miséria, o crime, sob os “acordes” dos braganejos multiplicados como coelhos em duplas miseráveis e sob nomes impronunciáveis como Michel Teló, Adriane Galisteu, Ivete Sangalo, Luan Santana, Sandy e outros membros da fauna dos obtusos famosos. O demônio tá aí... Enter.
E aí, pra feder mais ainda, vem o diretor Sam Bacile – nome tido como falso, normal no mundo do cinema – com o filme “A inocência dos muçulmanos”. Ele “se autoproclama judeu americano”, segundo a matéria na Tribuna da Internet. No mesmo site: “O produtor é um pastor, Terry Jones, que, recentemente, provocou confusão ao queimar exemplares do Corão. O filme, segundo Becile, custou cinco milhões de dólares, e teria sido bancado por integrantes da comunidade judaica americana”. Bem, os inimigos dos árabes são os judeus, até um vereador de arraial sabe disso. O peixeiro do Mercado Municipal do Arraial das Bagas, por exemplo, afirma isso e prova por A mais B, basta você dar ouvidos. Assustado – ou exultante – com o que o filmeco provocou no mundo árabe, o diretor sumiu. “Ele fugiu. Por telefone, de um destino ignorado, falou com a agência de notícias Associated Press. Disse que o islamismo é o ‘câncer do mundo’, e atribuiu o sangue que correu na Líbia à ‘falta de segurança’ no consulado americano”. Se não óbvio, parece obrigatório, pois lembra Pearl Harbour, lembra também os filmes que empurraram os EUA para a II Guerra: Casablanca, I Married a Nazi, Men Hunt, O Grande Ditador e outras porcarias. Enter final.
Morou? Pois pense: essa provocação, dando seqüência a outra, quando o pastor Terry Jones queimou o Alcorão – e de um outro que fez um desenho da cabeça de Maomé como sendo uma bomba com estopim aceso –, parece isca lançada no mundo árabe. E parece que colou. O Zé Simão diria que a isca era um quibe... com anzol dentro. E o embaixador americano Christopher Stevens foi pro beleléu, gancho para merda maior, e Israel pode se animar a agir... Piorou pro Irã também, um dos países árabes com maior grau de religiosidade islâmica. Logo veremos a fuça impassível e “serena” do William Waac (é isso?) ou do Bonner sério dando a notícia de ataque americano por lá. Líbia, por exemplo. “A predadora política externa americana no Oriente Médio está na raiz dos acontecimentos no Egito e na Líbia. Enquanto ela não mudar, bombas, infelizmente, explodirão numa quantidade cada vez maior”. O filme é provocação, supostamente financiada pela comunidade judaica norte-americana, como dito. Durma com essa, bem. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Banânia em polvorosa! E nós pagando...
Frederico Mendonça de Oliveira
A republiqueta da Banânia, paraíso da corrupção sem freio e sem punição, terrinha infeliz onde a classe média (mérdia seria melhor...) se contenta em calar diante da putrescência ebuliente que ocorre no poder desde que tenha seu carrinho, sua vidinha de vegetal sem cérebro e seu direito de reclamar da vida sem nada fazer para mudar nada, agora enfrenta um risco de a canoa virar. Talvez você não acredite porque moralmente perplexo, talvez morra de inveja de estar fora da putaria, mas a verdade vai vazando por tudo quanto é buraco. Quer ver? Alá: “Pelo menos dois milhões foram comprovadamente desviados pelo esquema dos mensaleiros para bancar prostitutas de luxo em programas feitos por políticos para fechar grandes negociatas com dinheiro público, em Brasília. A vergonhosa informação consta dos autos da Ação Penal 470 agora julgada pelo Supremo Tribunal Federal. A polêmica dentro do STF é se o ministro-relator, Joaquim Barbosa, deve tornar pública ou omitir tamanha safadeza promovida entre mensaleiros e messalinas”. Que tal? O interessante é que muita gente sonharia estar protagonizando isso na história da Banânia, mas, que fazer: Deus não quis... e cá estamos suando camisa pra melhorar o mundo enquanto esses ladravazes de gravata e vagabundas desfrutáveis – se bem pagas, claro... – se esfregam em orgias às nossas custas naquela Brasília imunda. Quem ainda tiver alguma dúvida sobre isso, que pense na sua mãe ou na sua filha... e logo a virtude se impõe. Por medo, na maioria dos casos, claro. Interessante é que NÓS PAGAMOS TUDO. Enter.
E aquele deslumbrante rebento de nosso ex-presidente vem de novo à baila dos blogueiros com essa gracinha: “Juíza condena filho de Lula na ação contra a revista Veja – A Ação foi movida pelo filho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, contra a revista Veja, pedindo indenização por danos morais pela matéria publicada a respeito do seu enriquecimento milagroso e também sobre a frase dita pelo ex-presidente ‘Meu filho é o Ronaldo dos negócios’. Parabéns à Drª Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira, MMª Juíza de Direito Auxiliar prolatora da sentença na ação movida por Lullinha contra a revista Veja. Veja um trecho de sua sentença: ‘…O autor (Lulinha) precisa compreender que é de interesse de toda a população brasileira saber como o filho do presidente da República obteve tamanha ascensão coincidente ao mandato de seu pai. E há de concordar que uma imprensa livre para investigar tais fatos é fator essencial para que vivamos num Estado Democrático de Direito, ideal outrora defendido por tantos que, agora, ao que se vê, parecem se incomodar com ele.’”. Bem, ainda tem gente como você e eu nessa merda de republiqueta apodrecida. Quanto ao pai desse tipinho de cuca oca, aquela besta deveria sumir do mapa antes de se agravar a situação que começa a se desenhar. Não sei onde, em que comício ao qual ele se associou como o anjo salvador da candidatura de algum moleque aí, ouviram-se insistentes gritos de “ladrão”, “quadrilheiro” e outros termos digamos impublicáveis. E não faltou um ovo estourando naquelas fuças de patife asinino e cínico, ele que conseguiu superar sua alteza real da Higienópolis, FHC, em cinismo. Você compreende, a coisa vai “zangando”, meter no dos outros pode um dia reverter... Enter.
Pois é: podemos mesmo chamar esse bugrinho com aspecto de cachaço de “Ronaldo dos negócios”, pois se meteu numa encrenca dos diabos e agora deve até as cuecas. Parece mesmo com o outro, aquele paspalho tatibitate que hoje ostenta um barrigão e não consegue correr dez metros sem peidar grosso e botar os bofes pela boca. Bem parecidos mesmo. E a comparação é estranhamente correta para uma besta como o “ex-presidente”, que até hoje só disse asneiras e que dentro daquela cachimônia só guarda titica da grossa. Basta ele abrir a boca, e você constata isso... e eis que a Forbes joga merda no ventilador ao revelar ao mundo a dimensão da fortuna desse moleque safado. Quer ver? Alá: “Conforme amplamente noticiado em algumas ocasiões, uma conceituada revista – a Forbes – trouxe à tona esse tema (de enriquecimento), reputando a Lula a posse de uma fortuna pessoal estimada em mais de dois bilhões de dólares, devendo-se ressaltar que a primeira denúncia ocorreu, ao que tudo indica, em 2006, o que nos leva a concluir que a ‘inteligência financeira do ex-presidente’ já deve ter mais que dobrado esse valor, na falta de uma contestação formal e legal do ex-presidente contra a revista”. E tem mais: “A pergunta que fica no ar é sobre que atitudes deveriam e devem tomar o Ministério Público, a Receita Federal, O Tribunal de Contas e a Polícia Federal diante de supostas e escandalosas evidências de enriquecimento ilícito de alguém que ficou durante dois mandatos consecutivos no cargo de presidente da República. Na falta de atitudes investigativas ou conseqüências legais, como sempre, a mensagem que o poder público passa para a sociedade é de uma grotesca e sistemática impunidade protetora de todos, ou quase todos, que pactuam com a transformação do país em um Paraíso dos Patifes”. Enter final.
Ah, Banânia amada, quanta hipocrisia e canalhice sob sua fétida calcinha! Você é o paizeco em que as crianças sofrem sensualização sistemática via TV aberta; em que uma garota de programa de voz guinchada e enjoada – e que tem até filme em que ela protagoniza uma degenerada que convoca um menino para uma transa – foi responsável por entreter por anos a fio as crianças de todo o país todas as manhãs; em que meninas de menos de dez anos faziam constantemente a imunda, torpe dança da garrafa aos domingos à tarde no programa daquele suíno Gugu – mas que agora difunde a preocupação com a pedofilia, problema que vem da gênese dos tempos e que sempre foi reprimido na medida em que veio à tona. O hino que podemos cantar é: “Banânia, você é uma vaca!” E adeus, viola, que esse mundo anda pra trás e logo acabará! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes.
E não esqueça, brother: pegue seu papa-vento verde e amarelo e vá desfilar... Ou não?
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Os petizes da Banânia: infelizezinhos em cena
Frederico Mendonça de Oliveira
Você quer ver? É só entrar num supermercado, por exemplo. De repente, lá vem um ou mais infelizezinhos correndo em êxtase estúpido e celebrando a liberdade que não lhes cabe e que na verdade não querem. Agora, nestes infernalóides dias lulopetistas, foi conferido a crianças o “direito à liberdade” e, pior, não se pode mais reprimir os projetinhos de zumbis. O mais importante para uma criança é ser educada, diziam os doutos antepassados e alguns resistentes à filosofia agora vigente na Banânia. Educar é dever do adulto responsável por alguma vida nascente; ser educada é o maior direito que uma criança pode – e espera, necessita fundamentalmente – ter. A maior e mais importante relação entre pais e filhos é justamente a educação. E a Educação concomitante desde cedo, claro. Mas parece que o Çilva I, preclaro educador e orientador da infância “nefte paíf”, conseguiu transcender o passado e beneficiar o “paíf” com uma nova concepção para a infância. O babalorixá Çilva I é um mestre em tudo, até em II Guerra, até em economia norte-americana, e é facílimo para ele discorrer sobre a nossa atual garotada, porque a mãe dele nasceu analfabeta e ele se tornou presidente da República das Bananas. Alá: “Temos que reconhecer que a situação é delicada, que essa crise é possivelmente maior que a crise de 1929, e temos que reconhecer que o Roosevelt só conseguiu resolver a crise de 29 por causa da II Guerra Mundial. Como não queremos guerra, queremos paz, nós vamos ter que ter mais ousadia, mais sinceridade, mais inteligência, por que eu não admito que uma guerra para resolver um problema econômico tenha 6 milhões de mortos”. Bem, somos todos uns burros, até porque estudamos no passado e ainda mantemos essa mania maluca mesmo estando já velhos. O negócio agora é não estudar, para chegar a ser presidente da Banânia e obter aprovação esmagadora dos bananianos. Só que não entendi de que Roosevelt o babalorixá falou. Se foi o Theodore, não dá, porque o cara foi presidente dos EUA no início do século XX. Já o Franklin chegou ao poder em 1933 (no mesmo ano que Hitler...), e enfiou os EUA na II Guerra junto com seus congêneres de Hollywood, gente como Chaplin (ou Israel Thorstein? Hem??), Michael Curtiz, Fritz Lang, Garson Kanin e outras tetéias. Diz-se dele que ‘recuperou os EUA após a crise de 29 (dando condições melhores de trabalho aos americanos, alcançando metas militares e industriais, levando energia elétrica e modernidade às regiões mais pobres do país), traçando o destino dos estadunidenses’”. Çilva I falou sobre isso embolando as coisas, gênio que é, e todos os que o ouviam ficaram com cara de paisagem, não havendo um piadista que gritasse um “Cala a boca, burro!” de um canto do auditório. O Brasil hoje é a Banânia... e nós, lixo humano. Enter.
Mas estávamos num supermercado, felizes de ver os projetinhos de zumbis chegarem “filizes”. E lá vem um pestinha, ops!, amoreco, com seu meio metro de altura se muito, vestido como um palhacinho – se os pais não têm bom gosto nem consigo, terão com os filhos? – e pulando como um boneco de mola sua alegria estúpida, sem objetivo. Ele está apenas fazendo seu “outing” (Ver Terça Insana, procure no Google, a personagem é Betina Botox) para festejar a liberdade que lhe concederam e com a qual – claaaaaaaaaaaaro!!!! – ele não sabe lidar. Seus estúpidos, ops!, adoráveis pais, os inoculadores de sêmen normalmente portando camisas listradas lembrando mandruvás ou larvas de bicho-da-seda; as receptoras de sêmen apresentando lantejoulas e/ou vidrilhos em suas nem sempre bem torneadas traseiras, com cabelos normalmente tratados com reflexo, bolsas que parecem de metal ou mesmo de ouro, aqueles espantalhos, ops!, seres divinos. Ainda bem que não fedem, embora exalem a pestilência inodora da ignorância assumida e estampada em suas figuras. E ficamos extasiados de vontade de dar uma dura em uma dessas pestinhas, ops!, maravilhazinhas, embora quem devesse levar sacudidelas e uns belos berros fossem justamente os que geraram/pariram essas excrescências sociais agora representando o estado de boçalidade generalizada onde quer que estejam. Enter.
Um belo dia, empurrava eu o carrinho pelo corredor entre prateleiras e eis que veio em minha direção uma menina de seus dez anos, sei lá, e fiquei sem saber o que fazer. É que a louquinha se aproximava de mim dançando balé, levantando os braços, na ponta dos pés e rodopiando em minha direção. A mãe nem via isso, ou via e não se interessava em saber se a louquinha incomodava alguém. Deixei o carro no meio do corredor e me encostei na prateleira, esperando. A insana passou bailando em êxtase e dobrou 90 graus, e eu pude retomar meu rumo. É isso: não há mais responsáveis pelos projetos de imbecis. Correm gritando, fazem do espaço em que estão o que bem entendem, e os pais assumem o que são: uns bovinos estúpidos, na verdade uns cínicos se não crápulas, irresponsáveis que puseram no mundo suas réplicas indesejáveis. Esses “pais” são na verdade filhos da Xuxa, também não tiveram pais. São “educados” por babás eletrônicas, de onde saía a figura deletéria da apresentadora ex-garota de programas e atriz pornô. Bela guia... e nada pudemos fazer senão tentar interferir com muita dificuldade – mesmo dentro de casa, tudo conspirava para que triunfasse o demônio do Sistema – e sob o risco de virarmos repressores por tentar salvaguardar a ordem doméstica ameaçada pelo diabo global. E eis que um dia eu tentava entrar num restaurante em outra cidade, mas um louquinho vinha andando de gatinhas e impedia minha passagem, sob os olhares complacentes e até deslumbrados dos “responsáveis”. Tive de esperar do lado de fora até levarem embora aquele doente mental mirim. E o levaram normalmente, achando linda a insanidade do piradinho. Enter final.
Vão nessa, alimárias! Um dia o craque entra na vida desse degeneradozinho, e vocês vão sentir o que é bom... Ou então o mundo cão bota esse fedelho maluco nos eixos, pois vocês não foram gente – nem seriam... – para viver o papel de pais.Imagine-se o que nos espera em curto prazo... E viva Santo Expedito! Oremos. E fogo na corrupção, babes!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Adoniran e o desidioma da Banânia
Frederico Mendonça de Oliveira
Depois de oito anos ouvindo os petardos idiomáticos disparados pelo babalorixá da Banânia, o Çilva I, que aliás envergonha os cefalópodes teutóides, vulgarmente conhecidos como lulas, pela semelhança nominal com aqueles deliciosos frutos do mar, eis que nossos ouvidos se vão dando conta de que poucos seres nesta Pindorama fazem uso tão rasteiro do idioma como o tipo. Bostejou asneiras e solecismos combinados da forma a mais estúpida e escrota, aliás fazendo uma bela combinação disso com sua imagem desde há oito anos entendida como deletéria, deleterizada pelas aparições patéticas em público e pelos ditos carregados de estupidez e primarismo grosseiro. E ei-lo até recebendo diploma de doutor honoris causa de Coimbra – puxa, isso nos permite ampliar o repertório de piadas abordando a alegada burrice dos portugueses... –, ele, que não passa de um apedeuta salafrário ou de um salafrário apedeuta, como você quiser; ele, que foi até considerado estadista por incautos; ele, que até buscou se promover através de um estupidíssimo filme laudatório talvez inspirado naquela patacoada que decanta os dois filhos de Francisco, aquelas duas mulas palradeiras e emissoras de guais regressivos, dois irmãos grotescos, abissais em tudo, Mirosmar e Welson Davi, adorados, pelos milhões de boçais que os consomem, sob os pseudônimos Zezé di Camargo e Luciano. Çilva I é o retrato da terminalidade do Brasil, hoje rebaixado a Banânia, republiqueta continental degenerada ad infinitum sob uma corja de sevandijas e sudras, um lugar que não é mais país, mas um paraíso de bandidos de todos os estilos e de todas as nuances. Enter.
Quando você ouviu Adoniran Barbosa pela primeira vez, talvez via Demônios da Garoa lá pra 1965, naquele Trem das Onze – se é que ouviu, depende de sua idade e de sua mente – que comoveu geral como samba e como história do cotidiano dos humildes, deve ter pensado que o idioma ali estava a salvo das falas dos multitudinários malacos freqüentadores de estádios da paulicéia. Pois veio logo Saudosa Maloca, obra prima de cabeça e coração, poema encartando o falar do poviléu: “Peguemo todas nossas coisa/ e fumo pro meio da rua apreciar a demolição/ Que tristeza que nóis sentia! Cada tauba que caía doía no coração”. O Adoniran seria da rua, dos pobres, das personagens decaídas e esmagadas pela vida, e ele conseguia tirar poesia disso, até humor ele extraía da desgraça alheia... quando não da própria. “Os homi tá coa razão, nóis arranja outro lugar”. E aprofunda: “Só si conformemo quando o Joca falou: ‘Deus dá o frio conforme o cobertor’”. Curioso: o linguajar dos desgraçados e/ou miseráveis vinha, pelas composições do Adoniran, como forma de metaforizar os conteúdos da saga dessas personagens. Que, por sinal, se misturam entre a ficção e a vida de reais seres e fatos do universo desse mestre único do samba paulista. Só que neste caso temos um conteúdo literário, os solecismos aparecem como identificadores da desassistência, do desamparo, da carência, portanto enriquecendo com a pobreza que revelam. Neste caso, a pobreza do idioma é metáfora da pobreza esmagadora e do trágico dessas e nessas existências incógnitas comprimidas num gueto. Enter.
O linguajar da besta de Garanhuns é o oposto: é o emporcalhamento de todos os significados. É fazer da política, a mais nobre das artes do viver coletivo, um lamaçal. A fala desse impostor cínico é a verdadeira metáfora da podridão que ele abriga em sua vida miserável. É o retrato da traição e da imoralidade assumida e propalada. Quando começaram a querer pegar o Assange, havia a questão de uma mensagem, a que o boçal se referiu publicamente dizendo “mensagi”, mostrando sua constituição reles de homem sem estética e sem ética. A deprimente figura da “primeira dama”, mulher-coisa com seu sorriso sardônico vazio e sempre a tiracolo do estróina desclassificado, é a imagem ilustrativa do conteúdo de quadrilha que marca a dupla gestão petista, a tosca Marisa posando de loura e subserviente mulher do chefe dos traficantes no cenário do crime organizado. Çilva I é a estupidez e a velhacaria combinadas num energúmeno e instaladas na cadeira presidencial, realizando o projeto desconstrutivo do Brasil nação e sua condenação a ser terra sem lei e seara do crime institucionalizado. Os fedapê de plantão, lombrigas habitando a matéria fecal em que se aloja o poder, haverão de dizer que estou propalando teorias da conspiração. Será que quando os pais desses seres fecais se acasalaram também estavam praticando teoria da proliferação de bestas? Ou sexo anal? Enter final.
O Brasil do Adoniran está mais difundido que nunca. Os malacos alcançam os milhões, ocupando o espaço que caberia a uma juventude aspirante ao comando de nosso país. Hoje podemos dizer que a imagem do jovem é a imagem do malaco: bermudas extravagantes e de cores e desenhos berrantes; moleton incluindo capuz, usado ou não sobre o indispensável boné; camiseta sempre com dizeres e imagens preferencialmente deletérias; tênis acolchoado e incrementado o mais possível, do qual sobem dois caniços normalmente finos e morenos e que terminam na barra da bermuda, abaixo dos joelhos; andar gingado, sinuoso; fisionomia fugidia, mutante, sempre entre os buços e a barba mal definida. Hoje a fala dos heróis anônimos do Adoniran é a fala oficial da juventude miserabilizada, o idioma dos malacos. Eis o grande milagre da era Çilva I: nivelar o Brasil pela sua/dele própria miséria moral, pela dele estupidez consentida e assumida, pela vigência e oficialização da trapaça explícita – que nesse agosto sombrio invadiu o STF exibindo um espetáculo de malandragem puxado pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, traidor torpe, figura repulsiva, corrupto assumido e militante. Ficamos assim. A miséria que Adoniran transformava em poesia, puxando personagens do submundo que a sociedade via só de relance, foi transformada por Lula em realidade objetiva, em verdade instituída. Haja antiácido pra tanto horror! E viva Santo Expedito! Oremos. Have a sexy weekend, babes!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Burrice, pasmaceira, corrupção. E a Educação? E o mensalão?
Frederico Mendonça de Oliveira
Você pode “vim” com a conversa mole parecida com a do barãozinho da Corte (ô) petista hoje ministro da Educação, Aloísio Mercadante, de que o ensino sofre processo de deterioração não só no Brasil, mas em âmbito mundial. O “ministro”, que não costuma abrir o bico, prefere só compor a cena do poder como um chuchu no ensopado – o chuchu é chamado de “legume ABC”: contém água, bagaço e casca, e só –, não engrossando, não enriquecendo nem flavorizando, foi apertado sobre a vergonhosa estatística reveladora da ruína que vai cancerificando o ensino médio – e todos os outros! – nesta Banânia. E, curiosamente, se saiu com uma declaração inesperada: não é só no Brasil que o ensino perde qualidade. Não sabemos se ele quiabou, só “universalizou” o problema para tirar seu pretensamente aristocrático toba da reta, mas o fato é esse mesmo. Você não sabe, claro, o que se passa neste mundo de Deus e por que o diabo manda e desmanda, não sabe por que andamos SEMPRE para trás, embora nos seja dado, no processo cósmico, somente o direito ao aperfeiçoamento. Mas, para não retroagir, vamos ao que compõe a essência dessas tripas em que estamos vivendo como ascárides – lombrigas, se você preferir algo menos culto. Ou “bicha”, termo usado para designar os Áscaris Lumbricóides quando ainda não estavam em voga termos referentes aos integrantes da coluna do meio. Enter.
Pra começar, como podem governos servis a interesses do Império prover a população de instrumentos de crescimento e aperfeiçoamento? Esses sevandijas aboletados no poder, lacaios dos donos do mundo, só visam os próprios interesses, mesmo que para isso tenham de ajudar a matar o ventre de onde vieram. Mas de que parte desse ventre? Parece que não vieram do útero pátrio, mas trajeto cólico, pois se assemelham muito a dejetos... e hoje estão todos concentrados no tubo retal da História nessa Pindorama prostituída. A turma usa o próprio idioma como quem fala pelo rabo, é “nos vai”, “pode vim”, “de vez em quanto”, e o idioma nem tem como se defender, porque seus reais representantes têm de ceder a estúpidos que tiram acentos, trema e “simplificam” mais para complicar. Explico, e você vai ver o quanto está metido nisso e nem se toca. Enter.
Se as bestas que mexeram no idioma com essa “reforma ortográfica” lulopetista e que deve ter dado um belo troco para os secretários que a engendraram quiseram simplificar, se estreparam. Mas não quiseram simplificar. Como o Chacrinha, estão aí pra confundir. E provo. Por que, por exemplo, não extinguiram a maldita crase e a maldita vírgula? Observo que nenhum livro que leio sabe colocar vírgulas, fora os das revistas semanais de alta tiragem. Mas as bestas deambulantes que enchem nossas ruas e se socam em casa diante da TV ficaram mais confusas ainda com a tirada do trema – o qüê?? Me dá essa linguiça aí!” – e não há como esperar que a população “siga” as novas regras, que só vieram para confundir mais ainda. Remendaram a Ortografia para pior, nivelando por baixo talvez para seguir o padrão do canalha roufenho, uma besta ignorante e, também, imunda. Esse pulha traidor barato, que diz “mensagi” e “Petobráis” além de circular com aquela mulher que parece inflável e de facies tetânica, não fez senão defecar em si mesmo sob a aprovação maciça da população, feliz e agradecida por também ser devida e generosamente esmerdeada. Enter.
Se “vôo” vira “voo”, se “idéia” vira “ideia”, isso não traz progresso nem simplifica, porque os que não sabiam dos acentos continuarão sem saber deles, e a nova regra será devidamente ignorada tanto como o que a antecedia. Basta ver as “praca do Brasiu”, basta conversar com as “pessoas” para ver se deles emana qualquer conteúdo advindo de algum livro de gramática. Esses zumbis condenados a bigbroders e putarias que tais têm hoje outras referências, mais diretas e deliciosamente corruptoras, quais sejam: Ana Maria Brega e seu fecal lourojosé; desenhos animados de imagens, áudio e textos mórbidos, teratológicos e patogênicos, porque ensinam a crianças o ódio e a violência diariamente; telejornalismo escatológico e hipócrita, com destaque para as caras e bocas da fanhosa e afetada Sandra Annenberg; filmes boçalizantes na sessão da tarde da Globo, sempre asquerosos e regressivos, perfeitos para destruir mentes incautas e incultas; pornografia implícita e explícita direto e reto, funcionando via apelo através de telenovelas, filmes e comerciais, sem contar as trepadas mostradas no BBB; esporte boçalizante, amestrado em tudo, dos atletas ou jogadores aos comentaristas e repórteres, estes trabalhando com afinco para fazer mais entretenedor o que deveria ser uma prática de aperfeiçoamento paralela ao progresso da Educação, da Cultura e da ciência; programas estúpidos e estupidificantes invadindo os lares que lhes abrem as pernas sem exceção que não uma ínfima porcentagem dos que se dão a coragem de desligar a TV. Pois é: não preciso prosseguir enumerando os itens do horror a que submetem a gentuça brasilis, a plebe ignara que, a partir do lulopetismo, desceu orgulhosamente a níveis de mais ignorância ainda, superlativizada que foi a imbecilização na Banânia desde 2002, quando o sapo desdedado subiu aquela rampa a cada dia mais malfadada. Então: podemos esperar algo de um Mercadante, que parece gostar é de cavalos luzidios no seu haras e quer que regras de ortografia ou conteúdos e valores de ensino tenham o mesmo valor que as bolotas que seus quadrúpedes despejam em profusão. Também ele parece preferir cheiro de cavalo a cheiro de povo... e sabemos que o ministério para ele é só expediente para ocupar seu tempo. Enter final.
E vai de presente pra você uma foto em que aparecem três pilantraços – Lula, Toffoli e Marcio Thomaz Bastos – e uma mulher inflável (Marisão). O irmão do novo ministro beija o sapo sudoréico de tanta birita. Está no Google, pode ser acessado através de escrever “posse do ministro Toffoli” e clicar em “imagens”, ao lado de “pesquisa” lá em cima à esquerda. Sai também no blog do Fredera, www.thetweet.blogspot.com. E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Foto história para seu arquivo
Eis aí a maravilha: este mocinho que sorri para a câmera para a qual o sapo mentiroso aponta como que advertindo que o beijo pode ser de judas é o ministro Toffoli tomando posse no "supremo"... e quem beija o Çilva I é o irmão do novo ministro. Esse ministrinho mocinho tipo mauricinho hoje participa do julgamento do mensalão, a despeito de toda essa intimidade com o chefe da gangue dos mensaleiros. Completam a composição da cena o ministro traidor Marcio Thomaz Bastos - que nos brindou com bostas como o desarmamento do cidadão honesto -, a mulher aparentando ser inflável e que sempre acompanhou o sapo Çilva I em tudo - e outros tipos não identificáveis, mas seguramente da mesma laia.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012
E o babalorixá da Banânia? Larga o osso?
Frederico Mendonça de Oliveira
A história do Ali Babá nada tem a ver com a história do mensalão, mas a voz das ruas associa as duas, vendo Lula como o chefe e os mensaleiros como os ladrões comandados por ele. Ali Babá foi ladrão no que roubou os 40 ladrões, o que não combina com essa escalafobetice a que assistimos perplexos e, os que têm estômago mais sensível, nauseados. Muito bem, suas excelências do Supremo estão agora com a batata quente nas mãos, e não há quem, se lúcido, não os veja entre a cruz e a espada. Especialmente porque existe também conexão entre pelo menos dois membros do Supremo e a quadrilha que, esperamos, acabará atrás de grades – ou será mentira o que a imprensa revela de ligações dos ministros Toffoli e Levandovsky com Lula et caterva? A “voz rouca das ruas” de que fala Carlos Chagas ecoa naquele tribunal, mas o silêncio de suas excelências, sugerindo pisarem em ovos, silêncio pouquíssimo quebrado nesta novela de teor escabroso, preocupa. Afinal, vimos cada saída mágica para escândalos desde décadas que não há como evitar um ceticismo já até considerado como sabedoria. Sairá coelho dessa cartola? E que coelho será? Coelho mesmo ou um ipissilone desses que temos visto saindo de cartolas há décadas? A pergunta da voz rouca – rouca de tanto gritar! – das ruas impõe um grande detalhe, que nem detalhe é, de tão essencial nessa encrenca: Lula nada tem a ver com isso? O Zé Dirceu não declarou publicamente que nada era feito sem o consentimento ou mesmo a determinação do babalorixá do PT quando aboletado no trono da Banânia? Por que diabos o ex-“presidente” está excluído da quadrilha que chefiou? Ou será que foi acatado como verdade o lero de o Roberto Jefferson ter sido quem alertou o babalorixá sobre as irregularidades que caudalosamente corriam no Palácio e adjacências? É pedra e cal a palavra do líder petebista? O Sebastião Nery detona: “Lula se elegeu em 2002 sem maioria no Congresso. Precisava de maioria no Senado e na Câmara. O PT sozinho, com os nanicos PSB e PCdoB, não tinha bancadas que lhe garantissem tranqüilidade parlamentar”. Mais: “Lula encarregou José Dirceu de negociar com um punhado de pequenos partidos um apoio seguro e permanente durante o governo. E isso queria dizer ‘comprar’, trocar apoio por dinheiro. Lula disse a Dirceu: ‘É mais barato do que negociar ministérios com os partidos maiores’”. Quanto a Dirceu: “José Dirceu, Chefe da Casa Civil e desde a campanha principal porta-voz de Lula e negociador político do governo, não mentiu: ‘Nada que eu fiz foi sem a ordem ou autorização de Lula’”. Enter.
Você quer mais? Alá: “De todos os advogados que defendem no STF seus clientes , seus ‘réus’, em nenhum instante ninguém negou ou contestou a existência dos dinheiros arrecadados pelo governo de Lula, no governo do PT, por José Dirceu e sua ‘quadrilha’, sua ‘organização criminosa’, como definiram os dois procuradores gerais da República (Antonio Fernando e Roberto Gurgel), para comprar os partidos que garantissem maioria a Lula e ao PT. Por isso o Mensalão tem dono: Lula. O defunto é dele. E, tendo dono, o Mensalão também tem nome: ‘Lulão’. ‘Mensalão’ é só apelido”. Enter.
Será que não há outra saída para a geringonça de poder que está aí que não seja poupar o falastrão canastrão para não estraçalhar a imagem do “Brasil” aos olhos do mundo? Seria para manter de pé uma falsa imagem de equilíbrio para que tudo prossiga indo no mesmo rumo que dantes no quartel de abrantes? Será que o Obama ter dito “Esse é o homem!” sobre Lula seria uma fala cifrada sobre ser ele a conexão feliz com Wall Street? Estará Obama cochichando nos ouvidos dos detentores do poder que não seria nada oportuno chutar o balde pondo o chefe junto com seus subordinados sob suas excelências no STF e perante o Brasil e o mundo? Enter.
Será que o andor tem que ser levado tão devagar porque o santo é de barro? Será que todos medem as palavras diante de tal descalabro conjuntural para que não vá pelos ares tamanho circo de horrores sob o qual se esmaga toda a população brasileira? Se considerarmos o teor que vige em Brasília, a julgar pelo padrão de degenerescência moral que os “representantes do povo” exibem sem qualquer pejo, temos de admitir que somos uns duzentos milhões de energúmenos que nada podem exigir… A propósito, ninguém vai ao cerne da coisa, ninguém pergunta como fica a Receita nessa história escabrosa. São rios de dinheiro brotando do nada? E isso vai mais longe ainda, se indagarmos sobre a compra de votos para a reeleição do “sociólogo”. Enter.
E terminamos: se punidos os mensaleiros com a severidade devida, permanecerá o Brasil sob Sarneys, Renans, Jucás, Azeredos, Barbalhos e quejandos, enquanto Lula zanza pelas vias paralelas do poder e FHC é considerado digno de oitiva pelas elites, ganhando grana grossa pra exibir aquela boca (mal) desenhada para mentir? Seria esse julgamento bela encenação, com pirotecnia, para continuar tudo como está? Até porque, para exemplificar, desafiamos qualquer poder nesta Banânia a tirar os honoráveis bandidos de que falou Palmério Dória de seus bunkers de poder em Brasília e alhures. Enter final.
Vale dar umas risadas: a degenerada Madonna, cantora pop sem qualquer mérito maior que viver fazendo tumultos por aí diante de auditórios de zumbis abestalhados e macacos sem rabo, ao tentar bancar a salvadora na Rússia ouviu uma boa. Saiu na Folha: “Um ministro russo, Dmitri Rogozin, usou seu Twitter para chamar de ‘puta velha’ a cantora Madonna, que se atreve a dar ‘lições de moral’ ao pedir que as cantoras do grupo punk Pussy Riot sejam libertadas. ‘Com a idade, toda puta velha tende a dar lições de moral a todo mundo. Em particular, em suas viagens pelo estrangeiro’”. Aí está: você sabe o que significa “pussy”? E “riot”? E se essas outras degeneradas são russas, por que usar nome em “ingrêis”? É, amigo, o mundo virou um inferno, a Humanidade está se dirigindo para o abismo cósmico. O Armagedon vem aí! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
A história do Ali Babá nada tem a ver com a história do mensalão, mas a voz das ruas associa as duas, vendo Lula como o chefe e os mensaleiros como os ladrões comandados por ele. Ali Babá foi ladrão no que roubou os 40 ladrões, o que não combina com essa escalafobetice a que assistimos perplexos e, os que têm estômago mais sensível, nauseados. Muito bem, suas excelências do Supremo estão agora com a batata quente nas mãos, e não há quem, se lúcido, não os veja entre a cruz e a espada. Especialmente porque existe também conexão entre pelo menos dois membros do Supremo e a quadrilha que, esperamos, acabará atrás de grades – ou será mentira o que a imprensa revela de ligações dos ministros Toffoli e Levandovsky com Lula et caterva? A “voz rouca das ruas” de que fala Carlos Chagas ecoa naquele tribunal, mas o silêncio de suas excelências, sugerindo pisarem em ovos, silêncio pouquíssimo quebrado nesta novela de teor escabroso, preocupa. Afinal, vimos cada saída mágica para escândalos desde décadas que não há como evitar um ceticismo já até considerado como sabedoria. Sairá coelho dessa cartola? E que coelho será? Coelho mesmo ou um ipissilone desses que temos visto saindo de cartolas há décadas? A pergunta da voz rouca – rouca de tanto gritar! – das ruas impõe um grande detalhe, que nem detalhe é, de tão essencial nessa encrenca: Lula nada tem a ver com isso? O Zé Dirceu não declarou publicamente que nada era feito sem o consentimento ou mesmo a determinação do babalorixá do PT quando aboletado no trono da Banânia? Por que diabos o ex-“presidente” está excluído da quadrilha que chefiou? Ou será que foi acatado como verdade o lero de o Roberto Jefferson ter sido quem alertou o babalorixá sobre as irregularidades que caudalosamente corriam no Palácio e adjacências? É pedra e cal a palavra do líder petebista? O Sebastião Nery detona: “Lula se elegeu em 2002 sem maioria no Congresso. Precisava de maioria no Senado e na Câmara. O PT sozinho, com os nanicos PSB e PCdoB, não tinha bancadas que lhe garantissem tranqüilidade parlamentar”. Mais: “Lula encarregou José Dirceu de negociar com um punhado de pequenos partidos um apoio seguro e permanente durante o governo. E isso queria dizer ‘comprar’, trocar apoio por dinheiro. Lula disse a Dirceu: ‘É mais barato do que negociar ministérios com os partidos maiores’”. Quanto a Dirceu: “José Dirceu, Chefe da Casa Civil e desde a campanha principal porta-voz de Lula e negociador político do governo, não mentiu: ‘Nada que eu fiz foi sem a ordem ou autorização de Lula’”. Enter.
Você quer mais? Alá: “De todos os advogados que defendem no STF seus clientes , seus ‘réus’, em nenhum instante ninguém negou ou contestou a existência dos dinheiros arrecadados pelo governo de Lula, no governo do PT, por José Dirceu e sua ‘quadrilha’, sua ‘organização criminosa’, como definiram os dois procuradores gerais da República (Antonio Fernando e Roberto Gurgel), para comprar os partidos que garantissem maioria a Lula e ao PT. Por isso o Mensalão tem dono: Lula. O defunto é dele. E, tendo dono, o Mensalão também tem nome: ‘Lulão’. ‘Mensalão’ é só apelido”. Enter.
Será que não há outra saída para a geringonça de poder que está aí que não seja poupar o falastrão canastrão para não estraçalhar a imagem do “Brasil” aos olhos do mundo? Seria para manter de pé uma falsa imagem de equilíbrio para que tudo prossiga indo no mesmo rumo que dantes no quartel de abrantes? Será que o Obama ter dito “Esse é o homem!” sobre Lula seria uma fala cifrada sobre ser ele a conexão feliz com Wall Street? Estará Obama cochichando nos ouvidos dos detentores do poder que não seria nada oportuno chutar o balde pondo o chefe junto com seus subordinados sob suas excelências no STF e perante o Brasil e o mundo? Enter.
Será que o andor tem que ser levado tão devagar porque o santo é de barro? Será que todos medem as palavras diante de tal descalabro conjuntural para que não vá pelos ares tamanho circo de horrores sob o qual se esmaga toda a população brasileira? Se considerarmos o teor que vige em Brasília, a julgar pelo padrão de degenerescência moral que os “representantes do povo” exibem sem qualquer pejo, temos de admitir que somos uns duzentos milhões de energúmenos que nada podem exigir… A propósito, ninguém vai ao cerne da coisa, ninguém pergunta como fica a Receita nessa história escabrosa. São rios de dinheiro brotando do nada? E isso vai mais longe ainda, se indagarmos sobre a compra de votos para a reeleição do “sociólogo”. Enter.
E terminamos: se punidos os mensaleiros com a severidade devida, permanecerá o Brasil sob Sarneys, Renans, Jucás, Azeredos, Barbalhos e quejandos, enquanto Lula zanza pelas vias paralelas do poder e FHC é considerado digno de oitiva pelas elites, ganhando grana grossa pra exibir aquela boca (mal) desenhada para mentir? Seria esse julgamento bela encenação, com pirotecnia, para continuar tudo como está? Até porque, para exemplificar, desafiamos qualquer poder nesta Banânia a tirar os honoráveis bandidos de que falou Palmério Dória de seus bunkers de poder em Brasília e alhures. Enter final.
Vale dar umas risadas: a degenerada Madonna, cantora pop sem qualquer mérito maior que viver fazendo tumultos por aí diante de auditórios de zumbis abestalhados e macacos sem rabo, ao tentar bancar a salvadora na Rússia ouviu uma boa. Saiu na Folha: “Um ministro russo, Dmitri Rogozin, usou seu Twitter para chamar de ‘puta velha’ a cantora Madonna, que se atreve a dar ‘lições de moral’ ao pedir que as cantoras do grupo punk Pussy Riot sejam libertadas. ‘Com a idade, toda puta velha tende a dar lições de moral a todo mundo. Em particular, em suas viagens pelo estrangeiro’”. Aí está: você sabe o que significa “pussy”? E “riot”? E se essas outras degeneradas são russas, por que usar nome em “ingrêis”? É, amigo, o mundo virou um inferno, a Humanidade está se dirigindo para o abismo cósmico. O Armagedon vem aí! E viva Santo Expedito! Oremos. Bye, babes!
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